Dia 1

Jardim de João Chagas
Mais conhecido por Jardim da Cordoaria, este jardim é denominado de Jardim João Chagas desde 1924. O nome por que é mais conhecido, deve-o à actividade dos cordoeiros que estiveram instalados neste lugar – na cordoaria nova – durante cerca de 200 anos. No século XIX a Câmara decidiu transformar a Praça da Cordoaria num passeio público. O projecto, da autoria do paisagista alemão Emile David, foi executado em 1865/1866. No jardim estão as estátuas de Ramalho Ortigão e de António Nobre, um conjunto de esculturas de Juan Muñoz de 2001, assim como "O rapto de Ganímedes". No âmbito do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura, este jardim sofreu uma remodelação.

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Parque das Virtudes
O Parque Municipal das Virtudes localiza-se no que antigamente era a Companhia Hortícola Portuense. Desenhado por José Marques Loureiro (1830-1898), foi comprado em 1965 pela Câmara Municipal do Porto e em 1998 foram efetuadas obras de recuperação. Uma das particularidades deste jardim é o facto de ser vertical, ou seja, desenvolve-se em socalcos encosta abaixo, pelo que de quase toda a parte se tem uma vista ímpar sobre a Alfândega, o Rio Douro e Vila Nova de Gaia.

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Jardim do Carregal
Construído em 1897, é considerado, por alguns, o último Jardim Romântico do Porto com características oitocentistas, distinguindo-se o lago serpenteante ao centro, atravessado por uma ponte, rodeado de árvores frondosas. Destacam-se as árvores resinosas que lhe dão um ambiente que lembra as florestas de montanha, e ainda os cedros, as sequóias e araucárias. De realçar a escultura do médico, professor, investigador e artista Abel Salazar, da autoria do escultor Helder de Carvalho.

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Jardins do Palácio de Cristal
Os Jardins Românticos do Palácio de Cristal, ocupam uma área de 8 hectares no centro do Porto e foram projetados no século XIX pelo arquiteto paisagista alemão Émille David, no contexto da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal. Atualmente conservam-se ainda do projeto original, o Jardim Émille David na entrada principal, a Avenida das Tílias, o bosque e a conceção das varandas sobre o Douro. Podemos ainda contemplar as magníficas panorâmicas sobre o rio e sobre a cidade, que miradouros em posições estratégicas nos oferecem. De referir que estes jardins tirando partido do património botânico e da dinâmica lúdico-cultural, acolhe um Centro de Educação Ambiental.

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Jardim Botânico
Criado em 1951, o Jardim Botânico do Porto é um espaço com elevado interesse ecológico, estético e referencial. Organiza-se em três patamares: i) o dos jardins formais, compartimentados por altas sebes de camélias centenárias, com destaque para os bosquetes, o Jardim do Xisto, o Jardim do Peixe, o Roseiral e o Jardim dos Jotas; ii) o do Jardim dos Catos e estufas iii) a cotas mais baixas, o do arboreto, presa e lago grande. Evidenciam-se também as coleções de catos e suculentas, de azáleas e rododendros, e de plantas autóctones e gimnospérmicas. Com a Galeria da Biodiversidade, que também acolhe, integra o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto.
Jardim da Casa da Prelada
Projetado por Nicolau Nasoni, o jardim que envolve a Casa da Prelada, também concebida pelo arquiteto, apresenta duas áreas distintas: uma a sul, respeitante ao terreiro, cujo acesso se faz através de um monumental portal armoriado construído no século XVII; outra a norte, onde se encontra o labirinto, o lago e o pomar. O labirinto de buxo é considerado um dos maiores da Península Ibérica e, seguramente, o único exemplar do século XVIII existente na cidade. Do inventário arbóreo e arbustivo do jardim, salientam-se as tílias, os buxos, a araucária, os rododendros e as camélias japónicas.
Praça de Mouzinho de Albuquerque
Também conhecido por Rotunda da Boavista, de forma circular, desenvolve-se em torno do imponente "Monumento de Homenagem aos Heróis da Guerra Peninsular" que se eleva, no seu centro, da autoria Marques da Silva. No jardim que rodeia o monumento merecem especial atenção os liquidâmbares, carvalhos, tílias, tulipeiros e algumas palmeiras.

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Jardim de Teófilo Braga
Construído em 1915-1916, é um espaço rectangular, rodeado de tílias e carvalhos americanos. Os canteiros arrelvados ladeiam as palmeiras simetricamente plantadas e os abrunheiros com folhagem roxa. A adornar o jardim encontram-se diversas esculturas: o Busto de Baco, a República e a figura do Padre Américo. Do lado nascente o jardim está rodeado por um conjunto de palacetes.

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Dia 2

Jardim do Passeio Alegre
Construído nos finais do século XIX beneficiando da participação de Emíle David no seu ajardinamento. Ladeado por uma Alameda de Palmeiras, alberga uma série de elementos arquitectónicos de grande valor: um chafariz em granito, a poente, proveniente do antigo Convento de S. Francisco; dois Obeliscos de Nasoni, oriundos da Quinta da Prelada; um pequeno “chalet romântico”, construído em 1874, antes do acabamento do Jardim. Um minigolfe constitui um polo de atracção do jardim, e no coreto realizam-se, pontualmente, concertos filarmónicos. Por fim, destacam-se os sanitários públicos, construídos em 1910, decorados com azulejos Arte Nova e loiças inglesas.

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Parque Urbano da Pasteleira
O Parque da Pasteleira constitui um elemento fundamental da estrutura verde da cidade, é um centro de convívio, recreio, lazer e desporto, acolhendo também um Centro de Educação Ambiental. Com uma área total de 7 hectares, divide-se em duas parcelas ligadas por três pontões. Os pinheiros bravos e sobreiros, representam a última grande parcela de vegetação natural existente na área do Porto.Todo este património natural é conservado no modelo paisagístico do parque, sendo o projecto da autoria da Arq.ª Marisa Lavrador. Em 2009 foi criada uma ciclovia com cerca de 2 km ligando o Parque da Pasteleira ao Parque da Cidade.

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Parque de Serralves
O Parque de Serralves, da primeira metade do século XX, foi o primeiro jardim privado nacional construído com base num projecto de arquitectura paisagística. Concluído em 1940,o jardim adequa-se ao perfil neoclássico da arte dos jardins franceses, ligeiramente modernizado, afastando-se do conceito tradicional de jardins vigente no Porto. Quer pelas características históricas e artísticas, quer pela dimensão (18 hectares), diversidade paisagística e estado de conservação, o Parque de Serralves é um lugar único no panorama nacional e internacional. Inclui paisagens muito diversificadas, desde os declinados socalcos aos frondosos bosques, da geometria labiríntica de uns jardins aos terrenos agrícolas, do roseiral ao lago romântico. Composto por vestígios de um jardim do século XIX, pela Quinta do Mata-Sete, pela Casa de Serralves e pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, cujos jardins foram concebidos de modo a fundirem-se harmoniosamente com a paisagem envolvente e a estrutura edificada. Edifício classificado como monumento de interesse público.
Parque da Cidade
O Parque da Cidade é o maior parque urbano do país, com uma superfície de 83 hectares que se estendem até ao Oceano Atlântico, uma particularidade rara a nível mundial. Foi projetado pelo arquiteto paisagista Sidónio Pardal, tendo sido inaugurado em 1993 (1ª fase) e finalizado em 2002. A presença da pedra assume uma característica preponderante deste parque, onde a construção de muros de suporte de terras, estadias e pavimentos criam uma ideia rural e campestre. Em 2000, foi selecionado pela Ordem dos Engenheiros, como uma das “100 obras mais notáveis construídas no século XX em Portugal”. Entre outros equipamentos, acolhe ainda o Centro de Educação Ambiental.

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Dia 3

Jardim Arca d'Água
Projectado por Jerónimo Monteiro da Costa, foi inaugurado em 1928. O jardim deve o seu nome aos reservatórios das águas de Paranhos (Arca D’Água) que foram o sustento de muitas fontes e chafarizes do Porto, até finais do século XIX. O Jardim de Arca D’Água é povoado por árvores frondosas, uma gruta artificial e um lago com alguns animais. Entre o lago e o coreto, situado a Sul, num segmento de nível mais aplanado, destacam-se as magnólias de grande interesse ornamental e os cedros. Possui uma escultura da autoria de Cherters de ALmeida, inaugurada em 1972 e intitulada "A família".

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Quinta do Covelo
Comprada no século XX por um comerciante, José do Covelo, que lhe deu o nome atual, comporta hoje cerca de 8 hectares. A antiga Quinta de Paranhos foi doada à CMP e ao Ministério da Saúde, com o impedimento de indivisibilidade e para edificação hospitalar, tendo o Ministério da Saúde prescindido de aí construir o referido equipamento. A CMP gere actualmente a totalidade do espaço disponível ao público. Em 1987/88 a quinta foi recuperada a partir dum projeto do Arqt. Castro Calapes. O Parque Infantil, inaugurado em 2009, é um projeto da arquiteta Célia Peralta. Acolhe ainda um Centro de Educação Ambiental.

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Parque de S. Roque
O agora denominado Parque de São Roque, com mais de 4 hectares, foi adquirido à família Calém pela Câmara Municipal do Porto em 1979, tendo sido aberto ao público nesse mesmo ano e revitalizado no início de 1990. Os jardins ostentam elementos muito em voga no século passado tais como minaretes, sebes, repuxos, fogaréus, etc. Um conjunto de peças esculturais foi então instalado pela Câmara Municipal do Porto e aí reconstruída uma capela até então existente no Largo Actor Dias, assim como o labirinto de Buxus sempervirens. Mantém a característica de jardim romântico. Desde o ano letivo de 2002/2003 acolhe também um Centro de Educação Ambiental.

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Parque de Nova Sintra
Os jardins e mata da Quinta de Nova Sintra encontram-se neste momento em fase de profunda requalificação. A partir de janeiro de 2018 será já possível visitar o local. Este parque foi noutros tempos propriedade da família Reid, de origem britânica, tendo sido adquirida pela Câmara Municipal do Porto em 1932. O jardim mantém muitas características de origem: grande diversidade botânica, denso arvoredo, mata frondosa, numerosas alamedas e veredas. O palacete da quinta é hoje ocupado pela empresa Águas do Porto e respectivas infra-estruturas, e o espaço verde da quinta, transformado em parque, alberga as antigas fontes e chafarizes do Porto, deslocados na altura da progressiva canalização da água na cidade.

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Quinta de Villar D´Allen
Imóvel de Interesse Publico, Villar d'Allen é uma sobrevivente das quintas de recreio que nos séc. XVIII e XIX rodeavam a cidade do Porto. Adquirida por João Allen, negociante inglês em 1839 à família Simões. Possui um edifício de arquitectura eclética, típica do romantismo do séc. XIX. Villar d’Allen mantém o jardim “à francesa” criado pelos Simões 1780, o “parterre gardenesque" desenhado por João Allen em 1839”, os jardins românticos, criados em 1860 por Alfredo Allen, com o lagos, regatos e cascatas artificiais, e uma variedade de plantas exóticas. Em pontos marcantes, esculturas de Nicolau Nasoni. Possui um viveiro de plantas ornamentais de exterior. Para além das visitas guiadas, Villar d’Allen organiza eventos familiares, culturais ou empresariais.
Quinta de Bonjóia
A Quinta de Bonjóia, com cerca de 40.000 m² e uma casa do séc. XVIII (de traça atribuída ao arquiteto Nicolau Nasoni), rodeada de jardins e mata, proporciona aos seus visitantes um vasto conjunto de equipamentos, onde se pode organizar e/ou realizar festas, jantares, conferências, reuniões, atividades promocionais, aulas de formação, concertos, provas desportivas, desportos radicais e muitas outras atividades. Os espaços incluem um restaurante/formação equipado com cozinha industrial e um bar; um moderno centro de formação; ringue desportivo com balneários; salas para conferências e/ou reuniões e a Casa da Brincad'Eira, especialmente pensada para crianças e jovens. Nesta quinta tem a sua sede a Fundação Porto Social, instituição de direito privado sem fins lucrativos, cuja missão é a de “promover a inclusão e a coesão social” no concelho do Porto. Edifício classificado como monumento de interesse público.
Parque Oriental
Inaugurado em Junho de 2010, o Parque Oriental apresenta uma área aproximada de 10 hectares de espaços verdes e tem servido a população na sua componente de espaço verde, notando-se, nos últimos tempos, um aumento considerável de afluência de utentes. A sua vegetação tem vindo a desenvolver-se de forma notória, com intervenções de plantação recorrente ainda em curso com vista a garantir a sua componente estética e paisagística, visando contribuir para o bem-estar da população, garantindo a sustentabilidade do espaço e promovendo a sua biodiversidade.
  • Turismo do Porto


    Atualizado pela última vez 2020-01-07

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