Feira dos Passarinhos

Até 28/12/2020

Venda de aves e outros animais, enquanto animais de companhia, assim como gaiolas, comedouros, bebedouros, poleiros, alimentação e demais artigos necessários para o alojamento, manutenção e criação das espécies de animais.

Feira de Numismática e Filatelia

Até 28/12/2020

Local de encontro de vários colecionadores, esta feira tem como objeto a venda e troca de moedas, postais, selos e outros objetos colecionáveis afins. Realiza-se debaixo das arcadas dos prédios que rodeiam a praça.

Feira da Pasteleira

Até 31/12/2020

Venda de diversos produtos, nomeadamente produtos alimentares, roupa, calçado e têxteis lar. Legalizada e relocalizada em 2019. Localização: Rua Bartolomeu Velho

LUCKY13

Até 15/03/2020

Para a Livraria Lello 13 é número de sorte! Foi no dia 13 de 1906 que abrimos as portas, numa atitude visionária e arrojada, que mantemos há 114 anos, continuando a ter no centro de toda a nossa atuação o livro, os autores e as histórias. No dia em que celebramos o nosso 114º Aniversário, reunimos na mesma sala, 13 raras primeiras edições de 13 joias da literatura universal, também editadas pela Livraria Lello na sua “The Collection.”

Um Século e Tanto, 130 Anos National Geographic

Até 19/07/2020

€9.0

A National Geographic explora o planeta há mais de 130 anos e distingue-se por desafiar, proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Tudo começou em 1888 com um convite, que reuniu os 33 fundadores da National Geographic Society, em Washington D.C. Entre eles geólogos e cartógrafos, banqueiros e advogados, cientistas e líderes militares começaram a delinear o propósito da organização. Todos acreditavam que a ciência aliada a uma perceção mais clara do nosso mundo, teriam o poder de mudá-lo, melhorando-o. Sem stafff, nem sede, a National Geographic Society começou a traçar novas rotas, a descobrir novas culturas e a ir Mais Além. Celebramos Alexander Graham Bell, Amelia Earheart, Alexander Graham Bell, Robert A. Bartlett, Richard E. Byrd, Barry Bishop, Jane Goodall, Sylvia Earle, Dian Fossey, Jacques Cousteau, Robert E. Peary, entre tantos outros grandes nomes da história da National Geographic. Para partilhar as expedições, descobertas e alcances foi criada a revista National Geographic, ainda em 1888. A sua primeira edição foi enviada para uma lista exclusiva de 200 membros. Em 2015 fundou-se a National Geographic Partners e a sua plataforma alcança mais de 450 milhões de pessoas, 43 línguas, em 172 países, todos os meses. A vontade dos nossos 33 fundadores foi cumprida. Alcançámos os quatro cantos da terra e fomos Mais Além. 131 Anos depois, continuamos a apontar as nossas lentes para os sítios mais inóspitos e para as realidades mais duras do nosso planeta, continuamos a perseguir grandes questões e a desafiar pensamentos outrora aceites, continuamos a proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Mas nada disto seria possível sem o seu contributo. Graças a si já atribuímos mais de 14 mil bolsas de investigação, apoiando projetos ambiciosos nas áreas da ciência, exploração e conservação. Quando lê, assiste, compra ou viaja connosco, está a apoiar o trabalho dos nossos cientistas, exploradores e educadores em todo o mundo. Por sua causa, a nossa existe. Obrigado por nos ajudar a contribuir para um planeta mais sustentável.

Está Aqui

Até 22/03/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Electric: A Virtual Reality Exhibition

Até 24/05/2020

€12.0

Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg e Anish Kapoor. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. Anish Kapoor e Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves.

Henri Cartier-Bresson: Retratos

Até 12/04/2020

€10.0

“Henri Cartier-Bresson: Retratos” é o nome da exposição, composta por 121 trabalhos do fundador da Agência Magnum Photos. A mostra, produzida e realizada pela empresa portuguesa Art For You, em parceria com a Fundação Henri Cartier-Bresson, tem curadoria de Aude Raimbault. Sete décadas de trabalho surgem condensadas nesta exposição, que se baseia no livro Tête à Tête, de 1998. As primeiras imagens datam de 1930, quando o autor viajou pela Europa com o amigo André Pieyre de Mandiargues; e as últimas são da altura em que decidiu trocar a fotografia pelo desenho, a sua paixão original. Aos rostos de celebridades juntam-se outros de pessoas anónimas, captados pela Leica do fotógrafo que também foi pintor, realizador e documentarista, e faleceu em 2004. Paralelamente, são exibidos 12 trabalhos que recriam os recantos da cidade do Porto fotografados por Cartier-Bresson em 1955, mas à luz dos dias de hoje. São da autoria dos fotógrafos Luís Nobre, Pedro Mesquita, André Boto e Diogo Borges. “Retratos – Porto: Um Olhar Contemporâneo” é como se chama esta mostra complementar. O produto das vendas destina-se à Associação O Joãozinho, cujo objetivo é obter financiamento para a nova Ala Pediátrica do Centro Hospitalar de São João.

Aulas de skate

Até 23/02/2020

Nos próximos três fins de semana, há sessões para iniciantes no novo Skate Park do Porto. O Skate Park do Porto, integrado desde o passado mês de novembro no Parque Desportivo de Ramalde, vai receber aulas gratuitas aos sábados e domingos. A atividade decorre de manhã, entre as 10 e as 12 horas. A participação está sujeita a inscrição. Os interessados em dar os primeiros passos a modalidade devem inscrever-se através do email desporto@agoraporto.pt, até à quinta-feira anterior à sessão. Há 20 vagas por aula.

Porto Legends - The Underground Experience

Até 31/03/2020

€15.0

"Porto Legends: The Underground Experience" é um evento audiovisual que vai dar a conhecer dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto. O espetáculo será apresentado de terça-feira a domingo, entre as 10 e as 19 horas, nas Furnas da Alfândega do Porto. A mais recente criação do ateliê português OCUBO, especialista na realização de projetos de vídeo mapping, estreia nas Furnas da Alfândega do Porto. O espetáculo vai dar a conhecer, através de uma experiência imersiva, dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto, inspiradas no livro do historiador Joel Cleto, "As Lendas do Porto". O projeto Porto Legends - The Underground Experience contou com 70 atores, 120 figurinos e 30 artistas de vídeo, recorrendo a 50 projetores de vídeo de alta definição, estrategicamente instalados nas paredes, no chão, nos tetos, nas colunas e nos arcos das Furnas da Alfândega do Porto. As dez lendas que constituem o espetáculo são narradas por Pedro Abrunhosa, na versão portuguesa, e pelo galardoado ator britânico Jeremy Irons, na versão inglesa. Ao longo de 45 minutos, serão contadas lendas como as de Pedro Cem, Zé do Telhado, Barrão Forrester, as famosas tripas à moda do Porto, o mistério do Tesouro da Serra do Pilar; o violento Cerco do Porto, o Terramoto de 1755 ou a do fantasma da Estação de São Bento. O público é convidado a circular livremente durante o espetáculo, numa experiência de 360º inédita a nível mundial.

Urban Market, Meet Designers & Makers

Até 01/03/2020

O URBAN MARKET volta ao panorama da cidade do Porto! Em Fevereiro lançamos duas edições do Urban Market, em dois espaços emblemáticos da cidade. A primeira edição, realiza-se de 14 a 16 de fevereiro no Hard Club, e a segunda, de 28 de fevereiro a 1 de março no Ateneu Comercial do Porto. Em 2020 o Urban Market continua a apoiar o projeto “Ambulance for Hearts”. A um mês de se aventurarem por caminho terrestre até à Guiné Bissau, o projeto estará presente na primeira edição do ano do Urban Market, de 14 a 16 de fevereiro no Hard Club. Ao adquirirem uma das suas bonitas t-shirts, o público estará a contribuir para esta causa. O "Ambulance for Hearts" tem como objetivo comprar uma carrinha, enchê-la de coisas boas, mas maioritariamente de leite de substituição materno do tipo 1, 2 e 3 e levá-la por via terreste até à Guiné-Bissau. A carrinha e o seu recheio serão doadas à "Casa da Mamé Ussai", uma casa que acolhe crianças sós de Catió, uma cidade que se localiza no sul da Guiné-Bissau. Não percam nos dias 16 de Fevereiro e 1 de Março, a partir das 14h30 e até às 19h, os hair stylists do Projecto [Z], um atelier Vegan de Cabelos, estabelecido no Bonfim - Porto. A Inês Zózimo (a mente por trás do projeto) e o Emanuel Alegria, estarão de tesoura em riste para dar novos looks aos seus cabelos. As sonoridades brasileiras invadem o salão nobre do Ateneu Comercial do Porto. Felipe Vargas, músico brasileiro que atua entre o Samba e o Rocknroll, carregando no repertório, além de originais, canções brasileiras de todos os tempos sobe ao palco dia 29 de Fevereiro às 16h30. O Urban Market tem entrada livre e conta com uma seleção de 30 marcas de design de autor e de edição limitada, marcas 100% Portuguesas, nas áreas da joalharia, design de interiores, ilustração, pintura, design de moda, bem-estar e criança, sem esquecer a gastronomia com cabazes personalizados.

Invicta.Música.Filmes

Até 18/02/2020

Numa boa sessão de cinema, antes do advento dos filmes sonoros, não podia faltar a música tocada ao vivo. Essa experiência é não apenas revivida como atualizada nos cine-concertos propostos na 8ª edição do Invicta.Música.Filmes, com música nova escrita para dois filmes mudos recentemente recuperados. J’Accuse, um filme pacifista do cineasta francês Abel Gance, é acompanhado por uma banda sonora criada pelo seu compatriota Philippe Schoeller e interpretada em estreia nacional pela Orquestra Sinfónica. Dias depois, o Remix Ensemble e a Digitópia apresentam o desafio que a Casa da Música colocou ao compositor portuense Igor C. Silva: criar uma partitura para um filme mudo português de 1927, o policial O Táxi Nº9297, de Reinaldo Ferreira, jornalista mais conhecido como Repórter X. As bandas sonoras de alguns dos filmes mais conhecidos da história preenchem o concerto da Banda Sinfónica Portuguesa, incluindo música de Nino Rota, Ennio Morricone e John Williams. A abertura do festival é uma fascinante Viagem à Lua através da objetiva de um pioneiro do cinema francês, Georges Méliès, uma ficção científica de 1902 também ela apresentada num cine-concerto com música nova criada aqui na Casa da Música pelos membros da Digitópia.

Banda Sinfónica Portuguesa

16/02/2020

€10.0

Autor de variadíssimas bandas sonoras de filmes que foram verdadeiros êxitos de bilheteira, John Williams tornar-se-ia uma figura fundamental da história de Hollywood, especialmente pela parceria com dois realizadores icónicos: George Lucas e Steven Spielberg. Desta frutífera e imensa colaboração, a Banda Sinfónica Portuguesa selecionou temas facilmente identificáveis e poderosos do cinema, presentes em filmes como Jurassic Park, Catch me if you can ou ainda na épica trilogia Star Wars. Não menos famosa é a colaboração entre os dois génios italianos Fellini e Nino Rota, cúmplices em La Strada, uma das obras-primas do cinema italiano. Há ainda tempo para recordar a magia do Cinema Paradiso através da inesquecível banda sonora de Ennio Morricone e lembrar o mítico fora-da-lei que ficou imortalizado como o Príncipe dos Ladrões, Robin Hood.

Inventória de Ana Jotta

Até 08/05/2020

€7.0

Entramos na casa. Está vazia. O dono acabou de se mudar ou então está prestes a mudar-se. Nenhuma cama, nenhuma mobília, nenhuns livros. Vêem-se uns quantos objetos, três candeeiros, algumas decorações, uma pequena mesa de jogos e um sem-número de estranhos rabiscos nas paredes. “Viver é deixar traços”, diz Walter Benjamin quando discute o nascimento do interior doméstico. “No interior, eles são acentuados. É criada uma abundância de coberturas e protetores, revestimentos e caixas, nos quais os traços dos objetos de uso quotidiano ficam gravados. Os traços do ocupante também deixam a sua marca no interior. A história de detetives que segue esses traços ganha forma. (…) Os criminosos dos primeiros romances policiais não são nem cavalheiros nem apaches, mas membros da burguesia.” A obra de Jotta está inseparavelmente ligada ao interior – à sua casa, que como uma grande obra de arte se assemelha a uma construção algures entre o Merzbau de Schwitters, o Wunderkammer, ou a casa-atelier de Dieter Roth, repleta de coisas e obras de arte, onde é impossível distinguir o estatuto de cada uma delas, e onde também é quase impossível movermo-nos, dominada que ela está por um total horror vacui. Na exposição INVENTÓRIA, Jotta constrói um cenário invertido: o amor vacui e o vazio tornam-se o tema principal desta instalação radical. Como a artista sugere na “folha de sala” que escreveu para acompanhar a exposição, entramos num “programa de filmes à la Salle Noir” em quatro atos, um enigmático cenário de filmagens com uma última contredanse dançada num baile desconhecido, talvez na Villa Santo Sospir, talvez na Casa São Roque. Local: Casa São Roque - Centro de Arte, Rua São Roque da Lameira nº2092

Boris Charmatz - 10000 gestes

Até 16/02/2020

€12.0

Uma floresta coreográfica em que nenhum gesto é jamais repetido, imagina Boris Charmatz, homenageando a própria natureza efémera da dança. Uma chuva de movimentos, que poderia ter sido gerada por algoritmos matemáticos, mas que aqui se faz de maneira artesanal, a partir dos corpos dos intérpretes. Sendo absolutamente subjetivo, cada gesto é mostrado apenas uma vez, desaparecendo depois de executado. Depois de ter ocupado o Mosteiro de São Bento da Vitória com “Manger” em 2016, o coreógrafo francês que surpreendeu o átrio principal do MoMA, em Nova Iorque, e a Turbine Hall na Tate Modern, em Londres, com o Museu da Dança, dá continuidade a este projeto. “10000 gestes” pode fazer parte do acervo deste anti-museu coreográfico, na constituição de uma anti-coleção, já que nenhum coreógrafo se arriscaria a incorporar tantos gestos na sua notação, nem esta obra poderia ser alguma vez compreendida de outro modo que não a partir da sua própria ideia. Sem hipótese de preservação possível, esse gesto irrepetível parece alcançar o espectador de um modo hipnótico e até meditativo. É que o caos visual de um movimento que nunca é completado por outro dá uma ilusão de imobilidade. Nesta peça é impossível apertar a mão de alguém.

Cordis

16/02/2020

€10.0

Reflexo é o trabalho mais recente de Cordis, o duo invulgar de Paulo Figueiredo (piano) e Bruno Costa (guitarra portuguesa). Com 12 anos de actividade, a formação apresenta mais um disco com composições originais, sucessor de Cordis (2008), Cordis2 (2011) e Terceiro (2015) – este último gravado com o Quarteto de Cordas Arabesco. Nascido em 2008, Cordis cruza piano e guitarra portuguesa com paixão e intensidade, procurando uma nova abordagem estética através de um constante diálogo. O resultado é uma fusão surpreendente de raízes e modernidade, tradição e inovação, traduzidos em pinturas musicais capazes de conduzir o público por novas e apaixonantes viagens.