LUCKY13

Até 15/03/2020

Para a Livraria Lello 13 é número de sorte! Foi no dia 13 de 1906 que abrimos as portas, numa atitude visionária e arrojada, que mantemos há 114 anos, continuando a ter no centro de toda a nossa atuação o livro, os autores e as histórias. No dia em que celebramos o nosso 114º Aniversário, reunimos na mesma sala, 13 raras primeiras edições de 13 joias da literatura universal, também editadas pela Livraria Lello na sua “The Collection.”

Um Século e Tanto, 130 Anos National Geographic

Até 19/07/2020

€9.0

A National Geographic explora o planeta há mais de 130 anos e distingue-se por desafiar, proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Tudo começou em 1888 com um convite, que reuniu os 33 fundadores da National Geographic Society, em Washington D.C. Entre eles geólogos e cartógrafos, banqueiros e advogados, cientistas e líderes militares começaram a delinear o propósito da organização. Todos acreditavam que a ciência aliada a uma perceção mais clara do nosso mundo, teriam o poder de mudá-lo, melhorando-o. Sem stafff, nem sede, a National Geographic Society começou a traçar novas rotas, a descobrir novas culturas e a ir Mais Além. Celebramos Alexander Graham Bell, Amelia Earheart, Alexander Graham Bell, Robert A. Bartlett, Richard E. Byrd, Barry Bishop, Jane Goodall, Sylvia Earle, Dian Fossey, Jacques Cousteau, Robert E. Peary, entre tantos outros grandes nomes da história da National Geographic. Para partilhar as expedições, descobertas e alcances foi criada a revista National Geographic, ainda em 1888. A sua primeira edição foi enviada para uma lista exclusiva de 200 membros. Em 2015 fundou-se a National Geographic Partners e a sua plataforma alcança mais de 450 milhões de pessoas, 43 línguas, em 172 países, todos os meses. A vontade dos nossos 33 fundadores foi cumprida. Alcançámos os quatro cantos da terra e fomos Mais Além. 131 Anos depois, continuamos a apontar as nossas lentes para os sítios mais inóspitos e para as realidades mais duras do nosso planeta, continuamos a perseguir grandes questões e a desafiar pensamentos outrora aceites, continuamos a proteger e inspirar a humanidade a ir Mais Além. Mas nada disto seria possível sem o seu contributo. Graças a si já atribuímos mais de 14 mil bolsas de investigação, apoiando projetos ambiciosos nas áreas da ciência, exploração e conservação. Quando lê, assiste, compra ou viaja connosco, está a apoiar o trabalho dos nossos cientistas, exploradores e educadores em todo o mundo. Por sua causa, a nossa existe. Obrigado por nos ajudar a contribuir para um planeta mais sustentável.

9kg de Oxigénio

Até 16/02/2020

A Galeria Municipal do Porto inaugura a exposição "9kg de Oxigénio". A exposição resulta do desafio lançado pela Galeria Municipal do Porto ao projeto "Uma Certa Falta de Coerência" para desenvolver um exercício que refletisse sobre a relação entre a prática curatorial independente, autogerida por artistas, e um contexto expositivo institucional. Nesse sentido, "Uma Certa Falta de Coerência", que desenvolve o seu trabalho de forma independente desde 2008, vai apresentar esta exposição em que "testará políticas de produção e formas de entendimento próprias, tomando como ponto de partida o exercício de sobrevivência em condições adversas e sujeitas a opressão institucional". "Uma Certa Falta de Coerência" irá transferir a atmosfera do espaço diminuto que ocupa na Rua dos Caldeireiros, onde se questiona frequentemente a respirabilidade do ar, e apresentará obras de artistas que, ao longo dos últimos anos, tem colaborado com o projeto: Babi Badalov, Daniel Barroca, António Bolota, Camilo Castelo Branco, Merlin Carpenter, Rolando Castellón, June Crespo, Luisa Cunha, Stephan Dillemuth, Loretta Fahrenholz, Pedro G. Romero, Dan Graham, Alisa Heil, Mike Kelley, Ruchama Noorda, Silvestre Pestana, Josephine Pryde e Xoan Torres.

Depois do Estouro

Até 16/02/2020

A Galeria Municipal do Porto inaugura a exposição "Depois do Estouro", que tem curadoria de Tomás Abreu e resulta do projeto concursal "Expo'98 no Porto". "Depois do Estouro" foi selecionada por um júri independente da equipa artística da Galeria Municipal do Porto, composto por Daniela Marinho, investigadora de pós-doutoramento no Departamento de Artes e Estudos Culturais da Universidade de Copenhaga, Miguel Ferrão, que dirige com Eduardo Guerra o projeto artístico Musa paradisiaca, e Nuno Faria, diretor artístico do Museu da Cidade. Esta exposição parte dos efeitos que os desenvolvimentos socioeconómicos e tecnológicos do final do século passado tiveram na cultura contemporânea e "propõe uma reflexão sobre paradoxos das suas consequências, paralelamente desafiando noções de manipulação do tempo". Reúne um conjunto de obras, produzidas no final da última década por 13 jovens artistas que cresceram em Portugal na década de 90, as quais "incidem sobre questões da humanidade, do espaço físico e do tempo": Alice dos Reis, Francisco M. Gomes, Henrique Pavão, Hugo de Almeida Pinho, Igor Jesus, Jorge Jácome, Lúcia Prancha, Mariana Rocha, Mariana Vilanova, Pedro Huet, Rodrigo Gomes, Sara Graça e Tomás Abreu.

Está Aqui

Até 22/03/2020

A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Electric: A Virtual Reality Exhibition

Até 24/05/2020

€12.0

Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg e Anish Kapoor. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. Anish Kapoor e Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves.

Henri Cartier-Bresson: Retratos

Até 12/04/2020

€10.0

“Henri Cartier-Bresson: Retratos” é o nome da exposição, composta por 121 trabalhos do fundador da Agência Magnum Photos. A mostra, produzida e realizada pela empresa portuguesa Art For You, em parceria com a Fundação Henri Cartier-Bresson, tem curadoria de Aude Raimbault. Sete décadas de trabalho surgem condensadas nesta exposição, que se baseia no livro Tête à Tête, de 1998. As primeiras imagens datam de 1930, quando o autor viajou pela Europa com o amigo André Pieyre de Mandiargues; e as últimas são da altura em que decidiu trocar a fotografia pelo desenho, a sua paixão original. Aos rostos de celebridades juntam-se outros de pessoas anónimas, captados pela Leica do fotógrafo que também foi pintor, realizador e documentarista, e faleceu em 2004. Paralelamente, são exibidos 12 trabalhos que recriam os recantos da cidade do Porto fotografados por Cartier-Bresson em 1955, mas à luz dos dias de hoje. São da autoria dos fotógrafos Luís Nobre, Pedro Mesquita, André Boto e Diogo Borges. “Retratos – Porto: Um Olhar Contemporâneo” é como se chama esta mostra complementar. O produto das vendas destina-se à Associação O Joãozinho, cujo objetivo é obter financiamento para a nova Ala Pediátrica do Centro Hospitalar de São João.

Orient Express – Viagem de Retorno

Até 29/03/2020

€12.0

Ao longo de cerca trinta anos foi criado um espólio de maquetes e outras peças que foram usadas em exposições da Obra do arquiteto Álvaro Siza. A maioria das exposições onde este material expositivo foi usado, ou exposto, teve a curadoria do arquiteto Carlos Castanheira que o mantinha à sua guarda. Muitas destas peças, em especial maquetes de madeira e maquetes de cartão foram emprestadas para muitas outras exposições organizadas e curadas em todo o mundo, como por exemplo as que fazem parte da exposição (in)Disciplina patente no Museu de Serralves. Estando o Museu de Serralves a criar e a organizar atividades, assim como um Arquivo de Arquitetura, pareceu a Álvaro Siza e a Carlos Castanheira que é o momento indicado para entregar ao cuidado do Museu de Serralves a guarda, restauro e gestão de todas essas peças. Em 2019 procedeu-se ao transporte, entrega, avaliação, inventariação e depósito do referido material. No início de 2020, em especial as maquetes, serão alvo de limpeza e restauro de modo a que estejam disponíveis para o empréstimo, para a consulta e análise de estudiosos mas também do público em geral. Com este espólio pretende-se que seja possível criar melhores condições para a divulgação, interpretação e discussão da Arquitetura como uma Arte essencial e fundamental ao bem-estar e evolução da Humanidade.

Porto Legends - The Underground Experience

Até 31/03/2020

€15.0

"Porto Legends: The Underground Experience" é um evento audiovisual que vai dar a conhecer dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto. O espetáculo será apresentado de terça-feira a domingo, entre as 10 e as 19 horas, nas Furnas da Alfândega do Porto. A mais recente criação do ateliê português OCUBO, especialista na realização de projetos de vídeo mapping, estreia nas Furnas da Alfândega do Porto. O espetáculo vai dar a conhecer, através de uma experiência imersiva, dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto, inspiradas no livro do historiador Joel Cleto, "As Lendas do Porto". O projeto Porto Legends - The Underground Experience contou com 70 atores, 120 figurinos e 30 artistas de vídeo, recorrendo a 50 projetores de vídeo de alta definição, estrategicamente instalados nas paredes, no chão, nos tetos, nas colunas e nos arcos das Furnas da Alfândega do Porto. As dez lendas que constituem o espetáculo são narradas por Pedro Abrunhosa, na versão portuguesa, e pelo galardoado ator britânico Jeremy Irons, na versão inglesa. Ao longo de 45 minutos, serão contadas lendas como as de Pedro Cem, Zé do Telhado, Barrão Forrester, as famosas tripas à moda do Porto, o mistério do Tesouro da Serra do Pilar; o violento Cerco do Porto, o Terramoto de 1755 ou a do fantasma da Estação de São Bento. O público é convidado a circular livremente durante o espetáculo, numa experiência de 360º inédita a nível mundial.

Urban Market, Meet Designers & Makers

Até 01/03/2020

O URBAN MARKET volta ao panorama da cidade do Porto! Em Fevereiro lançamos duas edições do Urban Market, em dois espaços emblemáticos da cidade. A primeira edição, realiza-se de 14 a 16 de fevereiro no Hard Club, e a segunda, de 28 de fevereiro a 1 de março no Ateneu Comercial do Porto. Em 2020 o Urban Market continua a apoiar o projeto “Ambulance for Hearts”. A um mês de se aventurarem por caminho terrestre até à Guiné Bissau, o projeto estará presente na primeira edição do ano do Urban Market, de 14 a 16 de fevereiro no Hard Club. Ao adquirirem uma das suas bonitas t-shirts, o público estará a contribuir para esta causa. O "Ambulance for Hearts" tem como objetivo comprar uma carrinha, enchê-la de coisas boas, mas maioritariamente de leite de substituição materno do tipo 1, 2 e 3 e levá-la por via terreste até à Guiné-Bissau. A carrinha e o seu recheio serão doadas à "Casa da Mamé Ussai", uma casa que acolhe crianças sós de Catió, uma cidade que se localiza no sul da Guiné-Bissau. Não percam nos dias 16 de Fevereiro e 1 de Março, a partir das 14h30 e até às 19h, os hair stylists do Projecto [Z], um atelier Vegan de Cabelos, estabelecido no Bonfim - Porto. A Inês Zózimo (a mente por trás do projeto) e o Emanuel Alegria, estarão de tesoura em riste para dar novos looks aos seus cabelos. As sonoridades brasileiras invadem o salão nobre do Ateneu Comercial do Porto. Felipe Vargas, músico brasileiro que atua entre o Samba e o Rocknroll, carregando no repertório, além de originais, canções brasileiras de todos os tempos sobe ao palco dia 29 de Fevereiro às 16h30. O Urban Market tem entrada livre e conta com uma seleção de 30 marcas de design de autor e de edição limitada, marcas 100% Portuguesas, nas áreas da joalharia, design de interiores, ilustração, pintura, design de moda, bem-estar e criança, sem esquecer a gastronomia com cabazes personalizados.

Inventória de Ana Jotta

Até 08/05/2020

€7.0

Entramos na casa. Está vazia. O dono acabou de se mudar ou então está prestes a mudar-se. Nenhuma cama, nenhuma mobília, nenhuns livros. Vêem-se uns quantos objetos, três candeeiros, algumas decorações, uma pequena mesa de jogos e um sem-número de estranhos rabiscos nas paredes. “Viver é deixar traços”, diz Walter Benjamin quando discute o nascimento do interior doméstico. “No interior, eles são acentuados. É criada uma abundância de coberturas e protetores, revestimentos e caixas, nos quais os traços dos objetos de uso quotidiano ficam gravados. Os traços do ocupante também deixam a sua marca no interior. A história de detetives que segue esses traços ganha forma. (…) Os criminosos dos primeiros romances policiais não são nem cavalheiros nem apaches, mas membros da burguesia.” A obra de Jotta está inseparavelmente ligada ao interior – à sua casa, que como uma grande obra de arte se assemelha a uma construção algures entre o Merzbau de Schwitters, o Wunderkammer, ou a casa-atelier de Dieter Roth, repleta de coisas e obras de arte, onde é impossível distinguir o estatuto de cada uma delas, e onde também é quase impossível movermo-nos, dominada que ela está por um total horror vacui. Na exposição INVENTÓRIA, Jotta constrói um cenário invertido: o amor vacui e o vazio tornam-se o tema principal desta instalação radical. Como a artista sugere na “folha de sala” que escreveu para acompanhar a exposição, entramos num “programa de filmes à la Salle Noir” em quatro atos, um enigmático cenário de filmagens com uma última contredanse dançada num baile desconhecido, talvez na Villa Santo Sospir, talvez na Casa São Roque. Local: Casa São Roque - Centro de Arte, Rua São Roque da Lameira nº2092

Maria Caldas Ribeiro - Série Vermelhos

Até 07/03/2020

“Série Vermelhos” é um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido desde 2003, (entre outras séries). A construção tem como base a matemática sendo este o principal motor de busca. O desenho surge de uma forma aleatória, criando consonância entre si, onde se cruzam, sobrepõem linhas de espessuras diferentes pretas e brancas, sobre um fundo vermelho.

O teu Inverno é a minha Primavera de Rosa Batista

Até 28/02/2020

No mês de Fevereiro, a Fundação Altice apresenta no Espaço Tenente Valadim a exposição “O teu Inverno é a minha Primavera”, de Rosa Baptista. “Este conjunto de desenhos a grafite são registos de plantas e raízes que por falta de cuidado e atenção ou ainda por abandono, secaram, perderam o seu vaso ou o seu lugar na terra. Eu sou a planta descuidada, sou o seu lamento lento enquanto definha, sou a autora ou cúmplice deste sofrimento e sou ainda uma espécie de sacerdotisa que num ritual “sagrado” cria um elemento que atenua, aceita e incorpora com dignidade e significado o processo de transformação entre a vida e a morte – o desenho.” Neste trabalho crio a “importância” nas coisas e reservo-lhes atenção e reflexão. Não estou diretamente a alterar o desperdício que fabrico por existir, mas estou a querer que tudo seja considerado mais importante e merecedor da nossa atenção como estímulo para mudança de pensamento. Só com a consciência do fim e da perda podemos preservar. Tudo deveria ser mais sagrado, até os nossos atos. Esta criação artística “vegetalista” do que parece estar em fim de ciclo de vida, insere-se no tema que a Fundação Altice vai promover ao longo de 2020, de defesa do meio ambiente e de promoção de práticas de sustentabilidade. Esta é a causa das nossas vidas. Rosa Baptista nasceu em 1975 e é natural de Lagos. Atualmente vive e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas em 2012 pela ESAD nas Caldas da Rainha. Anteriormente teve formação artística em várias escolas entre as quais: a ar.co, a SNBA e o IPO.FRES. É artista residente na MArt desde 2015. Tem participado desde 2012 regularmente em exposições coletivas dentro e fora de Portugal.

MDLSX

Até 15/02/2020

€10.0

“Nasci duas vezes: primeiro fui uma coisa, depois outra.” Estas são as palavras iniciais de MDLSX, um caleidoscópico solo de Silvia Calderoni, com encenação de Enrico Casagrande e Daniela Nicolò, fundadores da companhia italiana Motus. Performance intensa e desafiadora, entrelaça evocações literárias de Middlesex, de Jeffrey Eugenides, de Orlando, de Virginia Woolf, de textos de Pasolini, e de livros seminais da teoria queer, como Problemas de Género, de Judith Butler, ou Manifesto Contrassexual, de Paul B. Preciado. Com a acutilância da sua presença andrógina e num formato que remete para um set de DJ/VJ, Silvia Calderoni urde essas alusões literárias com a sua biografia, vídeos caseiros e a pop que a marcou, dos The Smiths aos Placebo, dos Talking Heads aos Vampire Weekend e The Dresden Dolls. Estilhaçando os conceitos de género e de narrativa, MDLSX é um hino à liberdade de tornar-se e ser-se outro, para lá de qualquer fronteira e preconceito.

GNR, Festival Montepio às vezes o amor

14/02/2020

€30.0

Os GNR regressam em grande ao Coliseu, para celebrar o “DIA DOS NAMORADOS”. Um espetáculo muito especial, com todos os seus grandes êxitos e as canções que fazem parte da nossa vida: “Dunas”, “Bellevue”, “Efectivamente”, “Sangue Oculto”... Duas noites para celebrar e viver intensamente o amor e a música de uma das maiores bandas portuguesas de sempre! GNR, para ver ao vivo no Coliseu Porto Ageas, no dia 14 de fevereiro às 22h inserido no Festival ‘Montepio às vezes o amor’. ‘Montepio às vezes o amor’ é uma festa de música e emoções que, nos dias 14 e 15 de fevereiro, vai espalhar amor de Norte a Sul. Portugal fica mais amoroso. Nomes amados da música portuguesa fazem da paixão o mote para noites românticas e calorosas. Haverá música para preencher os corações que se apaixonam.

Blanck Mass

14/02/2020

€7.0

Blanck Mass, o projeto a solo de Benjamin John Power, parte metade de Fuck Buttons, está de regresso a Portugal e tem paragem confirmada no Understage do Rivoli a 14 de fevereiro, para apresentação de “Animated Violence Mild’. Lançado em 2019 via Sacred Bones, “Animated Violence Mild’ é, nas palavras do músico e produtor britânico, o seu trabalho mais conciso, direto e honesto. Carregado de experimentação ousada, intensidade rítmica, melodias explosivas e ferocidade ardilosa, o álbum é uma amálgama de emoções extremas, que oscilam entre a expressão do medo existencial e a beleza próxima da transcendência. Disco de pesar, que nasce da reflexão em torno da perda, não só pessoal e mas também num sentido mais global, de todos nós, enquanto espécie, trata-se de um tratado anti-consumismo desenfreado, uma crítica declarada à queda autoinfligida da humanidade, à traição aos melhores instintos da nossa natureza e ao futuro do nosso próprio mundo. E tal como a tristeza que ali se comunica, as oito faixas que o compõem não são de todo lineares, surpreendendo o ouvinte a cada momento, por entre combinações estilísticas tão distintas e bem executadas que sem esforço vão bem além de todas as influências que descaradamente lhe reconhecemos, tornando-se num momento não tanto de exasperação, mas de pura catarse.