YOKO ONO | O JARDIM DA APRENDIZAGEM DA LIBERDADE

30/05/2020

Yoko Ono: O jardim da aprendizagem da liberdade é uma vasta exposição dedicada ao trabalho da icónica artista Yoko Ono, que reúne objetos, obras em papel, instalações, performances, gravações em áudio e filmes, além de materiais de arquivo raramente vistos. A mostra apresenta um abrangente panorama da multifacetada produção desta artista pioneira da arte conceptual e da performance que durante os primeiros anos de sua extensa carreira viveu entre Nova Iorque, Tóquio e Londres, tendo tido um papel precursor no desenvolvimento do conceptualismo, da arte performativa e do filme experimental a nível internacional. Ideias, mais do que materiais, são a principal componente do seu trabalho. Muitas dessas ideias são poéticas, absurdas e utópicas, enquanto outras são específicas e práticas. Algumas são transformadas em objetos, enquanto outras permanecem imateriais. Frequentemente, a obra reflete o sentido de humor da artista, bem como sua postura marcadamente sociocrítica. O ponto de partida para muitos dos trabalhos de Yoko Ono encontra-se nas suas Instructions [Instruções]: diretrizes orais ou escritas para os espectadores, que oferecem um conjunto de sugestões e atribuem ao público um papel muito mais ativo do que é geralmente esperado no mundo da arte.

Está Aqui

Até 12/07/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.

Electric: A Virtual Reality Exhibition

Até 30/08/2020

12 €

Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg e Anish Kapoor. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. Anish Kapoor e Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves.

A Vida Como Ela É - Loures Castro Na Coleção De Serralves

Até 18/10/2020

12 €

Esta exposição apresenta trabalhos de Lourdes Castro (Funchal, 1930) produzidos desde a década de 1960, em diversos meios – edições, desenho, bordados, plexiglass –, em nome próprio e com outros artistas, que sublinham a importância na sua prática artística das colaborações e da relação entre arte e quotidiano. Artista ligada originalmente ao movimento francês nouveau réalisme – que enfatizava a relação da arte com a realidade, nomeadamente com as paisagens visuais das cidades, crescentemente saturadas de signos, e com a acumulação de objectos cuja obsolescência é depois da II Grande Guerra cada vez mais rápida –, Lourdes Castro construirá ao longo do seu percurso uma obra irredutivelmente singular, ligada às silhuetas e às sombras. Na exposição poder-se-ão ver, além da revista KWY (1958–1963) e da obra que realizou com Francisco Tropa para a Bienal de São Paulo de 1998 – exemplos da referida importância do trabalho colaborativo –, trabalhos contextualizados pelo nouveau réalisme – colagens e assemblagens de objectos do quotidiano pintados com tinta de alumínio; cartazes que anunciam exposições e teatros de sombras (estreita colaboração com Manuel Zimbro) dominados por aquele que seria, a partir de meados da década de 1960 o seu tema de eleição – a Sombra; obras em plexiglass, bordados em lençóis de sombras deitadas e a série de desenhos Sombras à volta de um centro, realizada em dois períodos, em Paris (1980) e na Madeira 1984/87, e apresentada na exposição da artista em 2003 no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Estes desenhos, na sua simplicidade e na sua evidência – neles vemos as sombras de várias flores e plantas (Camélia, Gerânios, Lilases, Malmequeres, Miosótis, Narcisos, Primaveras, Rosas, Salsa, Túlipas, folhas de palmeira, entre outras) de uma forma tão natural que exclui quaisquer esforços, habilidades –, revelam a vontade, por parte da artista de ver "sempre pela primeira vez e em primeira mão”. Estes desenhos constituem – além de uma espécie de diário íntimo de Lourdes Castro com as plantas e as flores –, um tratado sobre a atenção, sobre estar inteiramente presente no "aqui e agora”. São por isso mesmo testemunhos de uma "eternidade efémera”, e da relação da arte com A vida como ela é.

Orient Express – Viagem de Retorno

Até 30/08/2020

12 €

Ao longo de cerca trinta anos foi criado um espólio de maquetes e outras peças que foram usadas em exposições da Obra do arquiteto Álvaro Siza. A maioria das exposições onde este material expositivo foi usado, ou exposto, teve a curadoria do arquiteto Carlos Castanheira que o mantinha à sua guarda. Muitas destas peças, em especial maquetes de madeira e maquetes de cartão foram emprestadas para muitas outras exposições organizadas e curadas em todo o mundo, como por exemplo as que fazem parte da exposição (in)Disciplina patente no Museu de Serralves. Estando o Museu de Serralves a criar e a organizar atividades, assim como um Arquivo de Arquitetura, pareceu a Álvaro Siza e a Carlos Castanheira que é o momento indicado para entregar ao cuidado do Museu de Serralves a guarda, restauro e gestão de todas essas peças. Em 2019 procedeu-se ao transporte, entrega, avaliação, inventariação e depósito do referido material. No início de 2020, em especial as maquetes, serão alvo de limpeza e restauro de modo a que estejam disponíveis para o empréstimo, para a consulta e análise de estudiosos mas também do público em geral. Com este espólio pretende-se que seja possível criar melhores condições para a divulgação, interpretação e discussão da Arquitetura como uma Arte essencial e fundamental ao bem-estar e evolução da Humanidade.

Livros são árvores, bibliotecas são florestas

Até 26/12/2020

"Livros são árvores, bibliotecas são florestas" é o nome da exposição desenhada pela equipa de programação do Museu da Cidade. Esta exposição, a primeira de um conjunto de exposições que têm por base o fundo bibliográfico da Biblioteca, inicia-se pelos segredos do mundo subterrâneo e as diversas formas de afloração à superfície - do imaginário rizomático do mundo vegetal e da sua existência híbrida, entre a luz e a escuridão, o mundo do visível e o submundo, a terra e o ar. Apresentando livros, páginas de livros, imagens e sons reminiscentes do mundo natural (a botânica, a biologia, as ciências da natureza, mas também a zoologia), a exposição funda-se numa certa circularidade: cortamos árvores para fazer livros, melhor compreender a natureza e guardar a memória da sua exuberância e infinita sabedoria.

Arthur Jafa

Até 27/09/2020

Uma série de prestações absolutamente improváveis, porém extraordinárias (com Ming Smith, Frida Orupabo e Missylanyus). Reconhecido diretor de fotografia e realizador de cinema, Arthur Jafa apresenta nesta exposição trabalhos que vem realizando enquanto artista visual nas últimas duas décadas. Em filme, fotografia e escultura, a obra de Jafa revela o papel determinante da raça, do género e da classe social na cultura popular dominante e nos meios de comunicação dentro e fora dos Estados Unidos. De Spike Lee e Stanley Kubrick a Beyoncé e Solange, Arthur Jafa tem colaborado com muitos cineastas, artistas e músicos notáveis. Para esta exposição, Jafa convidou a fotógrafa Ming Smith e a artista visual Frida Orupabo, e nela incorporou materiais de Missylanyus disponibilizados no canal YouTube para criar uma experiência audiovisual que é ao mesmo tempo uma reflexão política e uma perspetiva visionária.

Máscaras (Masks)

Até 18/08/2020

0 €

As máscaras têm um lugar na história das sociedades desde tempos remotos. Atualmente, enquanto sintoma de um tempo de transformações extremas, as máscaras adquiriram uma renovada relevância e premência, materializando-se sob diversas aparências. Desde avatares usados online para fins de entretenimento, propaganda ou ativismo até aos diferentes movimentos que nos levam a ocupar ou abandonar as ruas, a nossa vida quotidiana ritualizada está hoje repleta de práticas de caricatura, camuflagem, disfarce, face-swapping, mascarada, imitação, proteção, ridículo, maquilhagem social, entre outras. João Laia (curador-chefe de exposições no Kiasma Museum of Contemporary Art) e Valentinas Klimašauskas (curador, escritor e um dos curadores do Pavilhão da Letónia na 58ª Bienal de Veneza, 2019) propõem um olhar sobre a profunda reformulação em curso das nossas múltiplas identidades históricas, sociopolíticas, sexuais e transcendentais, questionando os atuais processos em que nos metamorfoseamos de uma em outra.

“Apesar De Não Estar, Estou Muito” de Diogo Jesus

Até 16/08/2020

0 €

Há mais de uma década que Diogo Jesus produz desenhos, textos, banda desenhada e música sob vários pseudónimos. Como RUDOLFO edita e publica fanzines e música em edições de autor desde os 16 anos; desde então já criou mais de 40 publicações independentes e participou em diferentes antologias de banda desenhada, tanto em Portugal como noutros países; paralelamente, tem colaborado com diversos artistas, músicos e escritores. Com curadoria de João Ribas (ex diretor do Museu de Serralves e curador do Pavilhão de Portugal na 58ª Bienal de Veneza, 2019), a exposição reúne as obsessões autobiográficas do artista e a sua distinta perspetiva da cultura popular. Nos seus desenhos e bandas desenhadas, o seu elenco de pessoas, mutantes, alienígenas e tudo o que se encontra pelo meio proporciona um incessante comentário sobre questões como a criatividade, o género e a masculinidade, e as condições de produção de arte, simultaneamente desafiando os limites do livro de banda desenhada. Apesar de não estar, estou muito apresenta desenhos, objetos, vídeos e textos de uma miríade de projetos e publicações do artista a partir de 2007, desde as suas primeiras bandas desenhadas underground independentes até aos seus mais recentes projetos como DJ Nobita e Gekiga Warlord, todos atravessados tanto pelo seu sarcástico humor como por uma dilacerante honestidade.

Um Século e Tanto, 130 Anos National Geographic

Até 27/09/2020

9 €

A National Geographic explora o planeta há mais de 130 anos e distingue-se por desafiar, proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Tudo começou em 1888 com um convite, que reuniu os 33 fundadores da National Geographic Society, em Washington D.C. Entre eles geólogos e cartógrafos, banqueiros e advogados, cientistas e líderes militares começaram a delinear o propósito da organização. Todos acreditavam que a ciência aliada a uma perceção mais clara do nosso mundo, teriam o poder de mudá-lo, melhorando-o. Sem stafff, nem sede, a National Geographic Society começou a traçar novas rotas, a descobrir novas culturas e a ir Mais Além. Celebramos Alexander Graham Bell, Amelia Earheart, Alexander Graham Bell, Robert A. Bartlett, Richard E. Byrd, Barry Bishop, Jane Goodall, Sylvia Earle, Dian Fossey, Jacques Cousteau, Robert E. Peary, entre tantos outros grandes nomes da história da National Geographic. Para partilhar as expedições, descobertas e alcances foi criada a revista National Geographic, ainda em 1888. A sua primeira edição foi enviada para uma lista exclusiva de 200 membros. Em 2015 fundou-se a National Geographic Partners e a sua plataforma alcança mais de 450 milhões de pessoas, 43 línguas, em 172 países, todos os meses. A vontade dos nossos 33 fundadores foi cumprida. Alcançámos os quatro cantos da terra e fomos Mais Além. 131 Anos depois, continuamos a apontar as nossas lentes para os sítios mais inóspitos e para as realidades mais duras do nosso planeta, continuamos a perseguir grandes questões e a desafiar pensamentos outrora aceites, continuamos a proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Mas nada disto seria possível sem o seu contributo. Graças a si já atribuímos mais de 14 mil bolsas de investigação, apoiando projetos ambiciosos nas áreas da ciência, exploração e conservação. Quando lê, assiste, compra ou viaja connosco, está a apoiar o trabalho dos nossos cientistas, exploradores e educadores em todo o mundo. Por sua causa, a nossa existe. Obrigado por nos ajudar a contribuir para um planeta mais sustentável.

Porto Legends - The Underground Experience

Até 10/01/2021

12 €

"Porto Legends: The Underground Experience" é um evento audiovisual que vai dar a conhecer dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto. O espetáculo será apresentado de terça-feira a domingo, entre as 10 e as 19 horas, nas Furnas da Alfândega do Porto. A mais recente criação do ateliê português OCUBO, especialista na realização de projetos de vídeo mapping, estreia nas Furnas da Alfândega do Porto. O espetáculo vai dar a conhecer, através de uma experiência imersiva, dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto, inspiradas no livro do historiador Joel Cleto, "As Lendas do Porto". O projeto Porto Legends - The Underground Experience contou com 70 atores, 120 figurinos e 30 artistas de vídeo, recorrendo a 50 projetores de vídeo de alta definição, estrategicamente instalados nas paredes, no chão, nos tetos, nas colunas e nos arcos das Furnas da Alfândega do Porto. As dez lendas que constituem o espetáculo são narradas por Pedro Abrunhosa, na versão portuguesa, e pelo galardoado ator britânico Jeremy Irons, na versão inglesa. Ao longo de 45 minutos, serão contadas lendas como as de Pedro Cem, Zé do Telhado, Barrão Forrester, as famosas tripas à moda do Porto, o mistério do Tesouro da Serra do Pilar; o violento Cerco do Porto, o Terramoto de 1755 ou a do fantasma da Estação de São Bento. O público é convidado a circular livremente durante o espetáculo, numa experiência de 360º inédita a nível mundial. Porto.CARD - A NÃO PERDER! Aproveite o Porto.CARD e tenha descontos nas entradas: Bilhete Inteiro: 2€ de desconto / PACK DE DOIS: 3€ de desconto Bilhete reduzido: 1€ desconto /PACK DE DOIS: 1,5€ de desconto

Boca de cena

03/06/2020

Os cinco sentidos servidos à mesa para assinalar o vigésimo aniversário do Teatro de Marionetas do Porto, percurso iniciado com a histórica apresentação de Entre a Vida e a Morte/Capuchinho Vermelho XXX (1988) na cidade francesa de Charleville-Mézières, capital mundial da marioneta. Em Boca de Cena: Teatro-Jantar, o teatro “com” marionetas descobre afinidades insuspeitas com a gastronomia, Artaud confraterniza com Pantagruel, o palco converte-se num muito performativo menu de degustação, os atores/garçons convivem de perto, muito perto, com os espectadores/comensais e a música electrónica contemporânea harmoniza-se com Lieder de Schubert. Tudo isto poderia resultar num brinde à saúde das Marionetas do Porto, numa festiva revisão da matéria dada, mas João Paulo Seara Cardoso torce o pescoço à efeméride e arrisca uma originalíssima montagem de acontecimentos imprevistos, radicalizando as marcas distintivas de um projeto que se foi reinventando na fronteira de muitas linguagens artísticas e onde “poesia” rima quase sempre com “anarquia”. Cozinha e teatro de fusão para celebrar o passado com todos os sentidos postos no futuro. Como quem afirma que o melhor ainda está por vir. Cheers!

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

ECHO Casa da Música

04/06/2020

Em tempos de isolamento social redobra-se a importância da música, que, porventura como nenhuma outra arte, nos permite viajar sem sair do sítio. Consciente disso, a European Concert Hall Organisation (ECHO) disponibiliza, todos os dias, a partir do dia 23 de Março, pelas 19:00, um concerto gravado numa das salas que a integram – as melhores da Europa. Membro da ECHO, a Casa da Música transmite, através do seu site, este luxuoso programa, com agrupamentos, maestros, solistas e obras de prestígio mundial, para que, mesmo sem sair de casa, possa aceder a alguns dos lugares mais belos que o talento e a criatividade humana lograram conceber ao longo da História.

Porto Food Week

Até 13/06/2020

Vem aí mais uma semana intensa de experiências gastronómicas ricas e inéditas! Rotas, jantares, conversas e eventos, é o que vai acontecer de 5 a 13 de junho na cidade do Porto, uma homenagem à gastronomia local. Gastronomia essa que se vai unir à música, à arte e a tantas outras áreas. Tem apetite para isto tudo?

Aníbal Zola Trio

05/06/2020

Aníbal Zola é um cantautor e contrabaixista do Porto que procura usar a língua portuguesa como cúmplice no seu processo de composição. Em Fevereiro lançou o amortempo, um disco que fala de amor, tempo e morte, e conta com participações de músicos talentosos que têm vindo a cruzar-se no seu caminho. Do novo disco já são conhecidos os singles “Valsa de três notas só” e “Vida de Cão”. Sala Suggia

Porto Blues Fest

Até 06/06/2020

20 €

O Porto Blues Fest está de regresso em 2020 para a sua quarta edição. A Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal será novamente o palco dos quatro concertos que compõem o alinhamento do evento. Os Ragtime Rumours farão as honras de abertura do festival. Este enérgico quarteto define-se como uma fusão de ragtime à antiga, blues tradicional e jazz cigano, tocada com uma atitude rock'n roll. Depois da banda holandesa, o palco será ocupado pelos portugueses Guitar Summit, um projeto criado pelo Porto Blues Fest que tem como objetivo homenagear os melhores performers nacionais de guitarra. Nesta edição, o projeto vai juntar Budda Guedes, João Cabeleira (Xutos & Pontapés) e Vítor Bacalhau. O segundo dia começará com um dos mais talentosos artistas do blues acústico. Nomeado em 2019 para os UK American Awards, o britânico Martin Harley. Para fechar da melhor maneira esta quarta edição, a organização traz ao Porto a talentosa cantora e compositora de electric blues e soul, Trudy Lynn. Com 17 discos editados, a norte-americana foi nomeada cinco vezes para os Blues Music Awards, tendo alcançado o primeiro lugar dos Blues Charts em 2014 com a canção "I'll sing the Blues for You". Este ano, está novamente nomeada pela Blues Foundation para o "Koko Taylor Award" na categoria "Melhor Vocalista Tradicional Feminina". Além dos concertos, o programa paralelo do Porto Blues Fest, volta a incluir uma exposição dos Cigar Box Guitars e uma zona de alimentação, o Soulfood Court, dinamizada pelo chef Chakall.

Exposição de Modelos Feitos com Peças LEGO

Até 04/10/2020

7.5 €

São mais de 5 milhões de peças lego, distribuídas por 2.000 metros quadrados, totalizando cerca de 100 modelos, em 12 áreas temáticas. Inclui recriações de filmes emblemáticos como o Titanic ou a saga Star Wars (Guerra das Estrelas). Com potencial para atrair gente de todas as idades, é um programa que alia diversão a conhecimento, pois uma das áreas temáticas recria o corpo humano em LEGO, constituindo, por isso, uma lição de Biologia sob um prisma diferente. Para os fãs da saga Guerra das Estrelas, esta mostra expositiva é também de visita obrigatória, contando que de naves espaciais, personagens, sabres de luz, a cenas emblemáticas dos filmes, há uma forte probabilidade de ficar admirado com o detalhe posto em cada construção. A Batalha de Coruscant, Trench Run ou TIE Fighter constituem algumas das recriações em exibição no Star Wars District. A viagem não se faz somente ao mundo futurista desta série de culto, mas também ao passado histórico, romantizado pelo filme Titanic. Só para a construção em lego do navio mais famoso do século XX, com cerca de três metros de altura e 11 metros de comprimento, foram utilizadas cerca de 500 mil peças. Há ainda uma zona dedicada a personagens de filmes de super-heróis à escala, como o Capitão América ou Thor; uma Avenida das Estrelas do Desporto à escala de 1:1, em que Robert Lewandowski faz parte da lista; uma zona da robótica e do fantástico; uma área de animação, onde se incluem os famosos bonecos azuis Estrunfes, entre outros atrativos, como maquetes com pistas de comboios, e recriações de modelos de alta velocidade (Pendolino, ICE e TGV).

Cultura e Geografias - Centenário da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Até 27/12/2020

A partir de 6 de dezembro de 2019 e até 27 de dezembro de 2020, o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP) acolhe, no seu polo central (Edifício Histórico da Reitoria da Universidade do Porto, à Cordoaria), a exposição Culturas e Geografias. A assinalar o ano comemorativo do seu centenário, a Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) coorganiza com o MHNC-UP, e em colaboração com o Museu Nacional de Soares dos Reis, uma exposição que dá a conhecer as coleções que integraram o seu acervo museológico e artístico durante a primeira fase da sua existência (1919-1931). Originalmente utilizadas como suportes de ensino em três salas-museu da primeira FLUP, estas coleções que, em 1941, transitaram para a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, encontram-se agora à guarda do MHNC-UP. Através de um conjunto de 250 peças extraordinárias de arqueologia e etnografia, os visitantes serão convidados a fazer uma viagem ao longo do tempo, durante a qual poderão explorar vivências e rituais das comunidades humanas em cada um dos cinco continentes.

Feira dos Passarinhos

Até 31/05/2021

Feira tradicional, de cariz popular, com alguns anos de atividade, onde pode adquirir aves, enquanto animais de companhia. É permitida, a comercialização de gaiolas, comedouros, bebedouros, poleiros, alimentação e demais artigos necessários para o alojamento, manutenção e criação. Mesmo que a intenção não seja comprar encante-se com os cantares das aves, com as suas cores e o movimento da feira. Ao passar pela feira ninguém escapa ao deslumbramento de olhar o Rio Douro e as pontes.

Feira de Numismática e Filatelia

Até 31/05/2021

Local de encontro de vários colecionadores, esta feira tem como objeto a venda e troca de moedas, postais, selos e outros objetos colecionáveis afins. Realiza-se debaixo das arcadas dos prédios que rodeiam a praça.

Ritmo Trópico

07/06/2020

O cenário é uma pizzaria e as pizzas têm nomes de ritmos emblemáticos da América Latina – samba, tango, cumbia, de acordo com os ingredientes escolhidos. Por cada pedido que chega à cozinha sai de lá um novo ritmo. E, não raras vezes, todos são chamados a colaborar na cozedura. Uma coisa é certa: salero e bom humor não faltarão. Sala Suggia

Quarteto de Cordas de Matosinhos

09/06/2020

Chostakovich escreveu o seu oitavo quarteto de cordas em Dresden em 1960, inspirado pela imagem das ruínas do bombardeamento à cidade. É uma obra emotiva, pensada como uma espécie de despedida que reúne citações de muitas outras obras do compositor, combinadas de forma genial. Escrito pouco mais de meio século antes, o único quarteto de Ravel completa este recital do Quarteto de Cordas de Matosinhos. Obra envolta em polémica na época em que foi escrita, mal recebida pelos críticos mas admirada por figuras como Debussy, rapidamente foi incluída no repertório dos grandes quartetos e se tornou um dos mais tocados do séc. XX. Sala Suggia

Joanica-Puff

10/06/2020

Espetáculo criado por João Paulo Seara Cardoso a partir do célebre romance de A. A. Milne, escrito em 1926, que se viria a tornar um dos clássicos da literatura infantil do séc. XX. JOANICA-PUFF é um urso “com muito pouco miolo”, que vive no bosque dos Cem Acres com os seus amigos e conhecidos: Coelho, Porquito, Trigue, Mocho, Burro Inhon e ainda Cristóvão Robim, o rapazito sonhador em cuja imaginação se passam as deliciosas histórias cujos protagonistas são os seus próprios brinquedos. As marionetas deste espetáculo foram construídas por uma técnica mista de couro e madeira, pelo escultor francês Étienne Champion, usando técnicas de construção de máscaras da Commedia dell’Arte. A cenografia é constituída por um conjunto de lugares sugeridos por pinturas de Albuquerque Mendes.

11.ª Exposição / Venda Internacional de Orquídeas do Porto

Até 14/06/2020

4 €

A Associação Portuguesa de Orquidofilia (A.P.O.) tem muito orgulho em anunciar a sua 11.ª Exposição / Venda Internacional de Orquídeas do Porto, na Exponor. A A.P.O. traz até ao seu público fiel, orquídeas de todo o mundo pela mão de alguns dos melhores produtores internacionais de orquídeas e apresentando a melhor mostra nacional de orquídeas em flor, graças à participação, colaboração e cedência das mesmas por parte de expositores, de associados e de orquidófilos em geral. A Exposição Internacional de Orquídeas do Porto já passou pelo Jardim Botânico do Porto, pelo Palacete Pinto Leite, pela Galeria da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, nos jardins do Palácio de Cristal, e pelo Edifício Transparente, sendo este o 6.º ano que a mesma se irá realizar na Exponor, um espaço amplo e com todas as condições de conforto e de acessibilidade para receber o público visitante deste prestigiado certame. A 11.ª Exposição / Venda Internacional de Orquídeas do Porto reunirá, em mais de 4.500 m2, os melhores espécimes de orquídeas trazidos por expositores e por colecionadores privados que, ao longo dos anos, cultivam com todo o amor uma enorme variedade de espécies e híbridos de orquídeas e que aqui orquidófilos e público em geral pode apreciar numa exposição cuidada e diversificada. Organizada pela Associação Portuguesa de Orquidofilia (A.P.O.), a Exposição / Venda Internacional de Orquídeas do Porto é o mais antigo e importante evento da orquidofilia a nível ibérico. A edição deste ano conta com 23 expositores, 16 expositores nacionais e 7 expositores estrangeiros (Espanha, Taiwan, França e Equador), bem como 2 dias de palestras em torno de temas relacionados com o cultivo de orquídeas. A 11.ª Exposição volta a contar com uma exposição de desenhos infantojuvenis. Continuando na linha do rigor na avaliação das plantas, teremos um painel de jurados especialistas que atribuirão os prémios de acordo com um modelo “Ribbon Judging – Best In Show”.

Archipelagos

13/06/2020

O Remix Ensemble volta ao palco da Sala Suggia dando protagonismo a vários dos seus solistas, num programa surpresa que apenas será revelado in loco. Sala Suggia

Old Mountain

16/06/2020

Old Mountain é um projecto pensado e criado por Pedro Branco (guitarra) e João Sousa (bateria), nascido da partilha de experiências e de uma visão artística convergente. Convidam músicos com diferentes percursos e ideias de improvisação, que se tornam parte essencial no processo criativo do grupo, tentando transcender pressupostos que limitem a liberdade ou a criatividade. Sala Suggia

Os Encantos de Medeia

17/06/2020

Jasão embarca na nau Argos com destino à ilha de Colcos, com o objetivo de conquistar o velo de ouro. Ao chegar à ilha, desperta duas paixões: na filha e na sobrinha do rei de Colcos, respetivamente, a princesa Medeia e Creusa. Cega pela paixão, Medeia ajuda-o a concretizar o seu objetivo, a apoderar-se do velo de ouro. Mas Jasão, ao ver-se em poder do tesouro, acaba por fugir com a sobrinha do rei, Creusa. Sentindo-se traída, Medeia move contra os amantes uma tempestade que os obriga a regressar a Colcos. O rei, ofendido por Medeia o ter roubado, casa Jasão com Creusa e dá-lhe a direção do reino. Medeia, desesperada, foge e desaparece pelos ares.

João Salcedo - Improvisos sobre Improvisos

19/06/2020

O pianista João Salcedo partilhou diariamente, durante esta quarentena, 51 vídeos, improvisos a partir de sua casa. Com o mote: “Um improviso por dia. A primeira coisa que sair. Estamos em casa, mas estamos juntos!”, abriu-se uma janela para momentos de conforto e desconforto, alegria e desabafo. Foi possível acompanhar a sua recuperação de um pulso partido, Fingerstyle Minimal Indicacoiso. Sentir a ternura das pontuais aparições da sua filhota em O Último Acorde Dá a Maria / Heidi. Escutar Quarentema ao dia 40, Cantigas Tortas de Embalar, Valsinha ou Mordentes... Convocam-se por isso, Marinheiros, Bardos e Sonhadores a embarcar numa Viagem por um Filme Qualquer, num apanhado destes momentos e apresentação das novas ideias. Sala Suggia

Yôga no Parque

Até 27/06/2020

Dias 20 e 27 de junho, entre as 11h e as 12h, decorrem no Parque de Serralves (Clareira das Azinheiras ) sessões de Yôga para famílias. Sendo a sua génese marcada por uma metodologia sensorial e naturalista, a prática de Yôga no Parque de Serralves pretende criar um momento de vivência desta prática física ancestral, e apresenta-se como um convite à reflexão sobre a ligação corpo-natureza. Acesso: bilhete Parque ou Geral; entrada gratuita para crianças até aos 12 anos; desconto de 50% para jovens entre os 13 e os 18 anos e maiores de 65 anos Ponto de encontro: Receção do Museu Lotação de 20 pessoas, sujeitas a inscrição obrigatória para m.tavares@serralves.pt, até às 17h da sexta-feira anterior. Todos os materiais necessários à realização desta atividade (colchão, água, entre outros) são da responsabilidade do participante. Consulte as regras de segurança Covid-19 em vigor em https://www.serralves.pt/pt/info/regras-de-seguranca-covid-19/

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

20/06/2020

Beethoven foi reconhecido como um génio ainda antes de completar 20 anos. 250 após o seu nascimento, mantém-se como uma referência incontornável – um revolucionário que mudou o percurso da história da música e abarca todas as emoções humanas como nunca antes outro havia conseguido. Neste concerto, a Sinfónica interpreta duas sinfonias que, não sendo das mais divulgadas, vale bem a pena conhecer: a Primeira Sinfonia apresenta um Beethoven clássico, herdeiro de Mozart e Haydn, e a Oitava assume um tom invulgarmente jocoso, optimista e afirmativo. Sala Suggia

Bebé Waka Especial

21/06/2020

Waka é uma personagem da selva que tem feito parte das propostas de Oficinas e Espectáculos do Serviço Educativo nos últimos anos. Volta agora, neste período tão especial, numa versão revista e pensada para a Sala Suggia. Sala Suggia

Vai na Batalha

24/06/2020

Vai no Batalha!, expressão típica do linguajar portuense, é mote para esta criação teatral, cuja estrutura se baseia na revista à portuguesa. Em termos de estrutura dramatúrgica, a revista é uma espécie de saco onde tudo se pode meter. Sobretudo ideias. E pena é que, atualmente, proliferem na revista sobretudo ideias vazias. E assim se vai perdendo o sentido da revista que, na origem, se destinava a passar “em revista”, com um forte sentido crítico e muito humor, os principais acontecimentos que marcavam a vida do país durante um ano. Este espetáculo foi criado “à volta da mesa” por todos os elementos da companhia, ao longo de várias sessões delirantes. Nesse grande saco fomos metendo as nossas ideias, os nossos gozos, os nossos devaneios e loucuras e também os nossos sentimentos. Por vezes de raiva, em relação a coisas de que não gostamos; por vezes de amor, seja pela Ti Ana do Bolhão, pelo rio Douro, pela cidade à noite ou pelos cafés do Porto que vão desaparecendo. Continuamos a achar que vale a pena andar por aqui, remando contra ventos e marés, e viver a vida intensamente no espírito dessa belíssima expressão. Porque a chatice e a solidão e a tristeza, meus amigos, “Vai no batalha!”… e ao menos o teatro que nos valha!

Jogo de Espelhos

Até 13/09/2020

No dia em que assinala o seu 23.º Aniversário, a 25 de junho 2020, o Centro Português de Fotografia (CPF) abre uma nova exposição ao público, a primeira após o desconfinamento. A exposição intitulada "Jogo de Espelhos: a cidade fragmentada e a fotografia fragmento através da C.N.F." é composta por imagens da Coleção Nacional de Fotografia. "Desde início dos anos setenta do século XX , antes da distância se encurtar e o tempo se tornar instantâneo pelos meios tecnológicos, já o mundo urbano era entendido como fragmentado, estilhaçado e ficcional, o que remete essa perceção para uma aprendizagem definitivamente condicionada pela fotografia." Esta exposição pode ser visitada até ao dia 13 de setembro de 2020. O CPF situa-se na Antiga Cadeia e Tribunal da Relação do Porto.

#2. Gestão: desafios num mundo pandémico

25/06/2020

Muitos são os desafios aos quais os gestores culturais terão de responder num contexto pandémico - desafios que envolvem equipas, artistas e público num triângulo de contornos incertos. No que respeita aos recursos humanos, como estabelecer novos métodos de trabalho, garantir a segurança dos trabalhadores e mantendo a eficácia do funcionamento das instituições? Quais as vantagens do teletrabalho? Como gerir e motivar equipas à distância? Como planear tarefas face às novas necessidades de assistência familiar? Em relação aos artistas, como conciliar medidas de segurança com as especificidades da sua atividade criativa? Como garantir a valorização do trabalho artístico e autoral perante a multiplicação de conteúdos digitais? E por fim, o público. Como ajudá-lo a vencer o medo de contágio? E como persuadir o público que não vence o medo, mas quer ver programação online, a pagar para aceder a esses conteúdos? Facebook do TMP. Oradores: Carla Bolito; Cláudia Belchior; Cláudia Galhós. Moderação: Francisca Carneiro Fernandes.

Joana Machado Trio

26/06/2020

“Velocidade” é um manifesto sonoro liberto de espartilhos estilísticos que abraça descomplexadamente o grande público. Joana Machado interpreta e assina as composições e os arranjos das canções, apostando numa colecção de temas registados em Blame it on my Youth (Warner, 2014), Lifestories (2016, ed. autor) e outros mais recentes. Aqui, o jazz é o playground perfeito para reunir influências musicais, da soul à pop, passando pela música electrónica. Em trio, Joana Machado, Óscar Graça e Joel Silva querem relatar a permanente urgência em que vivemos. Sala Suggia

Exatamente Antunes

26/06/2020

Já repararam nos meus olhos? Reparem bem nos meus olhos, não são meus, são os olhos do nosso século. Os olhos que furam por detrás de tudo, vai começar. Minhas senhoras e meus senhores, vai começar! Almada Negreiros – “Conferência n.º 1” “Nós não somos do século de inventar as palavras. As palavras já foram inventadas. Nós somos do século de inventar outra vez as palavras que já foram inventadas.” Com Exatamente Antunes, foi como se Jacinto Lucas Pires – concitado por Nuno Carinhas – respondesse ao apelo de Almada Negreiros, desencaminhando-lhe Nome de Guerra para a cena. Obra de uma prodigiosa frescura e ingenuidade, o romance instala-nos no percurso (ou carrossel) iniciático de Antunes, provinciano sacudido pelos acasos da sorte na grande cidade, que, entre o clube noturno e o quarto de hotel, acumula a experiência bastante para concluir que… nenhum saber resulta da acumulação de experiência. Partilhando com Almada o prazer dos paradoxos e a lúdica reinvenção da linguagem, Nuno Carinhas assumiu, enquanto cenógrafo e figurinista, o papel de tridimensionar esta “obra-prima de desenho”, como lhe chamou David Mourão-Ferreira. E partilhou a encenação com Cristina Carvalhal, fazendo do palco vazio do São João não apenas a metrópole boémia ou a fantasmática aldeia de Antunes, mas também (e sobretudo) o interior de uma cabeça. TRANSMISSÃO ONLINE A PARTIR DE VIMEO - ENTRADA PARA A SALA ONLINE / FACEBOOK / INSTAGRAM

Experienciar o Parque | Gigantes da Floresta

27/06/2020

12 €

No dia 27 de junho às 15h, Paulo Alves, Diretor Científico da Floradata, estará em Serralves para o percurso Experienciar o Parque: Gigantes da Floresta. O programa Experienciar o Parque é um ciclo de percursos científicos temáticos no Parque de Serralves, orientados por técnicos especializados da Floradata que nos levarão à descoberta da biodiversidade. Neste percurso, vamos conhecer as árvores monumentais do Parque de Serralves, que têm um elevado interesse ecológico e que possibilitam a vida de muitos organismos que delas dependem. Paulo Alves, licenciado em Biologia, possui vasta experiência em trabalhos de investigação nos domínios da biodiversidade e conservação, ecologia da vegetação e da paisagem, monitorização ecológica, serviços de ecossistema e invasões biológicas.

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

27/06/2020

Vencedor do prestigiado Concurso Internacional de Direcção da Orquestra de Cadaqués e assistente de Gustavo Dudamel na Filarmónica de Los Angeles, o maestro portuense Nuno Coelho estreou-se na Casa da Música em Fevereiro passado, com grande sucesso. O programa que agora vem dirigir é bastante diversificado: começa com uma obra dramática francesa que espelha o fascínio dos europeus pelo ‘exotismo’ de outros povos – sem esquecer a exploração e a violência das conquistas –, prossegue com uma visita de Bartók a caracteres associados ao Classicismo e ao Barroco, e termina com uma obra fundamental do nacionalismo musical espanhol, evocando os ritmos ciganos da Andaluzia. Sala Suggia

Granfondo Porto-Gaia

28/06/2020

37 €

A primeira edição do Granfondo Porto-Gaia vai acontecer no próximo dia 28 de junho, com partida na cidade do Porto, pelas 9 horas, e chegada a Vila Nova de Gaia. Os participantes poderão optar por três distâncias possíveis: o Minifondo com 40 km, o Mediofondo com 100 km e o Granfondo com 160 km. As inscrições já encontram abertas. Para além do Porto e de Gaia, a prova vai também percorrer as estradas dos concelhos de Gondomar, Penafiel, Castelo de Paiva, Arouca e Santa Maria da Feira. A prova tem já confirmada a participação do espanhol Miguel Indurain, considerado um dos maiores ciclistas de sempre, que terá o dorsal nº 1. Até se retirar da competição, Miguel Indurain venceu cinco vezes consecutivas o Tour de France (1991-1995) e duas vezes o Giro de Itália (1992-1993), tendo sido ainda Campeão Olímpico de Contrarrelógio Individual, em Atalanta (1996).

Pequenos Piratas

28/06/2020

A bordo da nau dos Pequenos Piratas ninguém teme o mar: do peito rompe coragem e o olhar persegue o horizonte. Nesta epopeia não faltam água salgada e sol, peixes e sereias, tempestades, tesouros. É a grande aventura de ir ao fim do mundo e voltar. Um concerto encenado, pensado para desafiar as capacidades e inteligências dos mais pequenos com uma fusão de influências encimada pelo rock. Não é óbvio, sabe bem e faz ainda melhor. Sala Suggia

Valéria Carvalho

30/06/2020

Apesar de contar apenas 22 anos, a jovem fadista Valéria Carvalho tem sido reconhecida através de prémios e colaborações, entre os quais o primeiro prémio no Concurso de Fado Amália Rodrigues (Fundão, 2014). Gravou o tema “Algema” para a banda Allamedah e participou no disco de homenagem a Arlindo Carvalho – Soalheira canta Arlindo Carvalho, lançado em 2019. Participou como vocalista no álbum Retrato de Ricardo Gordo (2019). Apresentou-se em países como Tunísia, França, Londres, Canadá e Brasil. Sala Suggia