Dia 1

A Sé encontra-se encerrada, de forma a prevenir o surto do Covid-19. Construção do século XII/XIII, em estilo românico, foi sendo alvo de ampliações e renovações ao longo dos tempos até à sua alteração final, numa reconstituição idealizada da catedral medieval, já no século XX. Destaca-se: do século XIV, de estilo gótico, o claustro e a Capela de São João Evangelista; a ampliação da capela-mor, a Capela do Santíssimo Sacramento e seu altar de prata, do século XVII, ao estilo maneirista; do barroco, século XVIII, os frescos da capela-mor e a sacristia, da autoria de Nicolau Nasoni, bem como os azulejos do claustro, de Vital Rifarto; já do século XIX, a escultura de Teixeira Lopes (pai) na Capela Batismal. Igreja: Abr-Out Seg-Dom: 09:00-18:30 Nov-Mar Seg-Dom: 09:00-17:30 Claustros: Abr-Out Seg-Dom 09:00-18:00 Nov-Mar Seg-Dom 09:00-17:00 Encerra: Natal, Domingo de Páscoa

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3 €
Torre de D. Pedro Pitões
Casa-torre medieval descoberta durante os trabalhos de demolição no local onde foi construído o Terreiro da Sé, na década de 1940. Foi, então, completamente reconstruída, estando deslocada do sítio original uns 15 metros. Edifício quadrangular, dividido por dois pisos, com uma porta ogival a sul e uma varanda de pedra, de feição gótica, a Norte. No seu interior esteve, até 1960, o Gabinete de História da Cidade, motivo pelo qual este edifício era também conhecido por Torre da Cidade. Depois do 25 de Abril de 1974 a Casa Torre foi ocupada pela população, que nela instalou o Centro Social e Cultural da Sé. Aqui funciona o Posto de Turismo Oficial da Sé.
Casa da Câmara
A origem da Casa da Câmara remete para o séc. XV, tendo sido erguida encostada à muralha primitiva da cidade. Considerada como primeira sede do poder autárquico ou municipal, era designada por Torre da Relação e as obras da sua manutenção foram financiadas pela Imposição do Vinho. A designação popular de Casa dos 24 deve-se ao facto de aí se reunirem os 24 representantes dos vários mesteres (ofícios) da cidade do Porto. Sofreu um violento incêndio em 1875, permanecendo em ruínas até o ano 2000, altura em que todo o edifício foi reconstruído segundo o projecto do arquitecto Fernando Távora. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.
Casa do Beco dos Redemoinhos
Casa de aspecto flamengo, com a chaminé colocada ao cimo da fachada e bem no meio desta, como é característica deste género e que se pensa ter sido construída na primeira metade do século XIV. A fachada, meio escondida atrás da capela-mor da Sé, dava outrora para um animado largo do burgo, limitado a ocidente pela desaparecida charola da catedral.

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Cerca Medieval da Sé
A primeira cinta de muralhas circundava o Morro da Sé, na zona elevada da Pena Ventosa, local de grande importância estratégica para o controlo da passagem do Douro. Sobrevivendo apenas alguns pequenos troços, em parte escondidos pelo casario, a muralha primitiva poderá ter sido edificada pelos romanos, tendo sido reconstruída no séc. XII. Esta cerca tinha quatro portas ou entradas. É possivel ver um pequeno trecho desta muralha junto à Sé, assinalado por uma placa identificativa.

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Igreja de Santa Clara
Fechado Temporariamente para obras Edifício de origem gótica, cujo interior foi revestido a talha dourada, na primeira metade do século XVIII. A construção data da primeira metade do séc. XV. Sofreu alterações na época moderna, altura em que foi edificado o belo portal renascentista. Verdadeira jóia do Barroco, impressiona pela sua exuberância decorativa.

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Muralha Fernandina
A muralha Fernandina veio substituir a antiga cerca alto-medieval, que no séc. XIV se mostrava demasiado pequena, face ao desenvolvimento da cidade. Foi reedificada por D. Fernando, de quem conservou o nome, entre 1368 e 1437, com verbas da Sisa do Vinho e tinha uma extensão de 3000 passos e altura média de 30 pés. Era guarnecida de ameias e reforçada por numerosos cubelos e torres quadradas. Presentemente existem ainda dois trechos, um localizado junto à Rua Arnaldo Gama intitulado Trecho dos Guindais e o outro junto das Escadas do Caminho Novo, intitulado Trecho do Caminho Novo. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.
Torre do Barredo
O edifício nº 5 da Rua de Baixo representa o mais antigo exemplar da arquitectura civil do período medieval sobrevivente no quarteirão do Barredo, devendo a sua construção remontar ao séc. XIII.
Muro dos Cobertos da Ribeira
A praça da Ribeira estava outrora separada do rio Douro por um troço da muralha Fernandina, onde se abria a principal porta de ligação ao rio. Para esta praça se abriam vários cobertos, restando apenas um, do lado oriental, ao longo da face interna da muralha.
Postigo do Carvão
Das 18 portas e postigos das Muralhas Fernandinas, construídas no séc. XIV em torno da cidade do Porto, o Postigo do Carvão é o único que sobreviveu até aos nossos dias. Através deste postigo, situado na imediação da actual Praça da Ribeira, era feita a ligação da Rua da Fonte Taurina ao Cais da Ribeira, onde atracavam os barcos no rio Douro.
Casa do Infante
A Casa do Infante, assim designada por aí ter nascido Henrique o Navegador, é um complexo de edifícios que foram sendo construídos para albergar os serviços da Coroa no Porto. A sua história remonta a 1325, quando o rei D. Afonso IV mandou construir o “Almazem” régio, contra a vontade do Bispo, então senhor do Burgo. O edifício foi objeto de um processo de reabilitação e musealização e hoje oferece um conjunto de valências diversificadas: Museu; Arquivo Histórico Municipal; Biblioteca de Assuntos Portuenses; Sala Memória; Sala de exposições e Auditório. O Museu integra o Centro Interpretativo “O Infante D. Henrique e os Novos Mundos”, onde se dá a conhecer o Infante D. Henrique percorrendo diacronicamente a sua iconografia até à contemporaneidade e revisitando os principais marcos dos Descobrimentos Portugueses, com destaque para o papel da cidade e das gentes do Porto; a ocupação Romana, constituída pelos vestígios das construções romanas dos séculos IV-V ; a Alfândega Régia, criada por D. Afonso IV em 1325; e a Casa da Moeda, que iniciou o seu funcionamento em 1369.

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2.2 €
Antiga Bolsa dos Comerciantes
O prédio com os nº 47 a 53 ostenta na fachada o escudo de D. João I. Foi esta a casa que o Rei cedeu aos mercadores em 1402 para aí instalarem a primeira Bolsa do Comércio da Cidade. No rés-do-chão foi aberta uma passagem para a Casa da Moeda, vendo-se no interior a estrutura medieval.
Casa da Rua da Reboleira, nº 55
Interessante exemplar da arquitectura civil dos finais da Idade Média. É um dos maiores edifícios da zona e contém elementos de várias épocas. Ao nível da cave vêem-se estruturas medievais que poderão remontar ao século XIV. A fachada da rua da Reboleira mantém ainda no rés-do-chão os portais góticos. Os andares superiores foram transformados, possivelmente no século XVII, assim como o próprio coroamento das ameias.

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Casa da Rua da Reboleira, nº 59
Grande casa ameada, construída talvez no séc. XIV, conserva ainda quase intacta a estrutura original de casa-torre.

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Igreja Conventual de S. Francisco de Assis
Principal templo em estilo gótico existente na cidade, cuja construção se iniciou no século XIV. É uma das mais importantes obras do Barroco, pelo seu interior em talha dourada, dos séculos XVII e XVIII. Foi a exuberância de dourado que levou o Conde de Raczinsky, a descrevê-la como a «igreja de oiro». E, deslumbrado acrescenta: «A talha desta igreja é de uma riqueza e de uma beleza que ultrapassa tudo quanto vi em Portugal e em todo o mundo». De destacar a Árvore de Jessé, bem como o Cemitério Catacumbal. É Monumento Nacional desde 1910 e Património Cultural da Humanidade - UNESCO desde 1996. Nov-Fev 09h00-18h00 Mar, Abr, Out 09h00-19h00 Mai-Set 09h00-20h00 Encerrado: 25 dez

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7.5 €
Miradouro – Muralha Fernandina - Escadas do Caminho Novo
Descida pela estreita escadaria, enquadrada pela muralha e pelo casario de Miragaia, permite visualizar um pequeno trecho da encosta de Gaia.

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Torre de Pedro Sem
Conhecida documentalmente desde o séc. XV, a torre pertenceu aos descendentes de Pedro do Sem, chanceler do rei D. Afonso IV, passando, depois, para um ramo dos Brandões, que a venderam à Mitra do Porto. Apesar das múltiplas adulterações por que passou, a torre mantém um figurino geral medieval. Em 1919, o imóvel foi adquirido pela Diocese do Porto, que aqui instalou o seu paço episcopal. Em 1986, a torre foi adaptada a área residencial da diocese, por projecto do Arquitecto Abrunhosa de Brito, transformando-se integralmente toda e qualquer estrutura medieval ou moderna que, à época, ainda subsistisse. O edifício alberga, presentemente, a Fundação SPES.
Igreja de S. Martinho de Cedofeita
Igreja secular, remontando talvez ao período visigodo. Foi reconstruída em estilo românico, sabendo-se que a capela-mor data do séc. XI. De referir o Agnus-Dei, no tímpano do portal Norte.

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  • 12.7 €
  • Turismo do Porto


    Atualizado pela última vez 2020-01-07

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