30 Março 2020 a 5 Abril 2020

Oficina Páscoa no Teatro

Até 03/04/2020

70 €

O TNSJ propõe uma oficina para jovens entre os 10 e os 13 anos, que tem por objetivo estimular a criatividade e a sensibilidade artística dos mais novos. Durante cinco dias, orientados por formadores da área do teatro, os jovens participantes da Oficina Páscoa no Teatro irão usufruir de uma experiência ao nível da escrita, da representação e do movimento, participando por fim num exercício teatral coletivo.

Hollywood Icons: Fábrica de Estrelas

Até 07/06/2020

A Terra Esplêndida e a Fundação John Kobal apresentam Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas – Fotografias da Fundação John Kobal, no Centro Português de Fotografia. Uma exposição inédita em Portugal, sobre a importância da fotografia na era de ouro de Hollywood. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas apresenta 161 retratos dos maiores nomes da história do cinema, registados por alguns dos mestres da fotografia da era clássica de Hollywood: os fotógrafos de estúdio, pouco aclamados e que trabalhavam discretamente nos bastidores, mas cujas fotografias, distribuídas aos milhares pelos estúdios de cinema, foram fundamentais para a criação das estrelas do grande écran e para a promoção dos filmes e do estilo de Hollywood em todo o mundo. Estes fotógrafos encontraram nos estúdios de Hollywood a possibilidade de desenvolver o seu trabalho artístico, criando retratos intemporais que fazem parte da história da fotografia. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas dá a conhecer o trabalho de mais de 50 fotógrafos entre os quais Clarence Sinclair Bull, Eugene Robert Richee, Robert Coburn, William Walling Jr, John Engstead, Elmer Fryer, Laszlo Willinger, A.L. "Whitey" Schafer, Ted Allan ou ainda Ruth Harriet Louise, a primeira mulher à frente do departamento de fotografia de um estúdio. Apresentando as principais estrelas de cada período, dos anos 20 aos anos 60, começando pelas lendas do cinema mudo, Charlie Chaplin e Mary Pickford, continuando com magníficos atores dos primórdios do sonoro, como Marlene Dietrich, Joan Crawford, Clark Gable e Cary Grant, e terminando com os gigantes do pós-guerra como Marlon Brando, Paul Newman, Marilyn Monroe, Sophia Loren e Marcello Mastroianni, Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas inclui também uma sala dedicada aos fotógrafos e ao processo de criação de estrelas, uma verdadeira "linha de montagem" para a fabricação de entretenimento, glamour e fama. A exposição apresenta ainda John Kobal (1940 – 1991), um dos mais respeitados historiadores de cinema. Autor de mais de trinta livros sobre cinema e fotografia, incluindo “The Art of the Great Hollywood Portrait Photographers” e “People Will Talk”, Kobal foi o criador da Fundação com o seu nome para salvaguardar a sua impressionante coleção de fotografias, imagens de filmes e recordações. John Kobal compreendeu melhor que ninguém a importância deste conjunto de imagens de Hollywood para a história do cinema e preocupou-se profundamente com a sua preservação. A partir do final dos anos 1960, Kobal procurou trabalhar com os fotógrafos responsáveis pelas imagens na sua coleção, incentivando-os a fazer novas impressões a partir dos seus negativos originais com a intenção de, finalmente, lhes dar o reconhecimento que nunca tiveram pelo mérito artístico do seu trabalho. Uma seleção dessas impressões forma o núcleo desta exposição, juntamente com outras originais, que remontam à época dos estúdios.

Inventória de Ana Jotta

Até 08/05/2020

7 €

Entramos na casa. Está vazia. O dono acabou de se mudar ou então está prestes a mudar-se. Nenhuma cama, nenhuma mobília, nenhuns livros. Vêem-se uns quantos objetos, três candeeiros, algumas decorações, uma pequena mesa de jogos e um sem-número de estranhos rabiscos nas paredes. “Viver é deixar traços”, diz Walter Benjamin quando discute o nascimento do interior doméstico. “No interior, eles são acentuados. É criada uma abundância de coberturas e protetores, revestimentos e caixas, nos quais os traços dos objetos de uso quotidiano ficam gravados. Os traços do ocupante também deixam a sua marca no interior. A história de detetives que segue esses traços ganha forma. (…) Os criminosos dos primeiros romances policiais não são nem cavalheiros nem apaches, mas membros da burguesia.” A obra de Jotta está inseparavelmente ligada ao interior – à sua casa, que como uma grande obra de arte se assemelha a uma construção algures entre o Merzbau de Schwitters, o Wunderkammer, ou a casa-atelier de Dieter Roth, repleta de coisas e obras de arte, onde é impossível distinguir o estatuto de cada uma delas, e onde também é quase impossível movermo-nos, dominada que ela está por um total horror vacui. Na exposição INVENTÓRIA, Jotta constrói um cenário invertido: o amor vacui e o vazio tornam-se o tema principal desta instalação radical. Como a artista sugere na “folha de sala” que escreveu para acompanhar a exposição, entramos num “programa de filmes à la Salle Noir” em quatro atos, um enigmático cenário de filmagens com uma última contredanse dançada num baile desconhecido, talvez na Villa Santo Sospir, talvez na Casa São Roque. Local: Casa São Roque - Centro de Arte, Rua São Roque da Lameira nº2092


Oficina Páscoa no Teatro

Até 03/04/2020

70 €

O TNSJ propõe uma oficina para jovens entre os 10 e os 13 anos, que tem por objetivo estimular a criatividade e a sensibilidade artística dos mais novos. Durante cinco dias, orientados por formadores da área do teatro, os jovens participantes da Oficina Páscoa no Teatro irão usufruir de uma experiência ao nível da escrita, da representação e do movimento, participando por fim num exercício teatral coletivo.

Hollywood Icons: Fábrica de Estrelas

Até 07/06/2020

A Terra Esplêndida e a Fundação John Kobal apresentam Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas – Fotografias da Fundação John Kobal, no Centro Português de Fotografia. Uma exposição inédita em Portugal, sobre a importância da fotografia na era de ouro de Hollywood. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas apresenta 161 retratos dos maiores nomes da história do cinema, registados por alguns dos mestres da fotografia da era clássica de Hollywood: os fotógrafos de estúdio, pouco aclamados e que trabalhavam discretamente nos bastidores, mas cujas fotografias, distribuídas aos milhares pelos estúdios de cinema, foram fundamentais para a criação das estrelas do grande écran e para a promoção dos filmes e do estilo de Hollywood em todo o mundo. Estes fotógrafos encontraram nos estúdios de Hollywood a possibilidade de desenvolver o seu trabalho artístico, criando retratos intemporais que fazem parte da história da fotografia. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas dá a conhecer o trabalho de mais de 50 fotógrafos entre os quais Clarence Sinclair Bull, Eugene Robert Richee, Robert Coburn, William Walling Jr, John Engstead, Elmer Fryer, Laszlo Willinger, A.L. "Whitey" Schafer, Ted Allan ou ainda Ruth Harriet Louise, a primeira mulher à frente do departamento de fotografia de um estúdio. Apresentando as principais estrelas de cada período, dos anos 20 aos anos 60, começando pelas lendas do cinema mudo, Charlie Chaplin e Mary Pickford, continuando com magníficos atores dos primórdios do sonoro, como Marlene Dietrich, Joan Crawford, Clark Gable e Cary Grant, e terminando com os gigantes do pós-guerra como Marlon Brando, Paul Newman, Marilyn Monroe, Sophia Loren e Marcello Mastroianni, Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas inclui também uma sala dedicada aos fotógrafos e ao processo de criação de estrelas, uma verdadeira "linha de montagem" para a fabricação de entretenimento, glamour e fama. A exposição apresenta ainda John Kobal (1940 – 1991), um dos mais respeitados historiadores de cinema. Autor de mais de trinta livros sobre cinema e fotografia, incluindo “The Art of the Great Hollywood Portrait Photographers” e “People Will Talk”, Kobal foi o criador da Fundação com o seu nome para salvaguardar a sua impressionante coleção de fotografias, imagens de filmes e recordações. John Kobal compreendeu melhor que ninguém a importância deste conjunto de imagens de Hollywood para a história do cinema e preocupou-se profundamente com a sua preservação. A partir do final dos anos 1960, Kobal procurou trabalhar com os fotógrafos responsáveis pelas imagens na sua coleção, incentivando-os a fazer novas impressões a partir dos seus negativos originais com a intenção de, finalmente, lhes dar o reconhecimento que nunca tiveram pelo mérito artístico do seu trabalho. Uma seleção dessas impressões forma o núcleo desta exposição, juntamente com outras originais, que remontam à época dos estúdios.

Diogo Mendes

31/03/2020

10 €

Aos 25 anos, Diogo Mendes é um dos nomes a fixar na nova geração da guitarra portuguesa ao estilo de Coimbra. Fundador do Grupo de Fado Amanhecer, que o levou a percorrer o país e a visitar França, Espanha e Canadá. Aprendeu o instrumento com grandes mestres como Manuel Coroa, Ricardo Silva, Paulo Soares, Luís Marques, Ricardo Dias, Ricardo Gordo, Custódio Castelo, Bernardo Couto, António Parreira e Hugo Vasco Reis. Com grande experiência acumulada em casas de fado da cidade dos estudantes, lançou recentemente o seu primeiro disco a solo: Portefólio.


Oficina Páscoa no Teatro

Até 03/04/2020

70 €

O TNSJ propõe uma oficina para jovens entre os 10 e os 13 anos, que tem por objetivo estimular a criatividade e a sensibilidade artística dos mais novos. Durante cinco dias, orientados por formadores da área do teatro, os jovens participantes da Oficina Páscoa no Teatro irão usufruir de uma experiência ao nível da escrita, da representação e do movimento, participando por fim num exercício teatral coletivo.

Hollywood Icons: Fábrica de Estrelas

Até 07/06/2020

A Terra Esplêndida e a Fundação John Kobal apresentam Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas – Fotografias da Fundação John Kobal, no Centro Português de Fotografia. Uma exposição inédita em Portugal, sobre a importância da fotografia na era de ouro de Hollywood. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas apresenta 161 retratos dos maiores nomes da história do cinema, registados por alguns dos mestres da fotografia da era clássica de Hollywood: os fotógrafos de estúdio, pouco aclamados e que trabalhavam discretamente nos bastidores, mas cujas fotografias, distribuídas aos milhares pelos estúdios de cinema, foram fundamentais para a criação das estrelas do grande écran e para a promoção dos filmes e do estilo de Hollywood em todo o mundo. Estes fotógrafos encontraram nos estúdios de Hollywood a possibilidade de desenvolver o seu trabalho artístico, criando retratos intemporais que fazem parte da história da fotografia. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas dá a conhecer o trabalho de mais de 50 fotógrafos entre os quais Clarence Sinclair Bull, Eugene Robert Richee, Robert Coburn, William Walling Jr, John Engstead, Elmer Fryer, Laszlo Willinger, A.L. "Whitey" Schafer, Ted Allan ou ainda Ruth Harriet Louise, a primeira mulher à frente do departamento de fotografia de um estúdio. Apresentando as principais estrelas de cada período, dos anos 20 aos anos 60, começando pelas lendas do cinema mudo, Charlie Chaplin e Mary Pickford, continuando com magníficos atores dos primórdios do sonoro, como Marlene Dietrich, Joan Crawford, Clark Gable e Cary Grant, e terminando com os gigantes do pós-guerra como Marlon Brando, Paul Newman, Marilyn Monroe, Sophia Loren e Marcello Mastroianni, Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas inclui também uma sala dedicada aos fotógrafos e ao processo de criação de estrelas, uma verdadeira "linha de montagem" para a fabricação de entretenimento, glamour e fama. A exposição apresenta ainda John Kobal (1940 – 1991), um dos mais respeitados historiadores de cinema. Autor de mais de trinta livros sobre cinema e fotografia, incluindo “The Art of the Great Hollywood Portrait Photographers” e “People Will Talk”, Kobal foi o criador da Fundação com o seu nome para salvaguardar a sua impressionante coleção de fotografias, imagens de filmes e recordações. John Kobal compreendeu melhor que ninguém a importância deste conjunto de imagens de Hollywood para a história do cinema e preocupou-se profundamente com a sua preservação. A partir do final dos anos 1960, Kobal procurou trabalhar com os fotógrafos responsáveis pelas imagens na sua coleção, incentivando-os a fazer novas impressões a partir dos seus negativos originais com a intenção de, finalmente, lhes dar o reconhecimento que nunca tiveram pelo mérito artístico do seu trabalho. Uma seleção dessas impressões forma o núcleo desta exposição, juntamente com outras originais, que remontam à época dos estúdios.

Inventória de Ana Jotta

Até 08/05/2020

7 €

Entramos na casa. Está vazia. O dono acabou de se mudar ou então está prestes a mudar-se. Nenhuma cama, nenhuma mobília, nenhuns livros. Vêem-se uns quantos objetos, três candeeiros, algumas decorações, uma pequena mesa de jogos e um sem-número de estranhos rabiscos nas paredes. “Viver é deixar traços”, diz Walter Benjamin quando discute o nascimento do interior doméstico. “No interior, eles são acentuados. É criada uma abundância de coberturas e protetores, revestimentos e caixas, nos quais os traços dos objetos de uso quotidiano ficam gravados. Os traços do ocupante também deixam a sua marca no interior. A história de detetives que segue esses traços ganha forma. (…) Os criminosos dos primeiros romances policiais não são nem cavalheiros nem apaches, mas membros da burguesia.” A obra de Jotta está inseparavelmente ligada ao interior – à sua casa, que como uma grande obra de arte se assemelha a uma construção algures entre o Merzbau de Schwitters, o Wunderkammer, ou a casa-atelier de Dieter Roth, repleta de coisas e obras de arte, onde é impossível distinguir o estatuto de cada uma delas, e onde também é quase impossível movermo-nos, dominada que ela está por um total horror vacui. Na exposição INVENTÓRIA, Jotta constrói um cenário invertido: o amor vacui e o vazio tornam-se o tema principal desta instalação radical. Como a artista sugere na “folha de sala” que escreveu para acompanhar a exposição, entramos num “programa de filmes à la Salle Noir” em quatro atos, um enigmático cenário de filmagens com uma última contredanse dançada num baile desconhecido, talvez na Villa Santo Sospir, talvez na Casa São Roque. Local: Casa São Roque - Centro de Arte, Rua São Roque da Lameira nº2092

Castro

Até 19/04/2020

12 €

Com Castro (1598), do poeta António Ferreira, Nuno Cardoso instala-se pela primeira vez no território de um cânone da dramaturgia portuguesa, pioneiro da tragédia clássica em Portugal. E quer habitar esta ficção literária, ela própria oferecendo uma leitura particular do drama histórico/lenda/mito dos amores de Pedro e Inês, para a dar a “ver com outros olhos”, revelando-lhe a modernidade e densidade intrínsecas, veladas pela poesia da linguagem e pela elocução. Um imenso palco-casa-país, espécie de maquete gigante dos espaços da ação, célula familiar primordial e claustrofóbica, coloca-nos face à intimidade concreta de personagens que se revelam cativas de si próprias e da sua irredutibilidade. Em Castro, como em A Morte de Danton, a questão da utopia (do amor, como da revolução) é crucial. É o seu negro avesso o que se expõe: o amor/desejo e o poder como vício e caos, como prerrogativa, impunidade e prepotência, como cegueira que “escurece daquela luz antiga o claro raio”. E como esse escurecimento tolda a decisão e se replica, tingindo de sangue e vingança o tecido familiar, num peculiar deslocamento do centro de Castro de Inês, e da razão de Estado como ficção e moral, para Pedro, na sua relação especular com o pai, Afonso IV. “Que estrela foi aquela tão escura?”


Oficina Páscoa no Teatro

Até 03/04/2020

70 €

O TNSJ propõe uma oficina para jovens entre os 10 e os 13 anos, que tem por objetivo estimular a criatividade e a sensibilidade artística dos mais novos. Durante cinco dias, orientados por formadores da área do teatro, os jovens participantes da Oficina Páscoa no Teatro irão usufruir de uma experiência ao nível da escrita, da representação e do movimento, participando por fim num exercício teatral coletivo.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Hollywood Icons: Fábrica de Estrelas

Até 07/06/2020

A Terra Esplêndida e a Fundação John Kobal apresentam Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas – Fotografias da Fundação John Kobal, no Centro Português de Fotografia. Uma exposição inédita em Portugal, sobre a importância da fotografia na era de ouro de Hollywood. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas apresenta 161 retratos dos maiores nomes da história do cinema, registados por alguns dos mestres da fotografia da era clássica de Hollywood: os fotógrafos de estúdio, pouco aclamados e que trabalhavam discretamente nos bastidores, mas cujas fotografias, distribuídas aos milhares pelos estúdios de cinema, foram fundamentais para a criação das estrelas do grande écran e para a promoção dos filmes e do estilo de Hollywood em todo o mundo. Estes fotógrafos encontraram nos estúdios de Hollywood a possibilidade de desenvolver o seu trabalho artístico, criando retratos intemporais que fazem parte da história da fotografia. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas dá a conhecer o trabalho de mais de 50 fotógrafos entre os quais Clarence Sinclair Bull, Eugene Robert Richee, Robert Coburn, William Walling Jr, John Engstead, Elmer Fryer, Laszlo Willinger, A.L. "Whitey" Schafer, Ted Allan ou ainda Ruth Harriet Louise, a primeira mulher à frente do departamento de fotografia de um estúdio. Apresentando as principais estrelas de cada período, dos anos 20 aos anos 60, começando pelas lendas do cinema mudo, Charlie Chaplin e Mary Pickford, continuando com magníficos atores dos primórdios do sonoro, como Marlene Dietrich, Joan Crawford, Clark Gable e Cary Grant, e terminando com os gigantes do pós-guerra como Marlon Brando, Paul Newman, Marilyn Monroe, Sophia Loren e Marcello Mastroianni, Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas inclui também uma sala dedicada aos fotógrafos e ao processo de criação de estrelas, uma verdadeira "linha de montagem" para a fabricação de entretenimento, glamour e fama. A exposição apresenta ainda John Kobal (1940 – 1991), um dos mais respeitados historiadores de cinema. Autor de mais de trinta livros sobre cinema e fotografia, incluindo “The Art of the Great Hollywood Portrait Photographers” e “People Will Talk”, Kobal foi o criador da Fundação com o seu nome para salvaguardar a sua impressionante coleção de fotografias, imagens de filmes e recordações. John Kobal compreendeu melhor que ninguém a importância deste conjunto de imagens de Hollywood para a história do cinema e preocupou-se profundamente com a sua preservação. A partir do final dos anos 1960, Kobal procurou trabalhar com os fotógrafos responsáveis pelas imagens na sua coleção, incentivando-os a fazer novas impressões a partir dos seus negativos originais com a intenção de, finalmente, lhes dar o reconhecimento que nunca tiveram pelo mérito artístico do seu trabalho. Uma seleção dessas impressões forma o núcleo desta exposição, juntamente com outras originais, que remontam à época dos estúdios.

Inventória de Ana Jotta

Até 08/05/2020

7 €

Entramos na casa. Está vazia. O dono acabou de se mudar ou então está prestes a mudar-se. Nenhuma cama, nenhuma mobília, nenhuns livros. Vêem-se uns quantos objetos, três candeeiros, algumas decorações, uma pequena mesa de jogos e um sem-número de estranhos rabiscos nas paredes. “Viver é deixar traços”, diz Walter Benjamin quando discute o nascimento do interior doméstico. “No interior, eles são acentuados. É criada uma abundância de coberturas e protetores, revestimentos e caixas, nos quais os traços dos objetos de uso quotidiano ficam gravados. Os traços do ocupante também deixam a sua marca no interior. A história de detetives que segue esses traços ganha forma. (…) Os criminosos dos primeiros romances policiais não são nem cavalheiros nem apaches, mas membros da burguesia.” A obra de Jotta está inseparavelmente ligada ao interior – à sua casa, que como uma grande obra de arte se assemelha a uma construção algures entre o Merzbau de Schwitters, o Wunderkammer, ou a casa-atelier de Dieter Roth, repleta de coisas e obras de arte, onde é impossível distinguir o estatuto de cada uma delas, e onde também é quase impossível movermo-nos, dominada que ela está por um total horror vacui. Na exposição INVENTÓRIA, Jotta constrói um cenário invertido: o amor vacui e o vazio tornam-se o tema principal desta instalação radical. Como a artista sugere na “folha de sala” que escreveu para acompanhar a exposição, entramos num “programa de filmes à la Salle Noir” em quatro atos, um enigmático cenário de filmagens com uma última contredanse dançada num baile desconhecido, talvez na Villa Santo Sospir, talvez na Casa São Roque. Local: Casa São Roque - Centro de Arte, Rua São Roque da Lameira nº2092


Projecto Onda Bienal 2020

Até 11/04/2020

A Casa do Vinho Verde acolhe, entre 28 de Fevereiro e 11 de Abril, a primeira exposição coletiva do Projecto Onda Bienal 2020, que reúne 32 obras de conceituados artistas plásticos no Salão Nobre daquele palacete da Rua da Restauração, no Porto. Com curadoria de Agostinho Santos, a exposição pode ser visitada entre as 9 e as 18 horas, de segunda a sexta-feira, e junta nomes como António Bessa, Cabral Pinto, Carmo Diogo, Dina Dias, Diogo Goes, Eduarda Castro, Fernanda Araújo, Fernanda Santos (naná), Filipe Rodrigues, Filomena Fonseca, Florentina Resende, Franchini, Gérard Morla, Helena Fortunato, Helena Leão, Humberto Nélson, Júlio Roldão, Luísa Prior, Maria Afonso, Nazaré Álvares, Norberto Jorge, Pedro Mesquita, Ricardo de Campos, Rui Alexandre, Rui Costa, Rui da Graça, Rui Ferro, Sérgio Reis, Sobral Centeno, Susana Bravo, Tony Fausto e Zulmiro de Carvalho. O Projecto Onda Bienal decorre nos anos que intervalam a Bienal Arte Gaia e cumpre o objetivo de dinamizar diferentes espaços culturais em várias cidades do País, no Brasil e em Espanha com exposições individuais ou coletivas. Organizada pelos Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural, CRL. com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, a Onda Bienal arranca no Porto e escolhe a Casa do Vinho Verde para a estreia de mais um ano dedicado às artes e às causas. A Casa do Vinho Verde está situada no nº 318 da Rua da Restauração, ocupando o antigo Palacete Silva Monteiro, espaço ligado às artes e à cultura desde o século XIX. Atualmente, a Casa do Vinho Verde é sede da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, responsável pela certificação e promoção do Vinho Verde, e acolhe diversos tipos de iniciativas culturais e artísticas, cumprindo o propósito de proporcionar à cidade do Porto um regresso a um dos mais icónicos edifícios que se destacou na segunda metade de oitocentos.

O Triângulo de Camilo

Até 16/10/2020

Em 1861 Camilo Castelo Branco escrevia - como romanticamente se afirma, em apenas quinze dias - Amor de Perdição, “num dos cubículos-cárceres da Relação do Porto, a uma luz coada por entre ferros”. Com um percurso atribulado - não o fosse também o de Camilo e dos seus personagens -, o manuscrito que deu origem à história de Simão e Teresa foi doado em 1943 ao Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, seu fiel depositário. Obra prima da literatura portuguesa, testemunho do caráter inventivo de uma das mais marcantes figuras do panorama cultural do século XIX, e, simultaneamente, das paixões trágicas que caracterizam o período Romântico, o manuscrito de Amor de Perdição regressa a Portugal, à cidade onde foi redigido e à Livraria Lello, que é também casa de Camilo Castelo Branco. O Triângulo de Camilo é, assim, a união entre três pontos de uma só história: - É o triângulo amoroso de Simão Botelho, de Teresa Albuquerque e de Baltasar Coutinho; - É o triângulo que marca a biografia do autor, que dita a sua prisão e a da sua “mulher fatal” Ana Plácido - casada com Manuel Pinheiro Alves - pelo crime de adultério; - E é, por fim, o triângulo que une três Instituições que se revelam como testemunhos destas paixões: o Centro Português de Fotografia (outrora Cadeia da Relação do Porto), o Tribunal da Relação do Porto e a Livraria Lello. De Portugal para o Brasil; do Brasil para Portugal - o manuscrito de Amor de Perdição é a prova de como os livros ultrapassam fronteiras. Numa das suas raras saídas do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, estará exposto na Livraria Lello de 16 de março a 16 de outubro de 2020.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Hollywood Icons: Fábrica de Estrelas

Até 07/06/2020

A Terra Esplêndida e a Fundação John Kobal apresentam Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas – Fotografias da Fundação John Kobal, no Centro Português de Fotografia. Uma exposição inédita em Portugal, sobre a importância da fotografia na era de ouro de Hollywood. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas apresenta 161 retratos dos maiores nomes da história do cinema, registados por alguns dos mestres da fotografia da era clássica de Hollywood: os fotógrafos de estúdio, pouco aclamados e que trabalhavam discretamente nos bastidores, mas cujas fotografias, distribuídas aos milhares pelos estúdios de cinema, foram fundamentais para a criação das estrelas do grande écran e para a promoção dos filmes e do estilo de Hollywood em todo o mundo. Estes fotógrafos encontraram nos estúdios de Hollywood a possibilidade de desenvolver o seu trabalho artístico, criando retratos intemporais que fazem parte da história da fotografia. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas dá a conhecer o trabalho de mais de 50 fotógrafos entre os quais Clarence Sinclair Bull, Eugene Robert Richee, Robert Coburn, William Walling Jr, John Engstead, Elmer Fryer, Laszlo Willinger, A.L. "Whitey" Schafer, Ted Allan ou ainda Ruth Harriet Louise, a primeira mulher à frente do departamento de fotografia de um estúdio. Apresentando as principais estrelas de cada período, dos anos 20 aos anos 60, começando pelas lendas do cinema mudo, Charlie Chaplin e Mary Pickford, continuando com magníficos atores dos primórdios do sonoro, como Marlene Dietrich, Joan Crawford, Clark Gable e Cary Grant, e terminando com os gigantes do pós-guerra como Marlon Brando, Paul Newman, Marilyn Monroe, Sophia Loren e Marcello Mastroianni, Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas inclui também uma sala dedicada aos fotógrafos e ao processo de criação de estrelas, uma verdadeira "linha de montagem" para a fabricação de entretenimento, glamour e fama. A exposição apresenta ainda John Kobal (1940 – 1991), um dos mais respeitados historiadores de cinema. Autor de mais de trinta livros sobre cinema e fotografia, incluindo “The Art of the Great Hollywood Portrait Photographers” e “People Will Talk”, Kobal foi o criador da Fundação com o seu nome para salvaguardar a sua impressionante coleção de fotografias, imagens de filmes e recordações. John Kobal compreendeu melhor que ninguém a importância deste conjunto de imagens de Hollywood para a história do cinema e preocupou-se profundamente com a sua preservação. A partir do final dos anos 1960, Kobal procurou trabalhar com os fotógrafos responsáveis pelas imagens na sua coleção, incentivando-os a fazer novas impressões a partir dos seus negativos originais com a intenção de, finalmente, lhes dar o reconhecimento que nunca tiveram pelo mérito artístico do seu trabalho. Uma seleção dessas impressões forma o núcleo desta exposição, juntamente com outras originais, que remontam à época dos estúdios.


Feira de Vandoma

Até 27/12/2020

Uma das feiras mais emblemáticas da cidade, destina-se exclusivamente à venda de objetos usados, designadamente roupas, louças, mobiliário e artigos decorativos, discos, livros, aparelhos elétricos e/ou eletrónicos, utensílios domésticos e de trabalho (ferramentas). Localização: Avenida 25 de abril

Dias com Energia

Até 31/10/2020

Aulas gratuitas de pilates, ioga e tai chi continuam aos sábados, agora no Pavilhão Fontes Pereira de Melo. O programa municipal Dias com Energia torna-se mais inclusivo e estende-se a três novos locais além do Pavilhão Municipal Fontes Pereira de Melo, com aulas gratuitas todas as semanas. O Centro Social da Pasteleira (Rua da Gazeta Literária, 39-89), o Espaço TODOS (Rua de Manuel Pinheiro da Rocha) e no ginásio do Pavilhão do Lagarteiro (Avenida de Francisco Esteves) passam a receber duas aulas a cada sábado, todos os meses, de acordo com o seguinte calendário: 1.º, 4.º e 5.º sábados: 09h30: Pilates 11h00: Ioga 2.º sábado: 09h30: Tai chi 11h00: Pilates 3.º sábado 09h30: Ioga 11h00: Tai chi A partir de maio e até outubro, o programa passa a realizar-se no exterior, mantendo a mesma periodicidade. Assim, as aulas do Centro Social da Pasteleira mudam-se para o Parque da Pasteleira, enquanto as do Espaço TODOS e as dos Pavilhão do Lagarteiro se transferem para o Parque Oriental da Cidade. A participação nas aulas do programa Dias com Energia é gratuita e não implica qualquer inscrição. Basta comparecer no local, à hora anunciada. Aconselha-se apenas o uso de roupa desportiva e de um tapete/esteira individual.

O Triângulo de Camilo

Até 16/10/2020

Em 1861 Camilo Castelo Branco escrevia - como romanticamente se afirma, em apenas quinze dias - Amor de Perdição, “num dos cubículos-cárceres da Relação do Porto, a uma luz coada por entre ferros”. Com um percurso atribulado - não o fosse também o de Camilo e dos seus personagens -, o manuscrito que deu origem à história de Simão e Teresa foi doado em 1943 ao Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, seu fiel depositário. Obra prima da literatura portuguesa, testemunho do caráter inventivo de uma das mais marcantes figuras do panorama cultural do século XIX, e, simultaneamente, das paixões trágicas que caracterizam o período Romântico, o manuscrito de Amor de Perdição regressa a Portugal, à cidade onde foi redigido e à Livraria Lello, que é também casa de Camilo Castelo Branco. O Triângulo de Camilo é, assim, a união entre três pontos de uma só história: - É o triângulo amoroso de Simão Botelho, de Teresa Albuquerque e de Baltasar Coutinho; - É o triângulo que marca a biografia do autor, que dita a sua prisão e a da sua “mulher fatal” Ana Plácido - casada com Manuel Pinheiro Alves - pelo crime de adultério; - E é, por fim, o triângulo que une três Instituições que se revelam como testemunhos destas paixões: o Centro Português de Fotografia (outrora Cadeia da Relação do Porto), o Tribunal da Relação do Porto e a Livraria Lello. De Portugal para o Brasil; do Brasil para Portugal - o manuscrito de Amor de Perdição é a prova de como os livros ultrapassam fronteiras. Numa das suas raras saídas do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, estará exposto na Livraria Lello de 16 de março a 16 de outubro de 2020.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.


Feira dos Passarinhos

Até 28/12/2020

Venda de aves e outros animais, enquanto animais de companhia, assim como gaiolas, comedouros, bebedouros, poleiros, alimentação e demais artigos necessários para o alojamento, manutenção e criação das espécies de animais.

Feira de Numismática e Filatelia

Até 28/12/2020

Local de encontro de vários colecionadores, esta feira tem como objeto a venda e troca de moedas, postais, selos e outros objetos colecionáveis afins. Realiza-se debaixo das arcadas dos prédios que rodeiam a praça.

Feira da Pasteleira

Até 31/12/2020

Venda de diversos produtos, nomeadamente produtos alimentares, roupa, calçado e têxteis lar. Legalizada e relocalizada em 2019. Localização: Rua Bartolomeu Velho

O Triângulo de Camilo

Até 16/10/2020

Em 1861 Camilo Castelo Branco escrevia - como romanticamente se afirma, em apenas quinze dias - Amor de Perdição, “num dos cubículos-cárceres da Relação do Porto, a uma luz coada por entre ferros”. Com um percurso atribulado - não o fosse também o de Camilo e dos seus personagens -, o manuscrito que deu origem à história de Simão e Teresa foi doado em 1943 ao Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, seu fiel depositário. Obra prima da literatura portuguesa, testemunho do caráter inventivo de uma das mais marcantes figuras do panorama cultural do século XIX, e, simultaneamente, das paixões trágicas que caracterizam o período Romântico, o manuscrito de Amor de Perdição regressa a Portugal, à cidade onde foi redigido e à Livraria Lello, que é também casa de Camilo Castelo Branco. O Triângulo de Camilo é, assim, a união entre três pontos de uma só história: - É o triângulo amoroso de Simão Botelho, de Teresa Albuquerque e de Baltasar Coutinho; - É o triângulo que marca a biografia do autor, que dita a sua prisão e a da sua “mulher fatal” Ana Plácido - casada com Manuel Pinheiro Alves - pelo crime de adultério; - E é, por fim, o triângulo que une três Instituições que se revelam como testemunhos destas paixões: o Centro Português de Fotografia (outrora Cadeia da Relação do Porto), o Tribunal da Relação do Porto e a Livraria Lello. De Portugal para o Brasil; do Brasil para Portugal - o manuscrito de Amor de Perdição é a prova de como os livros ultrapassam fronteiras. Numa das suas raras saídas do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, estará exposto na Livraria Lello de 16 de março a 16 de outubro de 2020.