Dia 1

Miradouro – Colégio dos Órfãos
Vista sobre a famosa Ponte D. Maria Pia, de Gustave Eiffel, e sobre a Ponte de S. João. Ambas dedicadas ao transporte ferroviário, embora a primeira se encontre desactivada.

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Miradouro – Fontaínhas
A partir deste local, junto à Ponte do Infante, avista-se Gaia, na outra margem do rio, bem como uma parte da Ponte D. Luís I, sendo muito utilizado para avistar o fogo-de-artifício das festas de São João.

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Miradouro - Serra do Pilar
Património da Humanidade, começou a ser edificado em 1538, sendo terminado apenas por volta de 1670. No inicio foi criado com o intuito e albergar os Frades Agostinhos do Mosteiro de Grijó. Mais tarde, durante a Guerra Civil de 1832-1834, o exercito liberal instalou-se no mosteiro. Fruto da guerra e dos ataques constantes que sofreu, ficou num estado deplorável de ruína e abandono, até que em 1834, com a criação da Real Irmandade de Nª Srª do Pilar, e posteriormente do Grupo de Amigos do Mosteiro da Serra do Pilar, em 1925, se recuperou o conjunto museológico. A igreja de planta circular, tem a abóbada rodeada por um varandim, o claustro também é circular, com 36 colunas jónicas, único exemplar em Portugal. Do seu grandioso terraço avista-se toda a marginal ribeirinha do Porto e Gaia até à Ponte da Arrábida, o centro histórico com destaque para a Catedral e Ponte D. Luis I. Na direcção oposta avista-se a zona das Fontainhas e a Ponte de S. João.
Miradouro – Terreiro da Sé
O Terreiro da Sé que é enquadrado pelos edifícios da Catedral, Casa do Cabido, Paço Episcopal e Casa da Câmara é o resultado das obras de requalificação de 1940 e que consistiram na demolição de vários quarteirões de origem medieval para dar lugar a um amplo recinto que recebeu em 1945, por iniciativa da Câmara do Porto, um pelourinho. Deste local é possível avistar toda a zona do Barredo, o Rio Douro e a cidade de Gaia.

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Miradouro – Largo do Colégio
Vista sobre o casario que se estende até ao Rio Douro, tendo como pano de fundo a ribeira de Vila Nova de Gaia.

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Igreja de Nossa Senhora da Vitória
Edificada em 1755, por iniciativa do bispo D. Frei António de Sousa, para substituir o antigo templo, as obras terminaram em 1769. Esta igreja foi bastante afetada durante o Cerco do Porto e por um incêndio que deflagrou em 1874 e que destruiu o altar-mor. Destaca-se no seu interior as talhas dos altares, dos púlpitos e da sanefa do arco cruzeiro, desenhada e executada pelos mais notáveis artistas do rococó portuense – Francisco Pereira Campanhã e José Teixeira Guimarães. A escultura da Virgem do altar-mor é da autoria do escultor Soares dos Reis, exceto o rosto encomendado a um santeiro local.

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Passeio das Virtudes
O acesso ao Jardim do Passeio das Virtudes estará condicionado durante o período em que vigorar a situação de contigência, para desencorajar a aglomeração de pessoas naquele local. A Câmara do Porto procedeu à colocação de um gradeamento temporário no jardim, afixando também as recomendações sanitárias que os visitantes do local devem respeitar: equacionar o uso de máscara ou viseira; sempre que necessário, higienizar as mãos com uma solução desinfetante cutânea; manter o distanciamento físico de dois metros; cumprir com as medidas de etiqueta respiratória; evitar longos períodos de permanência e uma concentração excessiva. De forma a melhor controlar a aglomeração de pessoas no local, o Jardim do Passeio das Virtudes verá condicionado o seu período de utilização, que passa a ser das 8 às 20 horas. Os ajuntamentos estão limitados a 10 pessoas, e é poibido o consumo e bebidas alcoólicas na via pública. A alameda permite uma excelente perspectiva sobre o rio, até a barra da foz do Rio Douro. Em primeiro plano pode ver-se a Fonte das Virtudes e, logo, os socalcos que descem até São Pedro de Miragaia. Junto ao rio, vê-se o imponente edifício da Alfândega.
Miradouro – Restauração
Local situado na Rua da Restauração, junto à Rua Jorge Viterbo Ferreira, de onde se observa uma ampla paisagem desde o Cais de Gaia até à Ponte da Arrábida.

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Jardins do Palácio de Cristal
Os jardins do Palácio de Cristal encontram-se encerrados, de forma a prevenir o surto do Covid-19. Os Jardins Românticos do Palácio de Cristal, ocupam uma área de 8 hectares no centro do Porto e foram projetados no século XIX pelo arquiteto paisagista alemão Émille David, no contexto da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal. Atualmente conservam-se ainda do projeto original, o Jardim Émille David na entrada principal, a Avenida das Tílias, o bosque e a conceção das varandas sobre o Douro. Podemos ainda contemplar as magníficas panorâmicas sobre o rio e sobre a cidade, que miradouros em posições estratégicas nos oferecem. De referir que estes jardins tirando partido do património botânico e da dinâmica lúdico-cultural, acolhe um Centro de Educação Ambiental. Flora: Tulipeiro da Virginia (Liriodendron tulipifera), Acer (Acer negundo), Tília (Cordata, Platyphyllos e Tomentosa), Camelia sp., Magnólia (Magnolia grandiflora), Metrosideros, Palmeira (Washingtonia Robusta), Araucaria (Araucaria Heterophylla) Infraestruturas Disponíveis: WC públicos; Cafetaria/Restaurantes; Campos desportivos (Futebol e Basquetebol); Parque Infantil; Biblioteca e Centro de Educação Ambiental (CEA) e Museu Romântico. 1 outubro a 30 março: 08h00-19h00 1 abril a 30 setembro: 08h00-21h00
Miradouro – Quinta da Macieirinha
Com a foz do Rio Douro como pano de fundo, o enquadramento dado pela Ponte da Arrábida, torna esta paisagem única ao pôr do sol.

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Miradouro – Via Panorâmica
Deste local avista-se a marginal de Gaia até à Afurada, destacando-se a Ponte da Arrábida.

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Dia 2

Muralha Fernandina
A muralha Fernandina veio substituir a antiga cerca alto-medieval, que no séc. XIV se mostrava demasiado pequena, face ao desenvolvimento da cidade. Foi reedificada por D. Fernando, de quem conservou o nome, entre 1368 e 1437, com verbas da Sisa do Vinho e tinha uma extensão de 3000 passos e altura média de 30 pés. Era guarnecida de ameias e reforçada por numerosos cubelos e torres quadradas. Presentemente existem ainda dois trechos, um localizado junto à Rua Arnaldo Gama intitulado Trecho dos Guindais e o outro junto das Escadas do Caminho Novo, intitulado Trecho do Caminho Novo. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.
Ponte Luiz I
Projectada pelo Eng.º Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel, inaugurada em 1886, é constituída por dois tabuleiros em ferro sobrepostos. Tem 395 metros de comprimento e 8 de largura, sendo o seu arco ainda hoje considerado o maior arco do mundo em ferro forjado. Actualmente o tabuleiro superior é ocupado por uma das linhas do Metro do Grande Porto, ligando a zona da Catedral no Porto, ao Jardim do Morro e à Avenida da Républica em Vila Nova de Gaia.

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Miradouro – Elevador da Lada (Ribeira)
Próximo da Ponte D. Luís I, é possível avistar, para além desta, o Miradouro da Serra do Pilar e os Cais da Ribeira e Gaia.

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Paços do Concelho
Iniciada a construção em 1920, só em 1957, após várias interrupções e alterações ao projecto inicial, é dado como concluído o projecto. Constituído por seis pisos, uma cave e dois pátios interiores. Para atingir o topo da torre central, a 70 metros de altura e da qual faz parte um relógio de carrilhão, é necessária uma escalada de 180 degraus. Fundamentalmente constituído de mármore e granito, o interior do edifício conta com alguns locais nobremente decorados, nos quais são realizadas as cerimónias mais solenes e as habituais Assembleias Municipais e Reuniões de Executivo. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho, considerando que desde cedo o Município do Porto utilizou as verbas resultantes de impostos e rendas sobre o vinho em melhoramentos relacionados com a defesa, o abastecimento de águas, as ligações viárias e reformas urbanísticas da cidade.
Torre dos Clérigos
Obra barroca, da autoria de Nicolau Nasoni, construída na primeira metade do século XVIII. A Torre é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Porto. A vista panorâmica sobre a cidade e o rio Douro, que se alcança do alto da Torre, vale bem o esforço de subir a escadaria com cerca de 240 degraus. Aproveitando os recentes trabalhos de renovação e reconversão de um dos mais prestigiados edifícios da cidade do Porto, apoiados num projeto que cedo resolveu os constrangimentos de acessibilidade do complexo, foi instalado de um posto de perceção multissensorial que simulasse a experiência de subida à Torre do Clérigos, acessível e disponível a todos os visitantes. Presente no edifício dos Clérigos encontra algum do Acervo da Irmandade e a Coleção dos Christus, onde pode fazer uma viagem pelo tempo e pelo espaço, onde a arte e a religião se complementam.

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Dia 3

Ponte da Arrábida
A Ponte da Arrábida, projectada por Edgar Cardoso, com um vão de 270m, foi durante algum tempo o recorde mundial para pontes em arco de betão armado. Inaugurada em 1963, atinge 70m acima do nível médio das águas. Os quatro grandes pilares que rematam a zona central da ponte apresentam esculturas em bronze, integradas no espírito inovador e na estética modernista da Ponte. Esta ponte é atravessada pela Autoestrada nº 1 (A1) ligando a zona do Campo Alegre, no lado do Porto, à zona da Arrábida, no lado de Vila Nova de Gaia. Obra classificada como monumento nacional.

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Miradouro – Capela de Santa Catarina e Senhora dos Anjos
Localizada num dos pontos mais altos da freguesia de Lordelo do Ouro, oferece uma ampla vista do estuário do Rio Douro, incluindo o Jardim do Calém até ao mar.

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Miradouro – Pérgola
Local romântico à beira mar, ladeado por um pequeno jardim, ideal para apreciar o pôr do sol. Estilo neoclássico, de cor amarelo dourado que vai variando com a luz do sol. As sombras das colunas e das traves criam um quadro abstracto no chão e nos jardins à volta. Existência de cafés e esplanadas nas proximidades.

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Miradouro – Molhe
Sobre a praia do Molhe, espaço amplo com bancos de jardim, utilizado para prática de desportos e realização de pequenos eventos. Vista sobre toda a zona costeira da Foz.

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Castelo do Queijo
Construído no séc. XVII para defesa costeira contra as incursões de piratas do Norte de África. É também conhecido como Castelo do Queijo por, segundo a tradição, ter sido edificado sobre uma rocha de granito arredondada, e com um formato similar ao de um queijo.
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    Atualizado pela última vez 2020-08-06

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O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa e a riqueza do seu património artístico, o Vinho do Porto, os vastos espaços dedicados ao lazer e a sua vida cultural são apenas alguns dos motivos que convidam a visitar a cidade.

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