Dia 1

Casa Tait
Situada numa extensa e agradável área verde e protegida por muros altos, com uma vista privilegiada sobre o rio Douro, mantém ainda uma profunda marca característica das famílias inglesas que a habitaram. Foi adquirida em 1900 por William Tait, um negociante de Vinho do Porto, possuidor de uma fortuna considerável e que se dedicou ao estudo da fauna e da flora. Muriel Tait sucedeu a William Tait, vendendo a casa à Câmara Municipal do Porto, com a condição de ser transformada em espaço verde público. O edifício possui uma sala, onde se realizam exposições temporárias, sendo os jardins de livre acesso.

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0 €
Museu Romântico
Também designada por Quinta do Sacramento ou Quinta da Macieirinha, esta casa de campo de finais do século XVIII foi adquirida pela Câmara Municipal do Porto, em 1972, para aí ser criado o museu. O espaço museológico pretende recriar ambientes interiores de uma casa abastada do século XIX, abordando as estéticas, os modos e os costumes relacionados com o Romantismo, a cidade do Porto Oitocentista, assim como perpetuar a memória de Carlos Alberto de Sabóia, rei da Sardenha e príncipe do Piemonte. Esta figura romântica, que a cidade do Porto recebeu com o coração, veio a morrer nesta quinta, a 28 de julho de 1849, triste, doente e exilado da sua pátria.

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2.2 €
Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Abriu em 2001 e ultrapassou já mais de 1 milhão e 750 mil utilizadores. Edifício do Arq. José Manuel Soares, localiza-se nos jardins do Palácio de Cristal e faz parte da Rede Nacional da Leitura Pública. Distribuída por 2 pisos, ocupa uma área de 3500 m2, dividida em 3 secções: Secção InfantoJuvenil, Leitura Geral e Multimédia. Constituída por 90.000 monografias, 10.000 documentos multimédia e 140 séries de publicações periódicos. Os serviços disponibilizados são o empréstimo domiciliário, a pesquisa no catálogo, o visionamento de filmes, a audição de música, a consulta de documentos impressos e de material não-livro, a reprodução de documentos, o acesso a leitores com deficiência visual, a digitalização de documentos, o acesso a terminais informáticos e à internet. Contempla ainda os serviços descentralizados à comunidade, através da Biblioteca Itinerante (o Bibliocarro) e o SABE – o Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares. Foi integrada em 2010 à Rede de Bibliotecas Associadas da Unesco.
Jardins do Palácio de Cristal
Os Jardins Românticos do Palácio de Cristal, ocupam uma área de 8 hectares no centro do Porto e foram projetados no século XIX pelo arquiteto paisagista alemão Émille David, no contexto da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal. Atualmente conservam-se ainda do projeto original, o Jardim Émille David na entrada principal, a Avenida das Tílias, o bosque e a conceção das varandas sobre o Douro. Podemos ainda contemplar as magníficas panorâmicas sobre o rio e sobre a cidade, que miradouros em posições estratégicas nos oferecem. De referir que estes jardins tirando partido do património botânico e da dinâmica lúdico-cultural, acolhe um Centro de Educação Ambiental.

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Jardim Botânico
Criado em 1951, o Jardim Botânico do Porto é um espaço com elevado interesse ecológico, estético e referencial. Organiza-se em três patamares: i) o dos jardins formais, compartimentados por altas sebes de camélias centenárias, com destaque para os bosquetes, o Jardim do Xisto, o Jardim do Peixe, o Roseiral e o Jardim dos Jotas; ii) o do Jardim dos Catos e estufas iii) a cotas mais baixas, o do arboreto, presa e lago grande. Evidenciam-se também as coleções de catos e suculentas, de azáleas e rododendros, e de plantas autóctones e gimnospérmicas. Com a Galeria da Biodiversidade, que também acolhe, integra o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto.
Parque de Serralves
O Parque de Serralves, da primeira metade do século XX, foi o primeiro jardim privado nacional construído com base num projecto de arquitectura paisagística. Concluído em 1940,o jardim adequa-se ao perfil neoclássico da arte dos jardins franceses, ligeiramente modernizado, afastando-se do conceito tradicional de jardins vigente no Porto. Quer pelas características históricas e artísticas, quer pela dimensão (18 hectares), diversidade paisagística e estado de conservação, o Parque de Serralves é um lugar único no panorama nacional e internacional. Inclui paisagens muito diversificadas, desde os declinados socalcos aos frondosos bosques, da geometria labiríntica de uns jardins aos terrenos agrícolas, do roseiral ao lago romântico. Composto por vestígios de um jardim do século XIX, pela Quinta do Mata-Sete, pela Casa de Serralves e pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, cujos jardins foram concebidos de modo a fundirem-se harmoniosamente com a paisagem envolvente e a estrutura edificada. Edifício classificado como monumento de interesse público.
Parque da Cidade
O Parque da Cidade é o maior parque urbano do país, com uma superfície de 83 hectares que se estendem até ao Oceano Atlântico, uma particularidade rara a nível mundial. Foi projetado pelo arquiteto paisagista Sidónio Pardal, tendo sido inaugurado em 1993 (1ª fase) e finalizado em 2002. A presença da pedra assume uma característica preponderante deste parque, onde a construção de muros de suporte de terras, estadias e pavimentos criam uma ideia rural e campestre. Em 2000, foi selecionado pela Ordem dos Engenheiros, como uma das “100 obras mais notáveis construídas no século XX em Portugal”. Entre outros equipamentos, acolhe ainda o Centro de Educação Ambiental.

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Dia 2

Parque de S. Roque
O agora denominado Parque de São Roque, com mais de 4 hectares, foi adquirido à família Calém pela Câmara Municipal do Porto em 1979, tendo sido aberto ao público nesse mesmo ano e revitalizado no início de 1990. Os jardins ostentam elementos muito em voga no século passado tais como minaretes, sebes, repuxos, fogaréus, etc. Um conjunto de peças esculturais foi então instalado pela Câmara Municipal do Porto e aí reconstruída uma capela até então existente no Largo Actor Dias, assim como o labirinto de Buxus sempervirens. Mantém a característica de jardim romântico. Desde o ano letivo de 2002/2003 acolhe também um Centro de Educação Ambiental.

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Cemitério do Prado do Repouso
Inaugurado em 1839 como o primeiro cemitério público do Porto, é considerado um verdadeiro 'museu da morte'. A arte funerária portuense é muito própria e as suas principais características são a predominância do neogótico, a utilização do granito e a monumentalidade. Das numerosas construções de valor histórico e artístico destacam-se a capela do cemitério, o ossário das freiras do antigo Convento de S. Bento dea Avé-Maria, a cruz do próprio cemitério, com um Cristo em ferro, assim como notáveis jazigos e mausoléus de diversas personalidades.
Quinta de Villar D´Allen
Imóvel de Interesse Publico, Villar d'Allen é uma sobrevivente das quintas de recreio que nos séc. XVIII e XIX rodeavam a cidade do Porto. Adquirida por João Allen, negociante inglês em 1839 à família Simões. Possui um edifício de arquitectura eclética, típica do romantismo do séc. XIX. Villar d’Allen mantém o jardim “à francesa” criado pelos Simões 1780, o “parterre gardenesque" desenhado por João Allen em 1839”, os jardins românticos, criados em 1860 por Alfredo Allen, com o lagos, regatos e cascatas artificiais, e uma variedade de plantas exóticas. Em pontos marcantes, esculturas de Nicolau Nasoni. Possui um viveiro de plantas ornamentais de exterior. Para além das visitas guiadas, Villar d’Allen organiza eventos familiares, culturais ou empresariais.
  • 2.2 €
  • VisitPorto.


    Atualizado pela última vez 2020-01-07

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