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O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa e a riqueza do seu património artístico, o Vinho do Porto, os vastos espaços dedicados ao lazer e a sua vida cultural são apenas alguns dos motivos que convidam a visitar a cidade.

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Destaques do Mês

Cindy Sherman: Metamorfoses

Cindy Sherman: Metamorfoses apresenta uma série de obras que atravessam a carreira da artista desde o seu início até às obras mais recentes. A exposição foi organizada em diálogo com a artista e em parceria com o The Broad Art Foundation, Los Angeles, uma instituição que coleciona exaustivamente o trabalho de Sherman há mais de trinta anos. Sobretudo conhecida por imagens em que se retrata como modelo da sua própria obra, encarnando o papel de estereótipos femininos convencionados pelos média num vasto leque de personagens e ambientes, Cindy Sherman fotografa sozinha no seu estúdio, atuando como diretora artística, fotógrafa, maquilhadora, cabeleireira e intérprete do papel a desempenhar. A prática do retrato que iniciou há décadas é responsável por algumas das mais marcantes e influentes imagens da arte contemporânea. Para esta ambiciosa apresentação em Serralves, as salas do museu sofrerão uma radical transformação, criando um cenário teatral para acolher o storyboard que as fotografias da artista compõem. A mostra incluirá também um trabalho inédito, especialmente concebido para o Museu de Serralves: um extenso mural fotográfico, que dará à exposição uma singularidade adicional. Geralmente, a artista não dá títulos às suas obras, pretendendo com isso evitar interpretações preconcebidas ou leituras antecipadas que poderiam influenciar o observador, preferindo deixar a construção das histórias ao critério da cada pessoa. As imagens são no entanto organizadas por séries e numeradas e exploram vários temas e técnicas, reforçando assim a diferenciação e a classificação: Untitled Film Still [Sem Título Film Still] (1983-1984), Fashion [Moda] (1983-84), Bus Rider [Passageiro de autocarro] (1976-2000), The Fairy Tales [Os contos de fadas] (1985), The Disasters [Os desastres] (1986-89), The Historical Portraits [Retratos históricos] (1988-90), Sex Pictures [Imagens sexuais] (1992), Horror and Surrealistic Pictures [Imagens de horror e surrealistas] (1994), Masks [Máscaras] (1995), Broken Dolls [Bonecas desmembradas] (1999), The Hollywood/Hampton Ladies Portraits [Retratos de senhoras de Hollywood e dos Hamptons] (2000), The Clowns [Palhaços] (2003-05), Society [Sociedade] (2008). Na exposição em Serralves estas séries não serão sujeitas a uma ordem cronológica, antes construindo uma narrativa. Nas obras de Sherman, composições e narrativas individuais remetem para um repertório completo e complexo de identidades femininas: mas enquanto os trabalhos iniciais estão repletos de emoções visíveis, nas fotografias mais tardias as emoções vão sendo gradualmente excluídas. As obras não são autorretratos, mas sim representações aperfeiçoadas pela distância da câmara ou objetiva que as capta ou, como comentou Rosalind Krauss, são “uma cópia sem um original”. No final dos anos 1980, Sherman sentiu necessidade de suprimir a sua presença e criou imagens irreais e grotescas, cenas de acidentes, constituídas por personagens sobrenaturais e aterradoras que personificavam medos irracionais e pesadelos e que formavam cenários macabros e repulsivos. Progressivamente, o corpo da artista foi sendo substituído por seios falsos, excrescências humanas, fluidos corporais, resíduos sexuais, próteses médicas, que posteriormente dariam origem às Sex Pictures (1992), uma das suas séries mais ousadas, em que Sherman recorre a manequins para compor quadros pseudopornográficos, deliberadamente destituídos de qualquer erotismo que desafiam os padrões da indústria pornográfica. O regresso da artista ao centro da imagem aconteceu por volta de 2000 com a série Head Shots [Primeiros Planos], em que protagoniza um conjunto de retratos de estúdio, ou a perturbante série Clowns (2003-05) e, mais tarde, imagens de mulheres idosas. Se as partes do corpo falsas ou artificiais forçam o observador a confrontar-se com o aspeto encenado da obra, a aparência trágica e vulgar das personagens obriga-o a sentir por elas uma certa empatia e respeito. Por outro lado, há uma mudança evidente no posicionamento da câmara, na alteração dos cenários, na saturação e sobreposição de adereços e elementos estranhos na composição, assim como nas dimensões das provas impressas. Mais tarde, na série Society (2008), Sherman regressa à sua exploração dos ideais distorcidos de beleza, das autoimagens e do envelhecimento numa sociedade obcecada com a juventude e o estatuto através de personagens inseridas em ambientes sumptuosos e apresentando essas fotografias em molduras muito ornamentadas. Sherman passa da fotografia analógica para a digital e, tal como as suas personagens, experimenta várias possibilidades: cenários verdadeiramente naturais nas suas primeiras imagens, técnicas de filmagem como a “retroprojeção”, fotografia de estúdio (o local onde tem um maior controlo sobre a construção da imagem), o ciclorama e finalmente sobrepondo imagens a fundos digitais. Embora o seu trabalho seja geralmente classificado por críticos e teóricos como associado ao feminismo, à violência e ao voyeurismo e centrando-se na representação, a artista ela mesma tende a evitar esta instrumentalização teórica e tais associações. Ao construir uma personagem, Sherman não tem em mente uma pessoa específica mas sim um género, e a complexidade da narrativa é determinada pela especificidade da relação entre o cenário e a personagem.

Solistas da Orquestra Sinfónica Casa da Música

O Salão Árabe do Palácio da Bolsa acolhe, no dia 26 de outubro, um concerto especial de outono, com a participação dos solistas da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, José Bernardo Silva (trompa), Álvaro Pereira, (violino), Mateusz Stasto (viola) e Michal Kiska (violoncelo). Do programa, constam obras de Joseph Haydn, Johann Andreas Amon, Giovanni Stich-Punto e Robert N. Ward. O concerto terá início às 21h30 e tem entrada livre. É obrigatória a marcação prévia e a lotação será limitada ao número de lugares disponíveis. Inscreva-se através do telefone +351 223399063 Programa: Joseph Haydn: - Divertimento a Tre, Hob.IV:5 - Trio em Mib Maior para Trompa, Violino e Violoncelo (cc 10m) Johann Andreas Amon: - Quarteto em Fá Maior para Trompa, Violino, Viola e Violoncelo (cc 12m) - I. Allegro moderato - II. Adagio - III. Rondo (Allegretto) Giovanni Stich-Punto: - Quarteto em Fá Maior op.8 nº1 para Trompa, Violino, Viola e Violoncelo (cc 15m) - I. Allegro maestoso - II. Adagio - III. Rondo con variazioni Robert N. Ward: - Small Serenade - Quarteto para Trompa, Violino, Viola e Violoncelo (cc 10m) - I. Striding - II. Intersection - III. Rondo

Dias com Energia

De participação gratuita, as aulas de pilates, yoga, tai chi e método DeRose requerem apenas inscrição prévia. Todas as atividades são planeadas e orientadas por profissionais de educação física e são abertas a pessoas de qualquer idade e nível de experiência. Para fazer a inscrição basta enviar uma mensagem de correio eletrónico para desporto@agoraporto.pt, indicando as aulas que pretende frequentar, até às 17,30 horas de cada sexta-feira.

Family Film Project

Vivemos num mundo governado pelas imagens que nos chegam por mediação das telas e ecrãs. Aderimos ao consumismo frenético das imagens, tanto mais frenético quanto maior a torrente de informação. Num mundo global com crescentes desafios civilizacionais, onde conceitos como os de guerra, epidemia ou crise climática nos parecem cada vez mais palpáveis e próximos, é importante que tais imagens mediáticas não sejam negligenciadas enquanto fontes de informação, mas também que não sejam devoradas acriticamente. Fala-se, por um lado, de pós-verdade e dilúvio da informação; e também se fala de alienação e escapismo na “sociedade do espetáculo”, para usarmos um termo de G. Debord. Contra estes cenários, acenamos com os valores da ciência, mas também da arte. Desde a sua primeira edição há mais de uma década, o Family Film Project tem procurado conciliar o valor político e epistemológico das imagens com o seu valor estético, apontando sempre o seu foco um pouco para lá da dimensão direta ou imediatista das imagens, para lá da informação que fornecem, abrindo-se à dimensão performativa sem ferir o potencial arqueológico e documentarista de tais imagens. Seja através do cinema etnográfico, do cinema de arquivo ou found-footage, dos “filmes caseiros”, das diversas formas de cinema experimental ou da hibridação entre o cinema e as artes performativas, o Family Film Project procura enaltecer os desafios do cinema na sua dupla faceta testemunhal e artística: conciliar a autenticidade com a poesia, o real com a ficção, o status quo com a diferença… Nesta 11ª edição, o programa do festival mantém a sua matriz habitual, com várias sessões competitivas divididas em secções temáticas: Vidas e Lugares, Memória e Arquivo e ainda uma sessão competitiva dedicada à Ficção e Animação. Ao todo, as sessões competitivas reúnem vinte e um filmes de quinze nacionalidades distintas, incluindo cinco filmes de produção nacional.

Agenda cultural

Notícias

Valor patrimonial dos cemitérios em destaque no novo vídeo promocional

Não são uma escolha óbvia para o visitante que chega à cidade, mas os cemitérios do Porto fazem parte do roteiro turístico.

“The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” premiado no Cannes Corporate Media & TV Awards 2022

O filme promocional “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” recebeu um Gold Dolphin Trophy no Cannes Corporate Media & TV Awards 2022.

Spiritus vai continuar a dar vida à Igreja dos Clérigos

A experiência sensorial Spiritus vai continuar a dar vida à impressionante arquitetura da Igreja dos Clérigos, até janeiro de 2023.

The Majestic Adventures of Ofelia de Souza premiado no Zagreb TourFilm Festival 2022

O filme promocional “The Majestic Adventures of Ofelia de Souza” foi distinguido com o prémio “The Best Event Film” no Zagreb TourFilm Festival 2022, na Croácia.

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