Feira de Vandoma

Até 27/12/2020

Uma das feiras mais emblemáticas da cidade, destina-se exclusivamente à venda de objetos usados, designadamente roupas, louças, mobiliário e artigos decorativos, discos, livros, aparelhos elétricos e/ou eletrónicos, utensílios domésticos e de trabalho (ferramentas). Localização: Avenida 25 de abril

Dias com Energia

Até 30/05/2020

Aulas gratuitas de pilates, ioga e tai chi continuam aos sábados, agora no Pavilhão Fontes Pereira de Melo. As concorridas aulas do programa municipal Dias com Energia mudam-se para o Pavilhão Municipal Fontes Pereira de Melo, localizado na Rua do Professor Damião Peres. Será assim até ao mês de maio de 2020. O horário é também o habitual: - 09h00: Pilates - 10h00: Ioga - 11h00: Tai chi

LUCKY13

Até 15/03/2020

Para a Livraria Lello 13 é número de sorte! Foi no dia 13 de 1906 que abrimos as portas, numa atitude visionária e arrojada, que mantemos há 114 anos, continuando a ter no centro de toda a nossa atuação o livro, os autores e as histórias. No dia em que celebramos o nosso 114º Aniversário, reunimos na mesma sala, 13 raras primeiras edições de 13 joias da literatura universal, também editadas pela Livraria Lello na sua “The Collection.”

Um Século e Tanto, 130 Anos National Geographic

Até 19/07/2020

€9.0

A National Geographic explora o planeta há mais de 130 anos e distingue-se por desafiar, proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Tudo começou em 1888 com um convite, que reuniu os 33 fundadores da National Geographic Society, em Washington D.C. Entre eles geólogos e cartógrafos, banqueiros e advogados, cientistas e líderes militares começaram a delinear o propósito da organização. Todos acreditavam que a ciência aliada a uma perceção mais clara do nosso mundo, teriam o poder de mudá-lo, melhorando-o. Sem stafff, nem sede, a National Geographic Society começou a traçar novas rotas, a descobrir novas culturas e a ir Mais Além. Celebramos Alexander Graham Bell, Amelia Earheart, Alexander Graham Bell, Robert A. Bartlett, Richard E. Byrd, Barry Bishop, Jane Goodall, Sylvia Earle, Dian Fossey, Jacques Cousteau, Robert E. Peary, entre tantos outros grandes nomes da história da National Geographic. Para partilhar as expedições, descobertas e alcances foi criada a revista National Geographic, ainda em 1888. A sua primeira edição foi enviada para uma lista exclusiva de 200 membros. Em 2015 fundou-se a National Geographic Partners e a sua plataforma alcança mais de 450 milhões de pessoas, 43 línguas, em 172 países, todos os meses. A vontade dos nossos 33 fundadores foi cumprida. Alcançámos os quatro cantos da terra e fomos Mais Além. 131 Anos depois, continuamos a apontar as nossas lentes para os sítios mais inóspitos e para as realidades mais duras do nosso planeta, continuamos a perseguir grandes questões e a desafiar pensamentos outrora aceites, continuamos a proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Mas nada disto seria possível sem o seu contributo. Graças a si já atribuímos mais de 14 mil bolsas de investigação, apoiando projetos ambiciosos nas áreas da ciência, exploração e conservação. Quando lê, assiste, compra ou viaja connosco, está a apoiar o trabalho dos nossos cientistas, exploradores e educadores em todo o mundo. Por sua causa, a nossa existe. Obrigado por nos ajudar a contribuir para um planeta mais sustentável.

9kg de Oxigénio

Até 16/02/2020

A Galeria Municipal do Porto inaugura a exposição "9kg de Oxigénio". A exposição resulta do desafio lançado pela Galeria Municipal do Porto ao projeto "Uma Certa Falta de Coerência" para desenvolver um exercício que refletisse sobre a relação entre a prática curatorial independente, autogerida por artistas, e um contexto expositivo institucional. Nesse sentido, "Uma Certa Falta de Coerência", que desenvolve o seu trabalho de forma independente desde 2008, vai apresentar esta exposição em que "testará políticas de produção e formas de entendimento próprias, tomando como ponto de partida o exercício de sobrevivência em condições adversas e sujeitas a opressão institucional". "Uma Certa Falta de Coerência" irá transferir a atmosfera do espaço diminuto que ocupa na Rua dos Caldeireiros, onde se questiona frequentemente a respirabilidade do ar, e apresentará obras de artistas que, ao longo dos últimos anos, tem colaborado com o projeto: Babi Badalov, Daniel Barroca, António Bolota, Camilo Castelo Branco, Merlin Carpenter, Rolando Castellón, June Crespo, Luisa Cunha, Stephan Dillemuth, Loretta Fahrenholz, Pedro G. Romero, Dan Graham, Alisa Heil, Mike Kelley, Ruchama Noorda, Silvestre Pestana, Josephine Pryde e Xoan Torres.

Depois do Estouro

Até 16/02/2020

A Galeria Municipal do Porto inaugura a exposição "Depois do Estouro", que tem curadoria de Tomás Abreu e resulta do projeto concursal "Expo'98 no Porto". "Depois do Estouro" foi selecionada por um júri independente da equipa artística da Galeria Municipal do Porto, composto por Daniela Marinho, investigadora de pós-doutoramento no Departamento de Artes e Estudos Culturais da Universidade de Copenhaga, Miguel Ferrão, que dirige com Eduardo Guerra o projeto artístico Musa paradisiaca, e Nuno Faria, diretor artístico do Museu da Cidade. Esta exposição parte dos efeitos que os desenvolvimentos socioeconómicos e tecnológicos do final do século passado tiveram na cultura contemporânea e "propõe uma reflexão sobre paradoxos das suas consequências, paralelamente desafiando noções de manipulação do tempo". Reúne um conjunto de obras, produzidas no final da última década por 13 jovens artistas que cresceram em Portugal na década de 90, as quais "incidem sobre questões da humanidade, do espaço físico e do tempo": Alice dos Reis, Francisco M. Gomes, Henrique Pavão, Hugo de Almeida Pinho, Igor Jesus, Jorge Jácome, Lúcia Prancha, Mariana Rocha, Mariana Vilanova, Pedro Huet, Rodrigo Gomes, Sara Graça e Tomás Abreu.

Está Aqui

Até 22/03/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Electric: A Virtual Reality Exhibition

Até 24/05/2020

€12.0

Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg e Anish Kapoor. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. Anish Kapoor e Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves.

Henri Cartier-Bresson: Retratos

Até 12/04/2020

€10.0

“Henri Cartier-Bresson: Retratos” é o nome da exposição, composta por 121 trabalhos do fundador da Agência Magnum Photos. A mostra, produzida e realizada pela empresa portuguesa Art For You, em parceria com a Fundação Henri Cartier-Bresson, tem curadoria de Aude Raimbault. Sete décadas de trabalho surgem condensadas nesta exposição, que se baseia no livro Tête à Tête, de 1998. As primeiras imagens datam de 1930, quando o autor viajou pela Europa com o amigo André Pieyre de Mandiargues; e as últimas são da altura em que decidiu trocar a fotografia pelo desenho, a sua paixão original. Aos rostos de celebridades juntam-se outros de pessoas anónimas, captados pela Leica do fotógrafo que também foi pintor, realizador e documentarista, e faleceu em 2004. Paralelamente, são exibidos 12 trabalhos que recriam os recantos da cidade do Porto fotografados por Cartier-Bresson em 1955, mas à luz dos dias de hoje. São da autoria dos fotógrafos Luís Nobre, Pedro Mesquita, André Boto e Diogo Borges. “Retratos – Porto: Um Olhar Contemporâneo” é como se chama esta mostra complementar. O produto das vendas destina-se à Associação O Joãozinho, cujo objetivo é obter financiamento para a nova Ala Pediátrica do Centro Hospitalar de São João.

Aulas de skate

Até 23/02/2020

Nos próximos três fins de semana, há sessões para iniciantes no novo Skate Park do Porto. O Skate Park do Porto, integrado desde o passado mês de novembro no Parque Desportivo de Ramalde, vai receber aulas gratuitas aos sábados e domingos. A atividade decorre de manhã, entre as 10 e as 12 horas. A participação está sujeita a inscrição. Os interessados em dar os primeiros passos a modalidade devem inscrever-se através do email desporto@agoraporto.pt, até à quinta-feira anterior à sessão. Há 20 vagas por aula.

Porto Legends - The Underground Experience

Até 31/03/2020

€15.0

"Porto Legends: The Underground Experience" é um evento audiovisual que vai dar a conhecer dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto. O espetáculo será apresentado de terça-feira a domingo, entre as 10 e as 19 horas, nas Furnas da Alfândega do Porto. A mais recente criação do ateliê português OCUBO, especialista na realização de projetos de vídeo mapping, estreia nas Furnas da Alfândega do Porto. O espetáculo vai dar a conhecer, através de uma experiência imersiva, dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto, inspiradas no livro do historiador Joel Cleto, "As Lendas do Porto". O projeto Porto Legends - The Underground Experience contou com 70 atores, 120 figurinos e 30 artistas de vídeo, recorrendo a 50 projetores de vídeo de alta definição, estrategicamente instalados nas paredes, no chão, nos tetos, nas colunas e nos arcos das Furnas da Alfândega do Porto. As dez lendas que constituem o espetáculo são narradas por Pedro Abrunhosa, na versão portuguesa, e pelo galardoado ator britânico Jeremy Irons, na versão inglesa. Ao longo de 45 minutos, serão contadas lendas como as de Pedro Cem, Zé do Telhado, Barrão Forrester, as famosas tripas à moda do Porto, o mistério do Tesouro da Serra do Pilar; o violento Cerco do Porto, o Terramoto de 1755 ou a do fantasma da Estação de São Bento. O público é convidado a circular livremente durante o espetáculo, numa experiência de 360º inédita a nível mundial.

Workshop com Boris Charmatz

15/02/2020

€0.0

Neste workshop, Boris Charmatz partilha com os participantes o momento atual em que se encontra no seu processo de trabalho. Para si o palco é um local de experimentação, como se de um bloco de notas se tratasse, onde se elaboram os conceitos orgânicos, intensidades e tensões geradas por este encontro.

Bolhão em Festa: Danças Latinas

15/02/2020

No mês mais apaixonante e divertido do ano, as bancas cheias e coloridas de cortar a respiração, o bom peixe, a carnes e os enchidos que enchem o olho e as histórias das gentes do Bolhão, são apenas alguns dos motivos para fazer as suas compras no Mercado Temporário. Como se não bastasse, temos para si cinco sábados de eventos que irão surpreender toda a família com um programa imperdível e fora do vulgar! Se mal começa fevereiro e só consegue pensar em momentos românticos a dois ou na folia e fantasias de Carnaval, então este evento é para si. O nosso Bolhão em Festa será de danças latinas, onde sensualidade a par da festa e muito brilho não irão faltar! Dois profissionais de dança de salão - Joana Pereira e Luís Gonzanga - prepararam um espetáculo arrebatador e apaixonante que irá tornar este sábado dia 15 de fevereiro, às 11h, num momento inesquecível e surpreendente! Goste ou não de dar um pé de dança, este evento é gratuito e vai querer participar!

Urban Market, Meet Designers & Makers

Até 01/03/2020

O URBAN MARKET volta ao panorama da cidade do Porto! Em Fevereiro lançamos duas edições do Urban Market, em dois espaços emblemáticos da cidade. A primeira edição, realiza-se de 14 a 16 de fevereiro no Hard Club, e a segunda, de 28 de fevereiro a 1 de março no Ateneu Comercial do Porto. Em 2020 o Urban Market continua a apoiar o projeto “Ambulance for Hearts”. A um mês de se aventurarem por caminho terrestre até à Guiné Bissau, o projeto estará presente na primeira edição do ano do Urban Market, de 14 a 16 de fevereiro no Hard Club. Ao adquirirem uma das suas bonitas t-shirts, o público estará a contribuir para esta causa. O "Ambulance for Hearts" tem como objetivo comprar uma carrinha, enchê-la de coisas boas, mas maioritariamente de leite de substituição materno do tipo 1, 2 e 3 e levá-la por via terreste até à Guiné-Bissau. A carrinha e o seu recheio serão doadas à "Casa da Mamé Ussai", uma casa que acolhe crianças sós de Catió, uma cidade que se localiza no sul da Guiné-Bissau. Não percam nos dias 16 de Fevereiro e 1 de Março, a partir das 14h30 e até às 19h, os hair stylists do Projecto [Z], um atelier Vegan de Cabelos, estabelecido no Bonfim - Porto. A Inês Zózimo (a mente por trás do projeto) e o Emanuel Alegria, estarão de tesoura em riste para dar novos looks aos seus cabelos. As sonoridades brasileiras invadem o salão nobre do Ateneu Comercial do Porto. Felipe Vargas, músico brasileiro que atua entre o Samba e o Rocknroll, carregando no repertório, além de originais, canções brasileiras de todos os tempos sobe ao palco dia 29 de Fevereiro às 16h30. O Urban Market tem entrada livre e conta com uma seleção de 30 marcas de design de autor e de edição limitada, marcas 100% Portuguesas, nas áreas da joalharia, design de interiores, ilustração, pintura, design de moda, bem-estar e criança, sem esquecer a gastronomia com cabazes personalizados.

FleaMarket Porto 

15/02/2020

Sábado, 15 de fevereiro, entre as 13h e as 18h, realiza-se mais uma edição da Feira da Pulga / Flea Market, no 6º e 7º andar do Silo Auto. Desta vez o Flea Market vem acompanhado por parceiros de luxo para garantir uma grande tarde festiva, onde além da compra e venda haverá ainda muita música. Todos os andares têm entrada gratuita! Será já este sábado que cerca de 240 vendedores da mais fina tralha portuense se juntarão no já mítico Silo Auto para mais uma sessão de compra, venda e troca dos melhores tesouros da Invicta. O evento contará com a animação musical habitual e com os melhores street food da cidade. Apontado, por centenas de pessoas, como um dos espaços favoritos para a organização da Feira da Pulga, o Silo Auto é um dos edifícios mais característicos da cidade do Porto. Ex-libris da arquitectura para uns, obra monumental para outros a verdade é que este edifício conta já com mais de 40 anos e ninguém lhe fica indiferente. Será no 5º e 6º andar deste edifício modernista que mais de 200 carros estacionados se transformarão em bancas vivas de compra venda e troca de qualquer tipo de objetos em segunda mão. O Car Boot Sale é um formato de feira de usados muito utilizado em Inglaterra e que permite concentrar num único local uma grande quantidade de vendedores de forma muito prática. Cada vendedor chega com o seu próprio carro, abre a mala e desde aí exibe o que tem para vender. O Silo Auto é desta forma o local perfeito para organizar este evento pois tanto vendedor como comprador poderá estacionar o seu carro sem problemas para visitar o Flea Market.

Inventória de Ana Jotta

Até 08/05/2020

€7.0

Entramos na casa. Está vazia. O dono acabou de se mudar ou então está prestes a mudar-se. Nenhuma cama, nenhuma mobília, nenhuns livros. Vêem-se uns quantos objetos, três candeeiros, algumas decorações, uma pequena mesa de jogos e um sem-número de estranhos rabiscos nas paredes. “Viver é deixar traços”, diz Walter Benjamin quando discute o nascimento do interior doméstico. “No interior, eles são acentuados. É criada uma abundância de coberturas e protetores, revestimentos e caixas, nos quais os traços dos objetos de uso quotidiano ficam gravados. Os traços do ocupante também deixam a sua marca no interior. A história de detetives que segue esses traços ganha forma. (…) Os criminosos dos primeiros romances policiais não são nem cavalheiros nem apaches, mas membros da burguesia.” A obra de Jotta está inseparavelmente ligada ao interior – à sua casa, que como uma grande obra de arte se assemelha a uma construção algures entre o Merzbau de Schwitters, o Wunderkammer, ou a casa-atelier de Dieter Roth, repleta de coisas e obras de arte, onde é impossível distinguir o estatuto de cada uma delas, e onde também é quase impossível movermo-nos, dominada que ela está por um total horror vacui. Na exposição INVENTÓRIA, Jotta constrói um cenário invertido: o amor vacui e o vazio tornam-se o tema principal desta instalação radical. Como a artista sugere na “folha de sala” que escreveu para acompanhar a exposição, entramos num “programa de filmes à la Salle Noir” em quatro atos, um enigmático cenário de filmagens com uma última contredanse dançada num baile desconhecido, talvez na Villa Santo Sospir, talvez na Casa São Roque. Local: Casa São Roque - Centro de Arte, Rua São Roque da Lameira nº2092

Clube de Teatro Sub 18

Até 29/02/2020

Após a sua criação na temporada passada, o TNSJ quer consolidar os passos dados na formação de um Clube de Teatro, com o intuito de fazer dele um espaço de acolhimento, permanência e progressão de jovens menores de 18 anos atraídos por esta arte. Sob a orientação de Nuno Cardoso, Nuno M Cardoso e Emílio Gomes, as improvisações a que os jovens vão ser desafiados são o ponto de partida para um trabalho em torno da peça Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare.

Maria Caldas Ribeiro - Série Vermelhos

Até 07/03/2020

“Série Vermelhos” é um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido desde 2003, (entre outras séries). A construção tem como base a matemática sendo este o principal motor de busca. O desenho surge de uma forma aleatória, criando consonância entre si, onde se cruzam, sobrepõem linhas de espessuras diferentes pretas e brancas, sobre um fundo vermelho.

Treetop Walk

Até 21/03/2020

€12.0

O Programa regular para o público geral contempla visitas orientadas ao Treetop Walk, com a duração de 1h, que terão como objetivo dar a conhecer, através de uma experiência singular orientada por educadores do Serviço Educativo de Serralves, a biodiversidade do Parque. Estas poderão ser orientadas em português, francês e inglês. É obrigatória a inscrição até às 17h da véspera do evento, para o email: m.tavares@serralves.pt.

Viagem: À Lua E Não Só!

15/02/2020

€8.0

O cinema e a música como pilares de uma ponte centenária para onde podemos ir contemplar a lua de um modo novo. Em 1902, Georges Méliès, um pioneiro do cinema francês, realizou A Viagem à Lua, filme mudo de pendor fantástico e surrealista que viria a influenciar os caminhos da ficção científica. Hoje olhamo-lo inevitavelmente com outros olhos – e também já o podemos ouvir. A música, criada para as imagens e tocada em paralelo à projeção, reflete essa leitura contemporânea do clássico, que assim se torna novo de novo.

Invicta.Música.Filmes

Até 18/02/2020

Numa boa sessão de cinema, antes do advento dos filmes sonoros, não podia faltar a música tocada ao vivo. Essa experiência é não apenas revivida como atualizada nos cine-concertos propostos na 8ª edição do Invicta.Música.Filmes, com música nova escrita para dois filmes mudos recentemente recuperados. J’Accuse, um filme pacifista do cineasta francês Abel Gance, é acompanhado por uma banda sonora criada pelo seu compatriota Philippe Schoeller e interpretada em estreia nacional pela Orquestra Sinfónica. Dias depois, o Remix Ensemble e a Digitópia apresentam o desafio que a Casa da Música colocou ao compositor portuense Igor C. Silva: criar uma partitura para um filme mudo português de 1927, o policial O Táxi Nº9297, de Reinaldo Ferreira, jornalista mais conhecido como Repórter X. As bandas sonoras de alguns dos filmes mais conhecidos da história preenchem o concerto da Banda Sinfónica Portuguesa, incluindo música de Nino Rota, Ennio Morricone e John Williams. A abertura do festival é uma fascinante Viagem à Lua através da objetiva de um pioneiro do cinema francês, Georges Méliès, uma ficção científica de 1902 também ela apresentada num cine-concerto com música nova criada aqui na Casa da Música pelos membros da Digitópia.

Francisca Gama & Rodrigo Pinto

15/02/2020

€5.0

Francisca Gama nasceu em 2003, no Porto, e iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos. Frequentou o curso básico de música no Curso de Música Silva Monteiro (CMSM), tendo terminado o 5º grau com a classificação de 19 valores. Atualmente frequenta o 1º ano do curso secundário de violino em regime articulado. Desde 2016 que estuda piano na RockSchool, terminou o 2º grau, com Distinção, em 2018. Faz parte da Orquestra Juvenil da Bonjóia e do quarteto de cordas Sfourzzarco Ensemble. Rodrigo Ferreira Rodrigues Pinto nasceu em 2002 em Matosinhos e entrou no Curso de Música Silva Monteiro com 6 anos, frequentando, desde então, a classe de violino do Professor Eliseu Silva. Completou o curso de iniciação com 9 anos e prosseguiu o curso básico e secundário da música, onde tem obtido elevadas classificações. Em 2013, ganhou o 2º prémio ex-aequo de violino no 15º Concurso Internacional de Santa Cecília. Nos últimos 6 anos ganhou o 1º prémio do concurso interno de mérito de cordas friccionadas, na sua categoria. Integra a Orquestra Juvenil da Bonjóia, sendo atualmente o concertino e o quarteto de cordas Sfourzzarco Ensemble, como primeiro violino. Em 2017, o quarteto obteve no 4th Hong Kong International Music Festival, o Excellent Gold Award – Chamber Music.

J’Accuse

15/02/2020

€24.0

Lançado em 1919, o filme J’Accuse deu projeção internacional ao cineasta Abel Gance, figura de referência do cinema mudo francês. A montagem inclui cenas filmadas em pleno campo de batalha, colocando o enredo amoroso no contexto da I Guerra Mundial. Considerado um filme pacifista, foi recentemente recuperado e deu origem a música original de Philippe Schoeller, encomendada no âmbito das celebrações do centenário da guerra. Esta é a oportunidade para ver uma obra-prima do cinema mudo europeu enquanto a orquestra interpreta ao vivo a nova banda sonora, que sublinha na perfeição as imagens perturbadoras do filme. “Sob a direcção fervorosa de Christian Schumann, J’accuse é um casamento perfeito entre música e cinema” Le Monde

Cinema na Casa das Artes - A Vítima Do Medo

15/02/2020

€3.5

Em fevereiro, dedicamos a nossa programação ao cinema britânico. Visitamos alguns dos clássicos com os 39 degraus de Alfred Hitchcock e Peeping Tom de Michael Powell, passando por alguns exemplos da British New Wave com foque nalguns dos mais proeminentes realizadores britânicos no ativo como Ken Loach, Mike Leigh e Sam Mendes. O filme “maldito” de Michael Powell, que deu cabo da sua carreira e a que só muito tempo depois se prestaram as devidas honras. Um dos mais intensos estudos sobre a paranóia e também sobre o cinema, através da história de um jovem cineasta amador cuja obsessão pela morte o transforma num assassino para filmar in extremis as reações das vítimas.

MDLSX

Até 15/02/2020

€10.0

“Nasci duas vezes: primeiro fui uma coisa, depois outra.” Estas são as palavras iniciais de MDLSX, um caleidoscópico solo de Silvia Calderoni, com encenação de Enrico Casagrande e Daniela Nicolò, fundadores da companhia italiana Motus. Performance intensa e desafiadora, entrelaça evocações literárias de Middlesex, de Jeffrey Eugenides, de Orlando, de Virginia Woolf, de textos de Pasolini, e de livros seminais da teoria queer, como Problemas de Género, de Judith Butler, ou Manifesto Contrassexual, de Paul B. Preciado. Com a acutilância da sua presença andrógina e num formato que remete para um set de DJ/VJ, Silvia Calderoni urde essas alusões literárias com a sua biografia, vídeos caseiros e a pop que a marcou, dos The Smiths aos Placebo, dos Talking Heads aos Vampire Weekend e The Dresden Dolls. Estilhaçando os conceitos de género e de narrativa, MDLSX é um hino à liberdade de tornar-se e ser-se outro, para lá de qualquer fronteira e preconceito.

Boris Charmatz - 10000 gestes

Até 16/02/2020

€12.0

Uma floresta coreográfica em que nenhum gesto é jamais repetido, imagina Boris Charmatz, homenageando a própria natureza efémera da dança. Uma chuva de movimentos, que poderia ter sido gerada por algoritmos matemáticos, mas que aqui se faz de maneira artesanal, a partir dos corpos dos intérpretes. Sendo absolutamente subjetivo, cada gesto é mostrado apenas uma vez, desaparecendo depois de executado. Depois de ter ocupado o Mosteiro de São Bento da Vitória com “Manger” em 2016, o coreógrafo francês que surpreendeu o átrio principal do MoMA, em Nova Iorque, e a Turbine Hall na Tate Modern, em Londres, com o Museu da Dança, dá continuidade a este projeto. “10000 gestes” pode fazer parte do acervo deste anti-museu coreográfico, na constituição de uma anti-coleção, já que nenhum coreógrafo se arriscaria a incorporar tantos gestos na sua notação, nem esta obra poderia ser alguma vez compreendida de outro modo que não a partir da sua própria ideia. Sem hipótese de preservação possível, esse gesto irrepetível parece alcançar o espectador de um modo hipnótico e até meditativo. É que o caos visual de um movimento que nunca é completado por outro dá uma ilusão de imobilidade. Nesta peça é impossível apertar a mão de alguém.

Devendra Banhart

15/02/2020

€30.0

Devendra Banhart regressa a Portugal em 2020. O norte-americano, que apresentou o novo álbum em setembro, atua a 15 de fevereiro no Hard Club. Neste espetáculo, o talentoso e carismático artista norte-americano irá estrear o seu trabalho, Ma, cujo single de estreia, “Kantori Ongaku”, já pode ser ouvido, e visto, na página oficial de YouTube. Repleto de traços autobiográficos, Ma ilustra uma mudança de registo comparativamente aos álbuns anteriores, revelando uma forma mais emocional e intimista de contar histórias. O álbum sucede a Ape in Pink Marble (2016) e apresenta-se como o 10.º longa-duração de originais de Banhart. Ao longo de 13 faixas, cantadas em inglês, espanhol e português, Banhart privilegia os sons orgânicos que, junto com cordas, sopro e teclado, acompanham a sua voz e guitarra.

António Lobo Antunes

15/02/2020

A Livraria Lello tem a honra de apresentar António Lobo Antunes como primeiro Autor do Mês de 2020. Aquele que é um dos maiores nomes da literatura portuguesa regressa ao Porto, após anos de ausência, para conversar com o poeta João Luís Barreto Guimarães acerca do seu universo literário. No final, haverá uma sessão de autógrafos.