Feira dos Passarinhos

Até 28/12/2020

Venda de aves e outros animais, enquanto animais de companhia, assim como gaiolas, comedouros, bebedouros, poleiros, alimentação e demais artigos necessários para o alojamento, manutenção e criação das espécies de animais.

Feira de Numismática e Filatelia

Até 28/12/2020

Local de encontro de vários colecionadores, esta feira tem como objeto a venda e troca de moedas, postais, selos e outros objetos colecionáveis afins. Realiza-se debaixo das arcadas dos prédios que rodeiam a praça.

Feira da Pasteleira

Até 31/12/2020

Venda de diversos produtos, nomeadamente produtos alimentares, roupa, calçado e têxteis lar. Legalizada e relocalizada em 2019. Localização: Rua Bartolomeu Velho

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

Mercadinho dos Clérigos 

Até 29/03/2020

Quem passar entre as 10 e as 19 horas, irá encontrar a oferta variada do evento: artesanato, roupa, antiguidades, produtos biológicos, livros, brinquedos, entre outros artigos.  Como decorre no exterior, este mercado está sempre dependente de condições climáticas favoráveis.

Porto Legends - The Underground Experience

Até 31/03/2020

15 €

"Porto Legends: The Underground Experience" é um evento audiovisual que vai dar a conhecer dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto. O espetáculo será apresentado de terça-feira a domingo, entre as 10 e as 19 horas, nas Furnas da Alfândega do Porto. A mais recente criação do ateliê português OCUBO, especialista na realização de projetos de vídeo mapping, estreia nas Furnas da Alfândega do Porto. O espetáculo vai dar a conhecer, através de uma experiência imersiva, dez lendas relacionadas com a história da cidade do Porto, inspiradas no livro do historiador Joel Cleto, "As Lendas do Porto". O projeto Porto Legends - The Underground Experience contou com 70 atores, 120 figurinos e 30 artistas de vídeo, recorrendo a 50 projetores de vídeo de alta definição, estrategicamente instalados nas paredes, no chão, nos tetos, nas colunas e nos arcos das Furnas da Alfândega do Porto. As dez lendas que constituem o espetáculo são narradas por Pedro Abrunhosa, na versão portuguesa, e pelo galardoado ator britânico Jeremy Irons, na versão inglesa. Ao longo de 45 minutos, serão contadas lendas como as de Pedro Cem, Zé do Telhado, Barrão Forrester, as famosas tripas à moda do Porto, o mistério do Tesouro da Serra do Pilar; o violento Cerco do Porto, o Terramoto de 1755 ou a do fantasma da Estação de São Bento. O público é convidado a circular livremente durante o espetáculo, numa experiência de 360º inédita a nível mundial.

Hollywood Icons: Fábrica de Estrelas

Até 07/06/2020

A Terra Esplêndida e a Fundação John Kobal apresentam Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas – Fotografias da Fundação John Kobal, no Centro Português de Fotografia. Uma exposição inédita em Portugal, sobre a importância da fotografia na era de ouro de Hollywood. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas apresenta 161 retratos dos maiores nomes da história do cinema, registados por alguns dos mestres da fotografia da era clássica de Hollywood: os fotógrafos de estúdio, pouco aclamados e que trabalhavam discretamente nos bastidores, mas cujas fotografias, distribuídas aos milhares pelos estúdios de cinema, foram fundamentais para a criação das estrelas do grande écran e para a promoção dos filmes e do estilo de Hollywood em todo o mundo. Estes fotógrafos encontraram nos estúdios de Hollywood a possibilidade de desenvolver o seu trabalho artístico, criando retratos intemporais que fazem parte da história da fotografia. Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas dá a conhecer o trabalho de mais de 50 fotógrafos entre os quais Clarence Sinclair Bull, Eugene Robert Richee, Robert Coburn, William Walling Jr, John Engstead, Elmer Fryer, Laszlo Willinger, A.L. "Whitey" Schafer, Ted Allan ou ainda Ruth Harriet Louise, a primeira mulher à frente do departamento de fotografia de um estúdio. Apresentando as principais estrelas de cada período, dos anos 20 aos anos 60, começando pelas lendas do cinema mudo, Charlie Chaplin e Mary Pickford, continuando com magníficos atores dos primórdios do sonoro, como Marlene Dietrich, Joan Crawford, Clark Gable e Cary Grant, e terminando com os gigantes do pós-guerra como Marlon Brando, Paul Newman, Marilyn Monroe, Sophia Loren e Marcello Mastroianni, Hollywood Icons: A Fábrica de Estrelas inclui também uma sala dedicada aos fotógrafos e ao processo de criação de estrelas, uma verdadeira "linha de montagem" para a fabricação de entretenimento, glamour e fama. A exposição apresenta ainda John Kobal (1940 – 1991), um dos mais respeitados historiadores de cinema. Autor de mais de trinta livros sobre cinema e fotografia, incluindo “The Art of the Great Hollywood Portrait Photographers” e “People Will Talk”, Kobal foi o criador da Fundação com o seu nome para salvaguardar a sua impressionante coleção de fotografias, imagens de filmes e recordações. John Kobal compreendeu melhor que ninguém a importância deste conjunto de imagens de Hollywood para a história do cinema e preocupou-se profundamente com a sua preservação. A partir do final dos anos 1960, Kobal procurou trabalhar com os fotógrafos responsáveis pelas imagens na sua coleção, incentivando-os a fazer novas impressões a partir dos seus negativos originais com a intenção de, finalmente, lhes dar o reconhecimento que nunca tiveram pelo mérito artístico do seu trabalho. Uma seleção dessas impressões forma o núcleo desta exposição, juntamente com outras originais, que remontam à época dos estúdios.

Uma vida de herói

29/03/2020

11 €

Richard Strauss é o poeta sinfónico por excelência, o compositor que atingiu o expoente máximo de requinte neste género. Uma vida de herói é o seu oitavo poema sinfónico e foi um grande sucesso logo na estreia, em 1899. De uma das apresentações da obra chegou‑nos o seguinte relato: “Vejo pessoas a tremer e quase se levantam em determinadas passagens. No fim, durante a ovação e a entrega de flores, soam os trompetes e as mulheres acenam os seus lenços.” A obra é um auto-retrato do compositor e revisita temas conhecidos da sua obra, retirados de poemas sinfónicos e canções. Nos comentários de Mário Azevedo e com os exemplos da orquestra, ficaremos a conhecer melhor como Richard Strauss se retratou através desta música fabulosa.

Inventória de Ana Jotta

Até 08/05/2020

7 €

Entramos na casa. Está vazia. O dono acabou de se mudar ou então está prestes a mudar-se. Nenhuma cama, nenhuma mobília, nenhuns livros. Vêem-se uns quantos objetos, três candeeiros, algumas decorações, uma pequena mesa de jogos e um sem-número de estranhos rabiscos nas paredes. “Viver é deixar traços”, diz Walter Benjamin quando discute o nascimento do interior doméstico. “No interior, eles são acentuados. É criada uma abundância de coberturas e protetores, revestimentos e caixas, nos quais os traços dos objetos de uso quotidiano ficam gravados. Os traços do ocupante também deixam a sua marca no interior. A história de detetives que segue esses traços ganha forma. (…) Os criminosos dos primeiros romances policiais não são nem cavalheiros nem apaches, mas membros da burguesia.” A obra de Jotta está inseparavelmente ligada ao interior – à sua casa, que como uma grande obra de arte se assemelha a uma construção algures entre o Merzbau de Schwitters, o Wunderkammer, ou a casa-atelier de Dieter Roth, repleta de coisas e obras de arte, onde é impossível distinguir o estatuto de cada uma delas, e onde também é quase impossível movermo-nos, dominada que ela está por um total horror vacui. Na exposição INVENTÓRIA, Jotta constrói um cenário invertido: o amor vacui e o vazio tornam-se o tema principal desta instalação radical. Como a artista sugere na “folha de sala” que escreveu para acompanhar a exposição, entramos num “programa de filmes à la Salle Noir” em quatro atos, um enigmático cenário de filmagens com uma última contredanse dançada num baile desconhecido, talvez na Villa Santo Sospir, talvez na Casa São Roque. Local: Casa São Roque - Centro de Arte, Rua São Roque da Lameira nº2092

Castro

Até 19/04/2020

12 €

Com Castro (1598), do poeta António Ferreira, Nuno Cardoso instala-se pela primeira vez no território de um cânone da dramaturgia portuguesa, pioneiro da tragédia clássica em Portugal. E quer habitar esta ficção literária, ela própria oferecendo uma leitura particular do drama histórico/lenda/mito dos amores de Pedro e Inês, para a dar a “ver com outros olhos”, revelando-lhe a modernidade e densidade intrínsecas, veladas pela poesia da linguagem e pela elocução. Um imenso palco-casa-país, espécie de maquete gigante dos espaços da ação, célula familiar primordial e claustrofóbica, coloca-nos face à intimidade concreta de personagens que se revelam cativas de si próprias e da sua irredutibilidade. Em Castro, como em A Morte de Danton, a questão da utopia (do amor, como da revolução) é crucial. É o seu negro avesso o que se expõe: o amor/desejo e o poder como vício e caos, como prerrogativa, impunidade e prepotência, como cegueira que “escurece daquela luz antiga o claro raio”. E como esse escurecimento tolda a decisão e se replica, tingindo de sangue e vingança o tecido familiar, num peculiar deslocamento do centro de Castro de Inês, e da razão de Estado como ficção e moral, para Pedro, na sua relação especular com o pai, Afonso IV. “Que estrela foi aquela tão escura?”

Myrath

29/03/2020

20 €

Depois da sua passagem e estreia no nosso país em 2017, na primeira parte dos Epica. Os Franco-Tunisinos Myrath embarcam agora como cabeças de cartaz de uma nova digressão com cerca de trinta concertos por toda a Europa, e terminará precisamente em Portugal no dia 29 de março no Hard Club. Com seu metal progressivo incrivelmente pessoal, épico e bonito, com fusão oriental, os MYRATH estabeleceram-se lenta mas seguramente como uma das bandas mais fascinantes do atual panorama internacional do metal. Depois de meses de trabalho árduo, o quinteto tunisino está pronto para apresentar a sua tão aguardada quinta obra-prima, “Shehili”. Mantendo as suas influências progressivas, “Shehili” mistura as melodias árabes com os padrões groove do “Tales Of The Sands” (2011), o terceiro álbum inovador dos MYRATH, com os arranjos bem trabalhados e as estruturas complexas do seu grande trabalho anterior, “Legacy” (2016). "Shehili", é uma palavra árabe enigmática e poética, é o nome de um vento antigo vindo das dunas do Saara. A suave carícia de uma brisa que sussurra lendas no ouvido e abre as portas para os sonhos... Não nos resta outra opção senão ouvir estas belas melodias e nos deixar levar à deriva! A primeira parte estará a cargo dos Suecos ELEINE, uma das bandas de metal mais badaladas e imperdíveis da cena metal atual. Desde o seu álbum de estreia em 2015, e o segundo ano do álbum "When The End", em 2018, que ficou em primeiro lugar nas tabelas de vendas suecas.