6 Dezembro 2021 a 12 Dezembro 2021

Torre de Sonhos

Até 09/01/2022

6 €

De 21 de novembro a 9 de janeiro de 2022, quem visita a Torre e o Museu dos Clérigos vai conhecer a nova exposição temporária denominada “Torre de Sonhos”. A exposição conta com 13 peças - Presépios e representações do Menino Jesus – da autoria do ceramista Delfim Manuel, um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade que tão bem combina perícia e delicadeza no manuseamento do barro. O visitante será, ainda, surpreendido com uma projeção de video mapping que acompanha a interpretação de uma fotografia de um presépio de uma grande coleção privada, resultado da parceria com o Atelier OCUBO. Todas as peças em exposição estão disponíveis para venda, cujo valor será revertido na totalidade, pelo autor, ao Serviço de Pediatria do IPO-Porto.

Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?

Até 31/12/2021

A livraria Lello, inaugurou um projeto "inédito" com a revista Time, que destaca autores laureados pela academia sueca que foram capa da revista norte-americana. A instalação artística "Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?", assinada pelo diretor criativo da Time, D.W. Pine, destaca autores que receberam o Nobel, mas também outros que "mereceram honras de primeira página" na Time devido "ao valor `nobelizável` da sua literatura". A instalação é composta por 12 painéis, nos quais constam capas da revista Time, desde Rudyard Kipling, um dos primeiros Nobel da Literatura, a Toni Morrison, galardoada pela Academia Sueca em 1993, bem como outros autores que mereceram destaque de primeira página, como Virgínia Woolf e William Shakespeare.

Ai Weiwei: Entrelaçar

Até 09/07/2022

12 €

Ai Weiwei (Pequim, 1957) é um cidadão global, artista, pensador e ativista que recorre na sua obra a vários modos de análise e produção, dependendo do rumo e dos resultados da investigação que o ocupa no momento. Desde as posições iconoclastas perante a autoridade e a história — que incluíram o tríptico Dropping a Han Dynasty Urn [Deixando cair uma urna da Dinastia Han], 1995, e uma série de fotografias intitulada Study of Perspective [Estudo de perspetiva], (1995 - 2011), em que mostra o dedo do meio a símbolos do poder — a sua produção diversificou-se, passando a abranger arquitetura, arte pública e performance. Para além de considerações de forma e de protesto, atualmente Ai Weiwei mede a nossa existência segundo a relação com as forças económicas, políticas, naturais e sociais, unindo destreza oficinal e criatividade conceptual. Símbolos universais de humanidade e comunidade, como bicicletas, flores ou árvores, assim como os eternos problemas de fronteiras e conflitos são reformulados e potenciados através de instalações, esculturas, filmes e fotografias, ao mesmo tempo que continua a pronunciar-se publicamente sobre questões que acredita serem importantes. Ele é uma das mais proeminentes figuras culturais da sua geração e um exemplo da liberdade de expressão, tanto na China como internacionalmente. As obras em exposição — Iron Roots [Raízes de ferro] (2019) e Pequi Tree [Pequi vinagreiro] (2018 - 2020) — fazem parte de um corpo de trabalho que reflete o interesse e a preocupação de Ai Weiwei com o ambiente e, mais especificamente, com a desflorestação da Mata Atlântica brasileira. A exposição em Serralves, foi concebida especificamente para o Parque e para a sala central do Museu.

Modus Operandi – Obras da Coleção de Serralves

Até 06/03/2022

12 €

Modus Operandi teve como ponto de partida uma leitura atenta da Coleção de Serralves desde o seu início, com o conjunto de obras adquiridas pela Secretaria de Estado da Cultura antes mesmo da criação da Fundação de Serralves e do Museu, até às incorporações mais recentes. Esta Coleção teve, desde o primeiro momento, a ambição de incluir formas artísticas de vanguarda, de cariz experimentalista e de âmbito internacional, olhando o mundo a partir da especificidade estética e cultural portuguesa dos anos que se seguiram à Revolução de 1974. É notável também o cruzamento e a miscigenação de disciplinas artísticas como as artes plásticas, a música, a performance e a literatura. A presente exposição reúne uma seleção de obras que reflete diversas abordagens experimentais e conceptuais transdisciplinares demonstrativas das atitudes, contextos e preocupações da produção artística desde a década de 1960 até aos nossos dias. O título provém da obra homónima do artista norte-americano Joseph Kosuth, pertencente à Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) em depósito em Serralves, que é apresentada na exposição. Modus Operandi aponta para diferentes formas fazer, de operar, nomeadamente de fazer e pensar a arte. Vai justamente neste sentido a apresentação, pela primeira vez, de um portfólio, também pertencente à CACE, em que 30 artistas internacionais homenageiam Joseph Beuys numa demonstração da importância do seu legado na forma de fazer arte, da sua crença de que a arte pode mudar o mundo e de que todos podem ser “artistas”.


Torre de Sonhos

Até 09/01/2022

6 €

De 21 de novembro a 9 de janeiro de 2022, quem visita a Torre e o Museu dos Clérigos vai conhecer a nova exposição temporária denominada “Torre de Sonhos”. A exposição conta com 13 peças - Presépios e representações do Menino Jesus – da autoria do ceramista Delfim Manuel, um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade que tão bem combina perícia e delicadeza no manuseamento do barro. O visitante será, ainda, surpreendido com uma projeção de video mapping que acompanha a interpretação de uma fotografia de um presépio de uma grande coleção privada, resultado da parceria com o Atelier OCUBO. Todas as peças em exposição estão disponíveis para venda, cujo valor será revertido na totalidade, pelo autor, ao Serviço de Pediatria do IPO-Porto.

Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?

Até 31/12/2021

A livraria Lello, inaugurou um projeto "inédito" com a revista Time, que destaca autores laureados pela academia sueca que foram capa da revista norte-americana. A instalação artística "Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?", assinada pelo diretor criativo da Time, D.W. Pine, destaca autores que receberam o Nobel, mas também outros que "mereceram honras de primeira página" na Time devido "ao valor `nobelizável` da sua literatura". A instalação é composta por 12 painéis, nos quais constam capas da revista Time, desde Rudyard Kipling, um dos primeiros Nobel da Literatura, a Toni Morrison, galardoada pela Academia Sueca em 1993, bem como outros autores que mereceram destaque de primeira página, como Virgínia Woolf e William Shakespeare.

Ai Weiwei: Entrelaçar

Até 09/07/2022

12 €

Ai Weiwei (Pequim, 1957) é um cidadão global, artista, pensador e ativista que recorre na sua obra a vários modos de análise e produção, dependendo do rumo e dos resultados da investigação que o ocupa no momento. Desde as posições iconoclastas perante a autoridade e a história — que incluíram o tríptico Dropping a Han Dynasty Urn [Deixando cair uma urna da Dinastia Han], 1995, e uma série de fotografias intitulada Study of Perspective [Estudo de perspetiva], (1995 - 2011), em que mostra o dedo do meio a símbolos do poder — a sua produção diversificou-se, passando a abranger arquitetura, arte pública e performance. Para além de considerações de forma e de protesto, atualmente Ai Weiwei mede a nossa existência segundo a relação com as forças económicas, políticas, naturais e sociais, unindo destreza oficinal e criatividade conceptual. Símbolos universais de humanidade e comunidade, como bicicletas, flores ou árvores, assim como os eternos problemas de fronteiras e conflitos são reformulados e potenciados através de instalações, esculturas, filmes e fotografias, ao mesmo tempo que continua a pronunciar-se publicamente sobre questões que acredita serem importantes. Ele é uma das mais proeminentes figuras culturais da sua geração e um exemplo da liberdade de expressão, tanto na China como internacionalmente. As obras em exposição — Iron Roots [Raízes de ferro] (2019) e Pequi Tree [Pequi vinagreiro] (2018 - 2020) — fazem parte de um corpo de trabalho que reflete o interesse e a preocupação de Ai Weiwei com o ambiente e, mais especificamente, com a desflorestação da Mata Atlântica brasileira. A exposição em Serralves, foi concebida especificamente para o Parque e para a sala central do Museu.

Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti

Até 27/02/2022

“Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti”, exposição que “rouba” o título a um verso do poeta alemão Hölderlin, também usado pela dupla de cineastas Jean Marie Straub e Danièle Huillet para o seu filme sobre a morte do filósofo grego Empédocles. No local poderá ser apreciado o famoso Herbário de Júlio Dinis em diálogo com desenhos e esculturas de artistas como Rui Chafes, Ilda David, Teixeira de Pascoaes, Manuel Rosa e Lourdes Castro. Há ainda pinturas murais de José Almeida Pereira, realizadas a partir de obras de artistas ligados ao imaginário romântico, e uma composição sonora original de Jonathan Uliel Saldanha e Pedro Monteiro.


Torre de Sonhos

Até 09/01/2022

6 €

De 21 de novembro a 9 de janeiro de 2022, quem visita a Torre e o Museu dos Clérigos vai conhecer a nova exposição temporária denominada “Torre de Sonhos”. A exposição conta com 13 peças - Presépios e representações do Menino Jesus – da autoria do ceramista Delfim Manuel, um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade que tão bem combina perícia e delicadeza no manuseamento do barro. O visitante será, ainda, surpreendido com uma projeção de video mapping que acompanha a interpretação de uma fotografia de um presépio de uma grande coleção privada, resultado da parceria com o Atelier OCUBO. Todas as peças em exposição estão disponíveis para venda, cujo valor será revertido na totalidade, pelo autor, ao Serviço de Pediatria do IPO-Porto.

Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?

Até 31/12/2021

A livraria Lello, inaugurou um projeto "inédito" com a revista Time, que destaca autores laureados pela academia sueca que foram capa da revista norte-americana. A instalação artística "Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?", assinada pelo diretor criativo da Time, D.W. Pine, destaca autores que receberam o Nobel, mas também outros que "mereceram honras de primeira página" na Time devido "ao valor `nobelizável` da sua literatura". A instalação é composta por 12 painéis, nos quais constam capas da revista Time, desde Rudyard Kipling, um dos primeiros Nobel da Literatura, a Toni Morrison, galardoada pela Academia Sueca em 1993, bem como outros autores que mereceram destaque de primeira página, como Virgínia Woolf e William Shakespeare.

Ai Weiwei: Entrelaçar

Até 09/07/2022

12 €

Ai Weiwei (Pequim, 1957) é um cidadão global, artista, pensador e ativista que recorre na sua obra a vários modos de análise e produção, dependendo do rumo e dos resultados da investigação que o ocupa no momento. Desde as posições iconoclastas perante a autoridade e a história — que incluíram o tríptico Dropping a Han Dynasty Urn [Deixando cair uma urna da Dinastia Han], 1995, e uma série de fotografias intitulada Study of Perspective [Estudo de perspetiva], (1995 - 2011), em que mostra o dedo do meio a símbolos do poder — a sua produção diversificou-se, passando a abranger arquitetura, arte pública e performance. Para além de considerações de forma e de protesto, atualmente Ai Weiwei mede a nossa existência segundo a relação com as forças económicas, políticas, naturais e sociais, unindo destreza oficinal e criatividade conceptual. Símbolos universais de humanidade e comunidade, como bicicletas, flores ou árvores, assim como os eternos problemas de fronteiras e conflitos são reformulados e potenciados através de instalações, esculturas, filmes e fotografias, ao mesmo tempo que continua a pronunciar-se publicamente sobre questões que acredita serem importantes. Ele é uma das mais proeminentes figuras culturais da sua geração e um exemplo da liberdade de expressão, tanto na China como internacionalmente. As obras em exposição — Iron Roots [Raízes de ferro] (2019) e Pequi Tree [Pequi vinagreiro] (2018 - 2020) — fazem parte de um corpo de trabalho que reflete o interesse e a preocupação de Ai Weiwei com o ambiente e, mais especificamente, com a desflorestação da Mata Atlântica brasileira. A exposição em Serralves, foi concebida especificamente para o Parque e para a sala central do Museu.

Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti

Até 27/02/2022

“Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti”, exposição que “rouba” o título a um verso do poeta alemão Hölderlin, também usado pela dupla de cineastas Jean Marie Straub e Danièle Huillet para o seu filme sobre a morte do filósofo grego Empédocles. No local poderá ser apreciado o famoso Herbário de Júlio Dinis em diálogo com desenhos e esculturas de artistas como Rui Chafes, Ilda David, Teixeira de Pascoaes, Manuel Rosa e Lourdes Castro. Há ainda pinturas murais de José Almeida Pereira, realizadas a partir de obras de artistas ligados ao imaginário romântico, e uma composição sonora original de Jonathan Uliel Saldanha e Pedro Monteiro.


Torre de Sonhos

Até 09/01/2022

6 €

De 21 de novembro a 9 de janeiro de 2022, quem visita a Torre e o Museu dos Clérigos vai conhecer a nova exposição temporária denominada “Torre de Sonhos”. A exposição conta com 13 peças - Presépios e representações do Menino Jesus – da autoria do ceramista Delfim Manuel, um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade que tão bem combina perícia e delicadeza no manuseamento do barro. O visitante será, ainda, surpreendido com uma projeção de video mapping que acompanha a interpretação de uma fotografia de um presépio de uma grande coleção privada, resultado da parceria com o Atelier OCUBO. Todas as peças em exposição estão disponíveis para venda, cujo valor será revertido na totalidade, pelo autor, ao Serviço de Pediatria do IPO-Porto.

Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?

Até 31/12/2021

A livraria Lello, inaugurou um projeto "inédito" com a revista Time, que destaca autores laureados pela academia sueca que foram capa da revista norte-americana. A instalação artística "Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?", assinada pelo diretor criativo da Time, D.W. Pine, destaca autores que receberam o Nobel, mas também outros que "mereceram honras de primeira página" na Time devido "ao valor `nobelizável` da sua literatura". A instalação é composta por 12 painéis, nos quais constam capas da revista Time, desde Rudyard Kipling, um dos primeiros Nobel da Literatura, a Toni Morrison, galardoada pela Academia Sueca em 1993, bem como outros autores que mereceram destaque de primeira página, como Virgínia Woolf e William Shakespeare.

Ai Weiwei: Entrelaçar

Até 09/07/2022

12 €

Ai Weiwei (Pequim, 1957) é um cidadão global, artista, pensador e ativista que recorre na sua obra a vários modos de análise e produção, dependendo do rumo e dos resultados da investigação que o ocupa no momento. Desde as posições iconoclastas perante a autoridade e a história — que incluíram o tríptico Dropping a Han Dynasty Urn [Deixando cair uma urna da Dinastia Han], 1995, e uma série de fotografias intitulada Study of Perspective [Estudo de perspetiva], (1995 - 2011), em que mostra o dedo do meio a símbolos do poder — a sua produção diversificou-se, passando a abranger arquitetura, arte pública e performance. Para além de considerações de forma e de protesto, atualmente Ai Weiwei mede a nossa existência segundo a relação com as forças económicas, políticas, naturais e sociais, unindo destreza oficinal e criatividade conceptual. Símbolos universais de humanidade e comunidade, como bicicletas, flores ou árvores, assim como os eternos problemas de fronteiras e conflitos são reformulados e potenciados através de instalações, esculturas, filmes e fotografias, ao mesmo tempo que continua a pronunciar-se publicamente sobre questões que acredita serem importantes. Ele é uma das mais proeminentes figuras culturais da sua geração e um exemplo da liberdade de expressão, tanto na China como internacionalmente. As obras em exposição — Iron Roots [Raízes de ferro] (2019) e Pequi Tree [Pequi vinagreiro] (2018 - 2020) — fazem parte de um corpo de trabalho que reflete o interesse e a preocupação de Ai Weiwei com o ambiente e, mais especificamente, com a desflorestação da Mata Atlântica brasileira. A exposição em Serralves, foi concebida especificamente para o Parque e para a sala central do Museu.

Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti

Até 27/02/2022

“Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti”, exposição que “rouba” o título a um verso do poeta alemão Hölderlin, também usado pela dupla de cineastas Jean Marie Straub e Danièle Huillet para o seu filme sobre a morte do filósofo grego Empédocles. No local poderá ser apreciado o famoso Herbário de Júlio Dinis em diálogo com desenhos e esculturas de artistas como Rui Chafes, Ilda David, Teixeira de Pascoaes, Manuel Rosa e Lourdes Castro. Há ainda pinturas murais de José Almeida Pereira, realizadas a partir de obras de artistas ligados ao imaginário romântico, e uma composição sonora original de Jonathan Uliel Saldanha e Pedro Monteiro.


Torre de Sonhos

Até 09/01/2022

6 €

De 21 de novembro a 9 de janeiro de 2022, quem visita a Torre e o Museu dos Clérigos vai conhecer a nova exposição temporária denominada “Torre de Sonhos”. A exposição conta com 13 peças - Presépios e representações do Menino Jesus – da autoria do ceramista Delfim Manuel, um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade que tão bem combina perícia e delicadeza no manuseamento do barro. O visitante será, ainda, surpreendido com uma projeção de video mapping que acompanha a interpretação de uma fotografia de um presépio de uma grande coleção privada, resultado da parceria com o Atelier OCUBO. Todas as peças em exposição estão disponíveis para venda, cujo valor será revertido na totalidade, pelo autor, ao Serviço de Pediatria do IPO-Porto.

Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?

Até 31/12/2021

A livraria Lello, inaugurou um projeto "inédito" com a revista Time, que destaca autores laureados pela academia sueca que foram capa da revista norte-americana. A instalação artística "Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?", assinada pelo diretor criativo da Time, D.W. Pine, destaca autores que receberam o Nobel, mas também outros que "mereceram honras de primeira página" na Time devido "ao valor `nobelizável` da sua literatura". A instalação é composta por 12 painéis, nos quais constam capas da revista Time, desde Rudyard Kipling, um dos primeiros Nobel da Literatura, a Toni Morrison, galardoada pela Academia Sueca em 1993, bem como outros autores que mereceram destaque de primeira página, como Virgínia Woolf e William Shakespeare.

Ai Weiwei: Entrelaçar

Até 09/07/2022

12 €

Ai Weiwei (Pequim, 1957) é um cidadão global, artista, pensador e ativista que recorre na sua obra a vários modos de análise e produção, dependendo do rumo e dos resultados da investigação que o ocupa no momento. Desde as posições iconoclastas perante a autoridade e a história — que incluíram o tríptico Dropping a Han Dynasty Urn [Deixando cair uma urna da Dinastia Han], 1995, e uma série de fotografias intitulada Study of Perspective [Estudo de perspetiva], (1995 - 2011), em que mostra o dedo do meio a símbolos do poder — a sua produção diversificou-se, passando a abranger arquitetura, arte pública e performance. Para além de considerações de forma e de protesto, atualmente Ai Weiwei mede a nossa existência segundo a relação com as forças económicas, políticas, naturais e sociais, unindo destreza oficinal e criatividade conceptual. Símbolos universais de humanidade e comunidade, como bicicletas, flores ou árvores, assim como os eternos problemas de fronteiras e conflitos são reformulados e potenciados através de instalações, esculturas, filmes e fotografias, ao mesmo tempo que continua a pronunciar-se publicamente sobre questões que acredita serem importantes. Ele é uma das mais proeminentes figuras culturais da sua geração e um exemplo da liberdade de expressão, tanto na China como internacionalmente. As obras em exposição — Iron Roots [Raízes de ferro] (2019) e Pequi Tree [Pequi vinagreiro] (2018 - 2020) — fazem parte de um corpo de trabalho que reflete o interesse e a preocupação de Ai Weiwei com o ambiente e, mais especificamente, com a desflorestação da Mata Atlântica brasileira. A exposição em Serralves, foi concebida especificamente para o Parque e para a sala central do Museu.

Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti

Até 27/02/2022

“Quando a Terra Voltar a Brilhar Verde para Ti”, exposição que “rouba” o título a um verso do poeta alemão Hölderlin, também usado pela dupla de cineastas Jean Marie Straub e Danièle Huillet para o seu filme sobre a morte do filósofo grego Empédocles. No local poderá ser apreciado o famoso Herbário de Júlio Dinis em diálogo com desenhos e esculturas de artistas como Rui Chafes, Ilda David, Teixeira de Pascoaes, Manuel Rosa e Lourdes Castro. Há ainda pinturas murais de José Almeida Pereira, realizadas a partir de obras de artistas ligados ao imaginário romântico, e uma composição sonora original de Jonathan Uliel Saldanha e Pedro Monteiro.


Feira de Vandoma

Até 31/12/2021

Uma das feiras mais emblemáticas da cidade, destina-se exclusivamente à venda de objetos usados, designadamente roupas, louças, mobiliário e artigos decorativos, discos, livros, aparelhos elétricos e/ou eletrónicos, utensílios domésticos e de trabalho (ferramentas). Localização: Avenida 25 de abril

Dias com Energia

Até 01/05/2022

As aulas do Dias com Energia assumem o horário "de inverno" para maior comodidade dos participantes. Passam assim a decorrer em quatro pavilhões municipais, todos os sábados. Todas as atividades são planeadas e orientadas por profissionais de educação física e são abertas a participantes de qualquer idade, embora não seja recomendável a grávidas, pessoas com mais de 60 anos ou com doenças crónicas. Para se inscreverem devem enviar um email para desporto@agoraporto.pt indicado o vosso nome e programa, local e aula pretendidos.

Torre de Sonhos

Até 09/01/2022

6 €

De 21 de novembro a 9 de janeiro de 2022, quem visita a Torre e o Museu dos Clérigos vai conhecer a nova exposição temporária denominada “Torre de Sonhos”. A exposição conta com 13 peças - Presépios e representações do Menino Jesus – da autoria do ceramista Delfim Manuel, um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade que tão bem combina perícia e delicadeza no manuseamento do barro. O visitante será, ainda, surpreendido com uma projeção de video mapping que acompanha a interpretação de uma fotografia de um presépio de uma grande coleção privada, resultado da parceria com o Atelier OCUBO. Todas as peças em exposição estão disponíveis para venda, cujo valor será revertido na totalidade, pelo autor, ao Serviço de Pediatria do IPO-Porto.

A Hora Antes do Pôr do Sol

Até 13/02/2022

“A hora antes do pôr do sol tem uma magia própria...” palavras escritas por Rosa Luxemburg ao seu amigo Hans Diefenbach numa carta enviada da prisão de Wronke, no verão de 1917. A partir desta correspondência, a artista colombiana Milena Bonilla convida nos a pensar nas possibilidades de construção de um imaginário que navega pela literatura, botânica, referências históricas pontuais e mitologias coletivas. Aqui, “essa hora antes do pôr do sol” surge enquanto conceção de um momento temporal mágico que liga o passado com o presente mediante a criação de ressonâncias afetivas. Para a construção desta exposição a artista explora os limites do arquivo como forma de articulação da memória coletiva. O projeto infiltra se nos espaços simbólicos de interstício entre o Jardim do Palácio de Cristal, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett e a GMP no sentido de relacionar diferentes formas de produção de conhecimento para investigar a noção de algo a que poderíamos chamar de ‘temporalidade histórica suspensa’.


Torre de Sonhos

Até 09/01/2022

6 €

De 21 de novembro a 9 de janeiro de 2022, quem visita a Torre e o Museu dos Clérigos vai conhecer a nova exposição temporária denominada “Torre de Sonhos”. A exposição conta com 13 peças - Presépios e representações do Menino Jesus – da autoria do ceramista Delfim Manuel, um dos mais prestigiados ceramistas da atualidade que tão bem combina perícia e delicadeza no manuseamento do barro. O visitante será, ainda, surpreendido com uma projeção de video mapping que acompanha a interpretação de uma fotografia de um presépio de uma grande coleção privada, resultado da parceria com o Atelier OCUBO. Todas as peças em exposição estão disponíveis para venda, cujo valor será revertido na totalidade, pelo autor, ao Serviço de Pediatria do IPO-Porto.

A Hora Antes do Pôr do Sol

Até 13/02/2022

“A hora antes do pôr do sol tem uma magia própria...” palavras escritas por Rosa Luxemburg ao seu amigo Hans Diefenbach numa carta enviada da prisão de Wronke, no verão de 1917. A partir desta correspondência, a artista colombiana Milena Bonilla convida nos a pensar nas possibilidades de construção de um imaginário que navega pela literatura, botânica, referências históricas pontuais e mitologias coletivas. Aqui, “essa hora antes do pôr do sol” surge enquanto conceção de um momento temporal mágico que liga o passado com o presente mediante a criação de ressonâncias afetivas. Para a construção desta exposição a artista explora os limites do arquivo como forma de articulação da memória coletiva. O projeto infiltra se nos espaços simbólicos de interstício entre o Jardim do Palácio de Cristal, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett e a GMP no sentido de relacionar diferentes formas de produção de conhecimento para investigar a noção de algo a que poderíamos chamar de ‘temporalidade histórica suspensa’.

ERRO 417: Expectativa Falhada

Até 13/02/2022

O medo do falhanço (simultâneo ao desejo do sucesso), potenciado pelo sistema económico capitalista (que infeta todos os outros sistemas sociais e culturais), tornou-se tanto um dos maiores impulsos humanos como o valor de juízo pelo qual nos avaliamos, servindo como medida que estabelece as hierarquias sociais. Mas as noções de falhanço e sucesso nunca estão livres de prerrogativas: a ideia de sucesso está intrinsecamente ligada a diversas condicionantes estruturais – a cor da pele, o género, a sexualidade, etc. – e, acima de tudo, ao cumprimento dos expectáveis papéis dentro destas categorias. Falhar, e aprender na falha, assumem uma acrescida importância na produção artística – entre a insatisfação, a rejeição, a dúvida, o erro e a experiência, a ideia de sucessivamente tentar e falhar torna-se combustível para a experimentação especulativa e para a criação conceptual. Assumindo a premissa do falhanço como uma ferramenta de resistência contra-hegemónica, esta exposição, com curadoria de Marta Espiridião, apela à crítica dos modelos estáticos de sucesso e falhanço, e ao questionamento do seu papel na construção da vida pessoal e comum.

Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?

Até 31/12/2021

A livraria Lello, inaugurou um projeto "inédito" com a revista Time, que destaca autores laureados pela academia sueca que foram capa da revista norte-americana. A instalação artística "Livraria Lello X Time: What Makes a Nobel?", assinada pelo diretor criativo da Time, D.W. Pine, destaca autores que receberam o Nobel, mas também outros que "mereceram honras de primeira página" na Time devido "ao valor `nobelizável` da sua literatura". A instalação é composta por 12 painéis, nos quais constam capas da revista Time, desde Rudyard Kipling, um dos primeiros Nobel da Literatura, a Toni Morrison, galardoada pela Academia Sueca em 1993, bem como outros autores que mereceram destaque de primeira página, como Virgínia Woolf e William Shakespeare.