18 Maio 2020 a 24 Maio 2020

International Science and Engineering Fair (ISEF) decorre de 18 a 22 de maio em formato virtual e gratuito

18/05/2020

Decorre entre 18 e 22 de Maio a edição deste ano da Virtual Regeneron ISEF 2020 - International Science and Engennering Fair, que este ano se realiza em formato virtual. Com um ambicioso programa dedicado à ciência e um conjunto de participantes de renome, entre os quais vários prémios nobel, o evento irá por em debate a comunidade científica sob diversos temas da atualidade com tópicos que variam do COVID-19 ao empreendedorismo feminino STEM. A edição deste ano tem enorme relevância porque permite o acesso gratuito a todos os jovens neste grande evento da ciência.A Fundação da Juventude convida-vos a fazer a inscrição no evento em https://isef.6connex.com/event/virtual/login. Este ano iremos levar a este grande concurso internacional dois projetos: “Ondas Gravitacionais: Aplicação de Múltiplos Métodos Estatísticos e Transformada de Fourier” dos jovens estudantes João Dinis Álvares; Ana Raquel Moreira da Escola Secundária Dona Maria (Braga) e o projeto “Firebot” dos jovens estudantes Nelson Salgado, Maria de Fátima Guimarães e Carla Cunha da Escola Profissional de Felgueiras. Esta participação é também virtual. Ao longo da semana iremos acompanhar a programação do ISEF e fazer duas talks com os participantes nos dois projetos para dar a conhecer o talento destes jovens cientistas portugueses. Aproveitamos para informar que ainda estão a decorrer até ao dia 5 de Junho as candidaturas à 28ª edição do Concurso Nacional para Jovens Cientistas e a 3ª edição do Concurso Nacional Jovens Empreendedores. A toda a Comunidade Científica, Alunos, Professores e Escolas fica este convite para que se juntem a nós e aproveitem estas iniciativas. Siga-nos nas nossas redes sociais e participe neste grande encontro da ciência que é a Virtual Regeneron ISFE 2020 Fair.

Está Aqui

Até 12/07/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.

Electric: A Virtual Reality Exhibition

Até 30/08/2020

12 €

Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg e Anish Kapoor. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. Anish Kapoor e Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves.

Orient Express – Viagem de Retorno

Até 16/07/2020

12 €

Ao longo de cerca trinta anos foi criado um espólio de maquetes e outras peças que foram usadas em exposições da Obra do arquiteto Álvaro Siza. A maioria das exposições onde este material expositivo foi usado, ou exposto, teve a curadoria do arquiteto Carlos Castanheira que o mantinha à sua guarda. Muitas destas peças, em especial maquetes de madeira e maquetes de cartão foram emprestadas para muitas outras exposições organizadas e curadas em todo o mundo, como por exemplo as que fazem parte da exposição (in)Disciplina patente no Museu de Serralves. Estando o Museu de Serralves a criar e a organizar atividades, assim como um Arquivo de Arquitetura, pareceu a Álvaro Siza e a Carlos Castanheira que é o momento indicado para entregar ao cuidado do Museu de Serralves a guarda, restauro e gestão de todas essas peças. Em 2019 procedeu-se ao transporte, entrega, avaliação, inventariação e depósito do referido material. No início de 2020, em especial as maquetes, serão alvo de limpeza e restauro de modo a que estejam disponíveis para o empréstimo, para a consulta e análise de estudiosos mas também do público em geral. Com este espólio pretende-se que seja possível criar melhores condições para a divulgação, interpretação e discussão da Arquitetura como uma Arte essencial e fundamental ao bem-estar e evolução da Humanidade.


International Science and Engineering Fair (ISEF) decorre de 18 a 22 de maio em formato virtual e gratuito

18/05/2020

Decorre entre 18 e 22 de Maio a edição deste ano da Virtual Regeneron ISEF 2020 - International Science and Engennering Fair, que este ano se realiza em formato virtual. Com um ambicioso programa dedicado à ciência e um conjunto de participantes de renome, entre os quais vários prémios nobel, o evento irá por em debate a comunidade científica sob diversos temas da atualidade com tópicos que variam do COVID-19 ao empreendedorismo feminino STEM. A edição deste ano tem enorme relevância porque permite o acesso gratuito a todos os jovens neste grande evento da ciência.A Fundação da Juventude convida-vos a fazer a inscrição no evento em https://isef.6connex.com/event/virtual/login. Este ano iremos levar a este grande concurso internacional dois projetos: “Ondas Gravitacionais: Aplicação de Múltiplos Métodos Estatísticos e Transformada de Fourier” dos jovens estudantes João Dinis Álvares; Ana Raquel Moreira da Escola Secundária Dona Maria (Braga) e o projeto “Firebot” dos jovens estudantes Nelson Salgado, Maria de Fátima Guimarães e Carla Cunha da Escola Profissional de Felgueiras. Esta participação é também virtual. Ao longo da semana iremos acompanhar a programação do ISEF e fazer duas talks com os participantes nos dois projetos para dar a conhecer o talento destes jovens cientistas portugueses. Aproveitamos para informar que ainda estão a decorrer até ao dia 5 de Junho as candidaturas à 28ª edição do Concurso Nacional para Jovens Cientistas e a 3ª edição do Concurso Nacional Jovens Empreendedores. A toda a Comunidade Científica, Alunos, Professores e Escolas fica este convite para que se juntem a nós e aproveitem estas iniciativas. Siga-nos nas nossas redes sociais e participe neste grande encontro da ciência que é a Virtual Regeneron ISFE 2020 Fair.

Está Aqui

Até 12/07/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.

Electric: A Virtual Reality Exhibition

Até 30/08/2020

12 €

Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg e Anish Kapoor. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. Anish Kapoor e Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves.

Orient Express – Viagem de Retorno

Até 16/07/2020

12 €

Ao longo de cerca trinta anos foi criado um espólio de maquetes e outras peças que foram usadas em exposições da Obra do arquiteto Álvaro Siza. A maioria das exposições onde este material expositivo foi usado, ou exposto, teve a curadoria do arquiteto Carlos Castanheira que o mantinha à sua guarda. Muitas destas peças, em especial maquetes de madeira e maquetes de cartão foram emprestadas para muitas outras exposições organizadas e curadas em todo o mundo, como por exemplo as que fazem parte da exposição (in)Disciplina patente no Museu de Serralves. Estando o Museu de Serralves a criar e a organizar atividades, assim como um Arquivo de Arquitetura, pareceu a Álvaro Siza e a Carlos Castanheira que é o momento indicado para entregar ao cuidado do Museu de Serralves a guarda, restauro e gestão de todas essas peças. Em 2019 procedeu-se ao transporte, entrega, avaliação, inventariação e depósito do referido material. No início de 2020, em especial as maquetes, serão alvo de limpeza e restauro de modo a que estejam disponíveis para o empréstimo, para a consulta e análise de estudiosos mas também do público em geral. Com este espólio pretende-se que seja possível criar melhores condições para a divulgação, interpretação e discussão da Arquitetura como uma Arte essencial e fundamental ao bem-estar e evolução da Humanidade.


International Science and Engineering Fair (ISEF) decorre de 18 a 22 de maio em formato virtual e gratuito

18/05/2020

Decorre entre 18 e 22 de Maio a edição deste ano da Virtual Regeneron ISEF 2020 - International Science and Engennering Fair, que este ano se realiza em formato virtual. Com um ambicioso programa dedicado à ciência e um conjunto de participantes de renome, entre os quais vários prémios nobel, o evento irá por em debate a comunidade científica sob diversos temas da atualidade com tópicos que variam do COVID-19 ao empreendedorismo feminino STEM. A edição deste ano tem enorme relevância porque permite o acesso gratuito a todos os jovens neste grande evento da ciência.A Fundação da Juventude convida-vos a fazer a inscrição no evento em https://isef.6connex.com/event/virtual/login. Este ano iremos levar a este grande concurso internacional dois projetos: “Ondas Gravitacionais: Aplicação de Múltiplos Métodos Estatísticos e Transformada de Fourier” dos jovens estudantes João Dinis Álvares; Ana Raquel Moreira da Escola Secundária Dona Maria (Braga) e o projeto “Firebot” dos jovens estudantes Nelson Salgado, Maria de Fátima Guimarães e Carla Cunha da Escola Profissional de Felgueiras. Esta participação é também virtual. Ao longo da semana iremos acompanhar a programação do ISEF e fazer duas talks com os participantes nos dois projetos para dar a conhecer o talento destes jovens cientistas portugueses. Aproveitamos para informar que ainda estão a decorrer até ao dia 5 de Junho as candidaturas à 28ª edição do Concurso Nacional para Jovens Cientistas e a 3ª edição do Concurso Nacional Jovens Empreendedores. A toda a Comunidade Científica, Alunos, Professores e Escolas fica este convite para que se juntem a nós e aproveitem estas iniciativas. Siga-nos nas nossas redes sociais e participe neste grande encontro da ciência que é a Virtual Regeneron ISFE 2020 Fair.

Macbeth

20/05/2020

Macbeth foi escrito por William Shakespeare provavelmente em 1606, num período particular da sua vida que veria nascer as suas grandes tragédias – Júlio César, Hamlet, Lear, Otelo, Timon de Atenas. Para o enredo dramático de MACBETH, Shakespeare encontra inspiração nas crónicas de Holinshed sobre factos ocorridos na Escócia dos séc. X e XI. E, de uma forma genial, cruza na ação da peça dois factos históricos reais: o assassínio do rei Duff por Donwald (967) e o assassínio de Duncan por Macbeth e o seu posterior reinado (1040/1057). Ao fim de cerca de dois milénios e meio de história do Teatro e, com a devida veneração pelas grandes tragédias gregas, Macbeth é ainda a grande obra trágica universal que, de uma forma essencial, do ponto de vista narrativo, nos expõe e faz refletir sobre o amor e o poder como impulsionadores dos destinos do Homem. A saga implacável do herói trágico Macbeth, tem ressonâncias inquietantes com o tempo que vivemos. É essa dimensão política da obra, que a torna ainda mais intemporal. Macbeth mata por amor, por ânsia de poder e por crença no sobrenatural. E assim Shakespeare celebra nesta obra uma poética da morte e do amor, conduzindo-nos inexoravelmente pelos labirintos interiores do ser humano através de uma linguagem intensamente poética.

Está Aqui

Até 12/07/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.

Electric: A Virtual Reality Exhibition

Até 30/08/2020

12 €

Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg e Anish Kapoor. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. Anish Kapoor e Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves.


International Science and Engineering Fair (ISEF) decorre de 18 a 22 de maio em formato virtual e gratuito

18/05/2020

Decorre entre 18 e 22 de Maio a edição deste ano da Virtual Regeneron ISEF 2020 - International Science and Engennering Fair, que este ano se realiza em formato virtual. Com um ambicioso programa dedicado à ciência e um conjunto de participantes de renome, entre os quais vários prémios nobel, o evento irá por em debate a comunidade científica sob diversos temas da atualidade com tópicos que variam do COVID-19 ao empreendedorismo feminino STEM. A edição deste ano tem enorme relevância porque permite o acesso gratuito a todos os jovens neste grande evento da ciência.A Fundação da Juventude convida-vos a fazer a inscrição no evento em https://isef.6connex.com/event/virtual/login. Este ano iremos levar a este grande concurso internacional dois projetos: “Ondas Gravitacionais: Aplicação de Múltiplos Métodos Estatísticos e Transformada de Fourier” dos jovens estudantes João Dinis Álvares; Ana Raquel Moreira da Escola Secundária Dona Maria (Braga) e o projeto “Firebot” dos jovens estudantes Nelson Salgado, Maria de Fátima Guimarães e Carla Cunha da Escola Profissional de Felgueiras. Esta participação é também virtual. Ao longo da semana iremos acompanhar a programação do ISEF e fazer duas talks com os participantes nos dois projetos para dar a conhecer o talento destes jovens cientistas portugueses. Aproveitamos para informar que ainda estão a decorrer até ao dia 5 de Junho as candidaturas à 28ª edição do Concurso Nacional para Jovens Cientistas e a 3ª edição do Concurso Nacional Jovens Empreendedores. A toda a Comunidade Científica, Alunos, Professores e Escolas fica este convite para que se juntem a nós e aproveitem estas iniciativas. Siga-nos nas nossas redes sociais e participe neste grande encontro da ciência que é a Virtual Regeneron ISFE 2020 Fair.

Macbeth

20/05/2020

Macbeth foi escrito por William Shakespeare provavelmente em 1606, num período particular da sua vida que veria nascer as suas grandes tragédias – Júlio César, Hamlet, Lear, Otelo, Timon de Atenas. Para o enredo dramático de MACBETH, Shakespeare encontra inspiração nas crónicas de Holinshed sobre factos ocorridos na Escócia dos séc. X e XI. E, de uma forma genial, cruza na ação da peça dois factos históricos reais: o assassínio do rei Duff por Donwald (967) e o assassínio de Duncan por Macbeth e o seu posterior reinado (1040/1057). Ao fim de cerca de dois milénios e meio de história do Teatro e, com a devida veneração pelas grandes tragédias gregas, Macbeth é ainda a grande obra trágica universal que, de uma forma essencial, do ponto de vista narrativo, nos expõe e faz refletir sobre o amor e o poder como impulsionadores dos destinos do Homem. A saga implacável do herói trágico Macbeth, tem ressonâncias inquietantes com o tempo que vivemos. É essa dimensão política da obra, que a torna ainda mais intemporal. Macbeth mata por amor, por ânsia de poder e por crença no sobrenatural. E assim Shakespeare celebra nesta obra uma poética da morte e do amor, conduzindo-nos inexoravelmente pelos labirintos interiores do ser humano através de uma linguagem intensamente poética.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Está Aqui

Até 12/07/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.


International Science and Engineering Fair (ISEF) decorre de 18 a 22 de maio em formato virtual e gratuito

18/05/2020

Decorre entre 18 e 22 de Maio a edição deste ano da Virtual Regeneron ISEF 2020 - International Science and Engennering Fair, que este ano se realiza em formato virtual. Com um ambicioso programa dedicado à ciência e um conjunto de participantes de renome, entre os quais vários prémios nobel, o evento irá por em debate a comunidade científica sob diversos temas da atualidade com tópicos que variam do COVID-19 ao empreendedorismo feminino STEM. A edição deste ano tem enorme relevância porque permite o acesso gratuito a todos os jovens neste grande evento da ciência.A Fundação da Juventude convida-vos a fazer a inscrição no evento em https://isef.6connex.com/event/virtual/login. Este ano iremos levar a este grande concurso internacional dois projetos: “Ondas Gravitacionais: Aplicação de Múltiplos Métodos Estatísticos e Transformada de Fourier” dos jovens estudantes João Dinis Álvares; Ana Raquel Moreira da Escola Secundária Dona Maria (Braga) e o projeto “Firebot” dos jovens estudantes Nelson Salgado, Maria de Fátima Guimarães e Carla Cunha da Escola Profissional de Felgueiras. Esta participação é também virtual. Ao longo da semana iremos acompanhar a programação do ISEF e fazer duas talks com os participantes nos dois projetos para dar a conhecer o talento destes jovens cientistas portugueses. Aproveitamos para informar que ainda estão a decorrer até ao dia 5 de Junho as candidaturas à 28ª edição do Concurso Nacional para Jovens Cientistas e a 3ª edição do Concurso Nacional Jovens Empreendedores. A toda a Comunidade Científica, Alunos, Professores e Escolas fica este convite para que se juntem a nós e aproveitem estas iniciativas. Siga-nos nas nossas redes sociais e participe neste grande encontro da ciência que é a Virtual Regeneron ISFE 2020 Fair.

Macbeth

20/05/2020

Macbeth foi escrito por William Shakespeare provavelmente em 1606, num período particular da sua vida que veria nascer as suas grandes tragédias – Júlio César, Hamlet, Lear, Otelo, Timon de Atenas. Para o enredo dramático de MACBETH, Shakespeare encontra inspiração nas crónicas de Holinshed sobre factos ocorridos na Escócia dos séc. X e XI. E, de uma forma genial, cruza na ação da peça dois factos históricos reais: o assassínio do rei Duff por Donwald (967) e o assassínio de Duncan por Macbeth e o seu posterior reinado (1040/1057). Ao fim de cerca de dois milénios e meio de história do Teatro e, com a devida veneração pelas grandes tragédias gregas, Macbeth é ainda a grande obra trágica universal que, de uma forma essencial, do ponto de vista narrativo, nos expõe e faz refletir sobre o amor e o poder como impulsionadores dos destinos do Homem. A saga implacável do herói trágico Macbeth, tem ressonâncias inquietantes com o tempo que vivemos. É essa dimensão política da obra, que a torna ainda mais intemporal. Macbeth mata por amor, por ânsia de poder e por crença no sobrenatural. E assim Shakespeare celebra nesta obra uma poética da morte e do amor, conduzindo-nos inexoravelmente pelos labirintos interiores do ser humano através de uma linguagem intensamente poética.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Está Aqui

Até 12/07/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.


Macbeth

20/05/2020

Macbeth foi escrito por William Shakespeare provavelmente em 1606, num período particular da sua vida que veria nascer as suas grandes tragédias – Júlio César, Hamlet, Lear, Otelo, Timon de Atenas. Para o enredo dramático de MACBETH, Shakespeare encontra inspiração nas crónicas de Holinshed sobre factos ocorridos na Escócia dos séc. X e XI. E, de uma forma genial, cruza na ação da peça dois factos históricos reais: o assassínio do rei Duff por Donwald (967) e o assassínio de Duncan por Macbeth e o seu posterior reinado (1040/1057). Ao fim de cerca de dois milénios e meio de história do Teatro e, com a devida veneração pelas grandes tragédias gregas, Macbeth é ainda a grande obra trágica universal que, de uma forma essencial, do ponto de vista narrativo, nos expõe e faz refletir sobre o amor e o poder como impulsionadores dos destinos do Homem. A saga implacável do herói trágico Macbeth, tem ressonâncias inquietantes com o tempo que vivemos. É essa dimensão política da obra, que a torna ainda mais intemporal. Macbeth mata por amor, por ânsia de poder e por crença no sobrenatural. E assim Shakespeare celebra nesta obra uma poética da morte e do amor, conduzindo-nos inexoravelmente pelos labirintos interiores do ser humano através de uma linguagem intensamente poética.

Feira de Vandoma

Até 27/12/2020

Uma das feiras mais emblemáticas da cidade, destina-se exclusivamente à venda de objetos usados, designadamente roupas, louças, mobiliário e artigos decorativos, discos, livros, aparelhos elétricos e/ou eletrónicos, utensílios domésticos e de trabalho (ferramentas). Localização: Avenida 25 de abril

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Está Aqui

Até 12/07/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.


Macbeth

20/05/2020

Macbeth foi escrito por William Shakespeare provavelmente em 1606, num período particular da sua vida que veria nascer as suas grandes tragédias – Júlio César, Hamlet, Lear, Otelo, Timon de Atenas. Para o enredo dramático de MACBETH, Shakespeare encontra inspiração nas crónicas de Holinshed sobre factos ocorridos na Escócia dos séc. X e XI. E, de uma forma genial, cruza na ação da peça dois factos históricos reais: o assassínio do rei Duff por Donwald (967) e o assassínio de Duncan por Macbeth e o seu posterior reinado (1040/1057). Ao fim de cerca de dois milénios e meio de história do Teatro e, com a devida veneração pelas grandes tragédias gregas, Macbeth é ainda a grande obra trágica universal que, de uma forma essencial, do ponto de vista narrativo, nos expõe e faz refletir sobre o amor e o poder como impulsionadores dos destinos do Homem. A saga implacável do herói trágico Macbeth, tem ressonâncias inquietantes com o tempo que vivemos. É essa dimensão política da obra, que a torna ainda mais intemporal. Macbeth mata por amor, por ânsia de poder e por crença no sobrenatural. E assim Shakespeare celebra nesta obra uma poética da morte e do amor, conduzindo-nos inexoravelmente pelos labirintos interiores do ser humano através de uma linguagem intensamente poética.

Feira dos Passarinhos

Até 28/12/2020

Venda de aves e outros animais, enquanto animais de companhia, assim como gaiolas, comedouros, bebedouros, poleiros, alimentação e demais artigos necessários para o alojamento, manutenção e criação das espécies de animais.

Feira de Numismática e Filatelia

Até 28/12/2020

Local de encontro de vários colecionadores, esta feira tem como objeto a venda e troca de moedas, postais, selos e outros objetos colecionáveis afins. Realiza-se debaixo das arcadas dos prédios que rodeiam a praça.

Feira da Pasteleira

Até 31/12/2020

Venda de diversos produtos, nomeadamente produtos alimentares, roupa, calçado e têxteis lar. Legalizada e relocalizada em 2019. Localização: Rua Bartolomeu Velho