YOKO ONO | O JARDIM DA APRENDIZAGEM DA LIBERDADE

30/05/2020

Yoko Ono: O jardim da aprendizagem da liberdade é uma vasta exposição dedicada ao trabalho da icónica artista Yoko Ono, que reúne objetos, obras em papel, instalações, performances, gravações em áudio e filmes, além de materiais de arquivo raramente vistos. A mostra apresenta um abrangente panorama da multifacetada produção desta artista pioneira da arte conceptual e da performance que durante os primeiros anos de sua extensa carreira viveu entre Nova Iorque, Tóquio e Londres, tendo tido um papel precursor no desenvolvimento do conceptualismo, da arte performativa e do filme experimental a nível internacional. Ideias, mais do que materiais, são a principal componente do seu trabalho. Muitas dessas ideias são poéticas, absurdas e utópicas, enquanto outras são específicas e práticas. Algumas são transformadas em objetos, enquanto outras permanecem imateriais. Frequentemente, a obra reflete o sentido de humor da artista, bem como sua postura marcadamente sociocrítica. O ponto de partida para muitos dos trabalhos de Yoko Ono encontra-se nas suas Instructions [Instruções]: diretrizes orais ou escritas para os espectadores, que oferecem um conjunto de sugestões e atribuem ao público um papel muito mais ativo do que é geralmente esperado no mundo da arte.

Mercado de Artesanato do Porto

Até 31/12/2020

O evento realiza-se às sextas e sábados, todas as semanas, na Praça de Parada Leitão.  O Mercado de Artesanato do Porto é uma iniciativa municipal que, semanalmente, reúne os produtos artesanais de cerca de 80 comerciantes. Como se trata de um evento ao ar livre, o seu funcionamento está sempre dependente das condições climáticas.  Local: Praça de Parada Leitão

Mercado da Ribeira

Até 31/12/2020

O Mercado da Ribeira é constituído por 10 lojas, e foi criado após a renovação do antigo mercado. Produtos alimentares na sua vertente tradicional, produtos de interesse turístico e promocionais, e restauração. Localização: Cais da Ribeira (Junto ao pilar norte da Ponte D. Luís I)

Feira de Artesanato da Batalha

Até 31/12/2020

Esta feira começou de uma forma espontânea na Praça da Batalha onde eram comercializados os produtos manufaturados (bijuteria, carteiras, entre outros). Nos anos 90 a Câmara Municipal do Porto regulamentou esta atividade, através da criação da Feira de Artesanato da Batalha.

Mercadinho da Ribeira

Até 31/12/2020

Destina-se à venda de atoalhados bem como outros produtos de promoção turística.

A Vida Como Ela É - Loures Castro Na Coleção De Serralves

Até 18/10/2020

12 €

Esta exposição apresenta trabalhos de Lourdes Castro (Funchal, 1930) produzidos desde a década de 1960, em diversos meios – edições, desenho, bordados, plexiglass –, em nome próprio e com outros artistas, que sublinham a importância na sua prática artística das colaborações e da relação entre arte e quotidiano. Artista ligada originalmente ao movimento francês nouveau réalisme – que enfatizava a relação da arte com a realidade, nomeadamente com as paisagens visuais das cidades, crescentemente saturadas de signos, e com a acumulação de objectos cuja obsolescência é depois da II Grande Guerra cada vez mais rápida –, Lourdes Castro construirá ao longo do seu percurso uma obra irredutivelmente singular, ligada às silhuetas e às sombras. Na exposição poder-se-ão ver, além da revista KWY (1958–1963) e da obra que realizou com Francisco Tropa para a Bienal de São Paulo de 1998 – exemplos da referida importância do trabalho colaborativo –, trabalhos contextualizados pelo nouveau réalisme – colagens e assemblagens de objectos do quotidiano pintados com tinta de alumínio; cartazes que anunciam exposições e teatros de sombras (estreita colaboração com Manuel Zimbro) dominados por aquele que seria, a partir de meados da década de 1960 o seu tema de eleição – a Sombra; obras em plexiglass, bordados em lençóis de sombras deitadas e a série de desenhos Sombras à volta de um centro, realizada em dois períodos, em Paris (1980) e na Madeira 1984/87, e apresentada na exposição da artista em 2003 no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Estes desenhos, na sua simplicidade e na sua evidência – neles vemos as sombras de várias flores e plantas (Camélia, Gerânios, Lilases, Malmequeres, Miosótis, Narcisos, Primaveras, Rosas, Salsa, Túlipas, folhas de palmeira, entre outras) de uma forma tão natural que exclui quaisquer esforços, habilidades –, revelam a vontade, por parte da artista de ver "sempre pela primeira vez e em primeira mão”. Estes desenhos constituem – além de uma espécie de diário íntimo de Lourdes Castro com as plantas e as flores –, um tratado sobre a atenção, sobre estar inteiramente presente no "aqui e agora”. São por isso mesmo testemunhos de uma "eternidade efémera”, e da relação da arte com A vida como ela é.

Exposição de Modelos Feitos com Peças LEGO

Até 04/10/2020

7.5 €

São mais de 5 milhões de peças lego, distribuídas por 2.000 metros quadrados, totalizando cerca de 100 modelos, em 12 áreas temáticas. Inclui recriações de filmes emblemáticos como o Titanic ou a saga Star Wars (Guerra das Estrelas). Com potencial para atrair gente de todas as idades, é um programa que alia diversão a conhecimento, pois uma das áreas temáticas recria o corpo humano em LEGO, constituindo, por isso, uma lição de Biologia sob um prisma diferente. Para os fãs da saga Guerra das Estrelas, esta mostra expositiva é também de visita obrigatória, contando que de naves espaciais, personagens, sabres de luz, a cenas emblemáticas dos filmes, há uma forte probabilidade de ficar admirado com o detalhe posto em cada construção. A Batalha de Coruscant, Trench Run ou TIE Fighter constituem algumas das recriações em exibição no Star Wars District. A viagem não se faz somente ao mundo futurista desta série de culto, mas também ao passado histórico, romantizado pelo filme Titanic. Só para a construção em lego do navio mais famoso do século XX, com cerca de três metros de altura e 11 metros de comprimento, foram utilizadas cerca de 500 mil peças. Há ainda uma zona dedicada a personagens de filmes de super-heróis à escala, como o Capitão América ou Thor; uma Avenida das Estrelas do Desporto à escala de 1:1, em que Robert Lewandowski faz parte da lista; uma zona da robótica e do fantástico; uma área de animação, onde se incluem os famosos bonecos azuis Estrunfes, entre outros atrativos, como maquetes com pistas de comboios, e recriações de modelos de alta velocidade (Pendolino, ICE e TGV).

"Waves and Whirlpools" de Luís Lázaro Matos

Até 15/11/2020

Inspirado na forma triangular do espaço da Mezzanine da Galeria Municipal do Porto como uma potencial metáfora do Triângulo da Bermudas, Luís Lázaro Matos irá transportar-nos para um remoinho de imagens caleidoscopicamente suspensas no espaço. Progressivamente interessado nos processos contemporâneos de constante monetização e vigilância no espaço cibernético, o artista tem-se preocupado ultimamente con intersecções entre a leveza da arquitectura moderna de vidro e a transparência das redes sociais. Será esta àrea triangular na Galeria Municipal do Porto não apenas um espaço expositivo, mas também um lugar de desaparecimento? Waves and Whirlpools tem curadoria de Martha Kirszenbaum, curadora do pavilhão de França na 58ª Bienal de Veneza, 2019.

Mitos Adiados

Até 01/11/2020

Vemos o Douro com o olhar dos fotógrafos pioneiros: a magnificência dos socalcos descendo em ondas suaves até ao rio, as pontes e os túneis de Emílio Biel, o trabalho da vinha e a vindima do seu aprendiz, Domingos Alvão, as mimosas ou as amendoeiras em flor do turismo do Estado Novo. Quando a cor chegou, as tonalidades sobrepostas do ouro dos solstícios e os vermelhos velhos. Este foi e é o Douro mítico, com os rabelos guiados por marinheiros, a descerem em fila até ao cais, as pipas rumo aos armazéns de Gaia. Este Douro permanece nos postais e nos panfletos de publicidade. Carlos Cardoso, ano a ano, reconstruiu o Douro de hoje, mantendo a realidade das suas permanências e mudanças, a preto e branco, entre a memória das imagens e o seu significado, que só o contraste da sombra e da luz permitem clarificar. Quase imutável no tempo das Eras, as rochas milenárias, o granito do soco ibérico, o xisto do seu esmagamento tórrido. As lâminas do xisto desafiaram os homens e forjaram o destino da vinha, são a matriz do território. O fotógrafo mostra-nos o seu poder, nos caminhos, nos bloqueios, no chão das amendoeiras e das vinhas, mas também a matéria prima do seu aproveitamento direto e, aqui e ali, o fracasso da rocha frente à vegetação ou o signo da permanência na dependência do divino. Nesta base matricial os homens produziram os socalcos à sua medida, depois os patamares à medida das máquinas. A civilização da comunicação apropria-se do Douro desde o caminho de ferro e explode com a rodovia. A paisagem faz-se com vigas de ferro, betão e espirais de cimento armado dentro de uma figura de velho e novo. Para o esclarecer, não há cestos para o transporte das uvas e proteção do vidro : a cultura rodoviária é também a do plástico e do efémero. Então, porque se trata de um olhar fotográfico, uma nova coleção de imagens transforma o abandono, o desleixo e o desalento em belas imagens de vestígios, de signos impuros de uma pura saudade. Define-se uma unidade visível entre as brechas nas lâminas de xisto, na sua ilusória solidez e as construções que falam dos níveis técnicos da cultura do homem. Ambas se esboroam, se cobrem de ervas daninhas, se rasgam sob o impulso vital das árvores: ambas falam de um pretérito e de um presente em mudança. As camadas de xisto desmantelam-se como as linhas do caminho de ferro, definindo novas camadas de chão. As estações abandonadas, criadas para afirmarem o seu portuguesismo, são invadidas pelo mato e pela desolação. Por vezes cruzam-se os dois mundos do velho recente e do novo, na geometria dos equipamentos, mas sempre, sempre a geometria maior são os montes que reduzem a mera cicatriz a estrada que os rasga. Este Douro construído, marcado e sofrido está condenado a ser um deslumbramento. O ondulado matricial das serras é aprofundado com as linhas concêntricas e as verticais muito brancas dos patamares; os precipícios, os xistos estrelados de luzeiros, a estrada real do rio tornaram-se sistemáticas apropriações do homem. Mas um miradouro das alturas, um banco de descanso repintado, as quintas multiplicando a qualidade do vinho são outras respostas ao que a Natureza oferece ou nega: a Natureza é indiferente ao homem, indiferente a si, como conceito. A tensão entre o espírito crítico e a saudade ou a procura da beleza são coisas do homem. É disso que falam estas imagens.

Cultura e Geografias - Centenário da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Até 27/12/2020

A partir de 6 de dezembro de 2019 e até 27 de dezembro de 2020, o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP) acolhe, no seu polo central (Edifício Histórico da Reitoria da Universidade do Porto, à Cordoaria), a exposição Culturas e Geografias. A assinalar o ano comemorativo do seu centenário, a Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP) coorganiza com o MHNC-UP, e em colaboração com o Museu Nacional de Soares dos Reis, uma exposição que dá a conhecer as coleções que integraram o seu acervo museológico e artístico durante a primeira fase da sua existência (1919-1931). Originalmente utilizadas como suportes de ensino em três salas-museu da primeira FLUP, estas coleções que, em 1941, transitaram para a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, encontram-se agora à guarda do MHNC-UP. Através de um conjunto de 250 peças extraordinárias de arqueologia e etnografia, os visitantes serão convidados a fazer uma viagem ao longo do tempo, durante a qual poderão explorar vivências e rituais das comunidades humanas em cada um dos cinco continentes.

Jorge Queiroz na Coleção de Serralves: The Studio

Até 01/11/2020

Patente no mezanino da Biblioteca de Serralves, esta exposição reúne as obras de Jorge Queiroz (Lisboa, 1966) pertencentes à Coleção de Serralves. Este núcleo, composto por dezanove desenhos e uma pintura, demonstra a importância dos trabalhos sobre papel ao longo de todo o percurso artístico de Queiroz, iniciado nos finais da década de 1980. Cronologicamente coincidente com a renovação da performance e a afirmação do vídeo e dos novos meios de base tecnológica (em que o artista fez incursões pontuais), a crescente atenção de Jorge Queiroz à pintura a partir dos anos 1990 confere à sua sólida carreira nacional e internacional uma forte marca autoral. A obra de Jorge Queiroz distingue-se pela criação de universos singulares e de cariz onírico. As suas representações oscilam entre o real e o fantástico, entre a figuração e a abstração. Figuras, arquiteturas, formas e paisagens fundem-se, fragmentam-se e metamorfoseiam-se. Elementos reconhecíveis conjugam-se com intrigantes formas híbridas e ambíguas que em alguns casos ressurgem em vários desenhos e pinturas, indiciando um processo de trabalho contínuo e poroso. Convocado para as explorar e ler, o espectador percorre as composições frequentemente dispersas e fluidas – procurando uma narrativa possível.

Revolução de 24 de Agosto de 1820: Prelúdio do Liberalismo em Portugal

Até 01/08/2021

Inaugura no Museu Militar do Porto, a exposição "Revolução de 24 de Agosto de 1820: Prelúdio do Liberalismo em Portugal", com curadoria Fernando Gonçalves. Aberta ao público durante dez meses (até 1 de agosto de 2021), a mostra expositiva aviva a bravura de um grupo de notáveis cidadãos do Porto, que dava o primeiro passo para o fim da influência inglesa e a decorrente monarquia liberal há 200 anos. O Norte exigia o regresso do Rei, uma Constituição, a justiça e a prosperidade. Estavam lançadas as sementes do progresso e da modernidade em Portugal e há documentos e peças históricas que comprovam.

Impressive Monet & Brilliant Klimt

Até 15/11/2020

9 €

Impressive Monet é uma reinterpretação das obras de arte de um dos impulsionadores do impressionismo que mostra o que está para além da moldura, através de uma viagem pelo mundo de artista e pela sua busca interminável pela captura da luz. O público será imerso pelo movimento impressionista do artista e envolto pelas linhas e cores que fazem parte do mundo de Monet. Brilliant Klimt traça o percurso pelos aspetos biográficos e pelo legado artístico do artista austríaco através da sua pintura icónica - O Beijo. Este será o fio condutor da viagem pelo trajeto artístico ao mesmo tempo que são exploradas as influências do mundo de Klimt. O público ficará na intimidade de Klimt e sentir-se-á imerso pela arte romântica do artista.

Da serra e da terra

Até 08/11/2020

Da serra e da terra propõe um conjunto de obras de cinco artistas de diferentes geografias portuguesas. É a partir da Serra que a pulsão da terra ganha peso nas suas explorações artísticas, em práticas que assentam numa experiência vivenciada das matérias do rural. As obras a apresentar são realizadas sob impulso também telúrico, seja por percursos e pesquisas da matéria, pelo uso da terra em cerâmicas, pela observação íntia dos gestos da fogueira ou plea vivência diária na Serra, onde arte e vida se cruzam. Filme, texto, cerâmica, escultura em madeira e desenho, juntam-se neste projecto, com desenho expositivo realizado pelos curadores - também eles artistas.

50 assombrosas vistas sobre o Porto de Joaquim Vieira

Até 07/11/2020

"O Porto de Joaquim Vieira não é de modo nenhum um Porto igual ao que todos supomos conhecer ou reconhecer - é um Porto mais animado e surpreendente, a cidade imaginada e imaginária de um artista que nos convida também a usar a imaginação ao percorrermos os seus espaços, não raro deslumbrantes e inconfundíveis." - Arnaldo Saraiva

Turma de 95

Até 01/10/2020

10 €

Em Turma e 95, um trivial fotografia escolar de grupo de há 25 anos funciona dramaturgicamente como uma poderosa máquina do tempo. Apropriando-se de Class of 76, de Alex Kelly, o fundador dos Third Angel, Raquel Castro revisita e questiona a sua adolescência e a dos seus colegas de turma ao cruzar memórias do passado e a realidade do presente. Partindo de entrevistas prévias e de uma convenção de teatro documental, a encenadora contrói em Turma de 95 um retrato pessoal de uma geração a braços com as expectativas e dores da adolescência, num Portugal em tempo de expansão económica e de abertura à Europa.

De Mozart a Beethoven

01/10/2020

5 €

No Dia Mundial da Música, que se comemora a 1 de outubro, o Coliseu Porto Ageas e a Orquestra Filarmónica Portuguesa celebram dois dos maiores compositores de sempre. "De Mozart a Beethoven2 inicia-se com o "Concerto para Clarinete", uma das últimas obrs escritas por Mozart. No clarinete estará um dos mais proeminentes clarinetistas portuguese, Carlos Ferreira. Nascido no Porto, é atualmente super-solista na Orchestre National de France, tendo conquistado em 2019 o segundo lugar no pretigiado Concurso Internacional de Música alemão ARD. Segue-se a "Sinfonia Eroica", a terceira e uma das mais celebradas sinfonias de Beethoven, que a dedicou inicialmente a Napoleão Bonaparte, como resultado da sua simpatia pelas ideias humanistas e democráticos da Revolução Francesa. Uma epopeia musical histórica, dedicada aos ideais da liberdade e igualdade. Será que Beethoven e Mozart alguma vez se conheceram? O que os liga musicalmente? E porque é que Beethoven retirou a dedicatória de "Eroica" a Napoleão Bonaparte? Num ambiente informal, alegre e descontraído, o Maestro Osvaldo Ferreira falará destas e de outras curiosidades, numa noite em que se celebra o poder da música, bem como os 250 anos do nascimento de Ludwing van Beethoven.

Visitas Noturnas Orientadas

Até 04/10/2020

5 €

Nestas visitas noturnas ao Parque de Serralves, os participantes terão oportunidade de saber mais sobre a história e curiosidades do Parque enquanto partem à exploração dos seus espaços mais emblemáticos e das suas árvores mais notáveis, agora iluminados. Uma experiência inesquecível a não perder. Lotação: 9 adultos

A Sagração da Orquestra

02/10/2020

7.5 €

A comemoração dos 20 anos da formação sinfónica da Orquestra é uma celebração da própria orquestra e daquilo que só ela nos pode dar. O programa escolhido para este concerto ilustra-o com a estreia de uma obra de Daniel Moreira que dá voz a vários solistas e cria diálogos entre estes e a orquestra.

Festival Eurovisão da Canção Filosófica

Até 03/10/2020

12 €

Festival Eurovisão da Canção Filosófica levanta questões acerca da identidade: dos vários países participantes e da Europa enquanto comunidade, em particular quando esta se torna mais débil e se reavaliam as ideias do que representa. Conferimos a pensadores (filosóficos, historiadores, antropólogos) a tarefa de escrever textos. Em termos de forma, os textos seguem os códigos poéticos da canção, isto é, uma estrutura que contempla versos e um refrão, que podem rimar. Já quanto ao conteúdo, não se trata de poesia, lirismo ou emoções, mas antes de ter em consideração aspetos sociológicos, antropológicos ou filosóficos do nosso mundo contemporâneo. O nosso objetivo é responder de forma indireta e com humor ao crescente desdém que o discurso populista ostenta em relação aos intelectuais e ao desaparecimento do pensamento do espaço público, favorecendo o entretenimento. Após cada canção, os membros do júri comentam e discutem os temas invocados pela letra. - Massimo Furlan & Claire de Ribaupierre

Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista - MICAR 2020

Até 04/10/2020

Na sua 7ª edição, a Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista pretende contribuir para descodificar e tornar visível o sistema racial, etnocêntrico e xenófobo que vigora na arquitetura do tempo e do espaço em que vivemos. Para problematizar esta arquitectura urge discutir os seus equipamentos e os seus léxicos e gramáticas, nomeadamente as praticadas no sistema de ensino, pelas forças de segurança e de controlo de fronteiras, pelos tribunais e serviços judiciais e ainda pelos organismos institucionalmente responsáveis pelo combate à discriminação e pela integração. A MICAR 2020 pretende ainda ativar uma discussão plural e efetiva de alternativas consequentes para o combate ao racismo e à discriminação étnico-racial e para a construção de uma sociedade igualitária, que permita a integração efetiva, a participação e a mobilidade e cidadania plena a todas e todos. Discutir-se-á o papel desempenhado pea cultura e pelos media - por exemplo, programas de entretenimento, de debate e comentário político - e a forma como estes têm vindo a naturalizar, no espaço público e politico, formas de violência e de incitamento ao ódio que revitimizam aquelas e aqueles que diariamente enfrentam o racismo e a xenofobia.

Dias com Energia

Até 31/12/2020

Terminado o verão, o programa municipal Dias com Energia abriga-se do frio e regressa ao interior, passando a disponibilizar aulas gratuitas de pilates, ioga e tai chi, todos os sábados de manhã. Devido ao contexto sanitário do momento, as atividades implicam agora inscrição origatória, vagas limitadas e distanciamento entre participantes. Para além das habituais aulas no Pavilhão Fontes Pereira de Melo, o programa vai estar agora disperso por mais três pavilhões - Largateiro, Nicolau Nasoni e Viso. A participação nas aulas continua a ser gratuita e aberta a todos, embora a atividade não seja recomendável a grávidas, pessoas com mais de 60 anos ou com doenças crónicas.

Mercado da Terra

Até 17/10/2020

O bem-estar dos cidadãos, passa pela adoção de estilos de vida mais saudáveis, sem esquecer o enriquecimento cultural e o lazer. O Mercado da Terra surge com um novo conceito de Mercado Urbano, numa abordagem na qual se associa os produtos agrícolas biológicos, com as tradicionais compotas, chás, fumeiro, gastronomia portuguesa e as mais variadas formas de artesanato. Neste novo conceito surge também a saúde, passando pelas terapias alternativas e também a cultura, com especial incidência no estímulo da leitura e na promoção e preservação das atividades culturais locais. No largo da Capela da Nossa Senhora da Conceição junto à Rua Padre Luís Cabral A programação apresentada poderá sofrer alterações alheias à organização, nomeadamente devido às condições meteorológicas.

Aulas de skate

Até 31/10/2020

As aulas decorrem todos os sábados e domingos, entre as 10 e as 12 horas no Skate Park de Ramalde. Cada aula junta dois professores e um máximo de 12 alunos em simultâneo, sendo que cada participante deverá, preferencialmente, trazer o seu próprio equipamento (prancha e equipamento de proteção). A empresa municipal Ágora fornece a prancha e o capacete a quem necessitar, sendo que está impedida a partilha de equipamento entre os alunos. A inscrição nas aulas é obrigatória a cada semana, devendo os interessados enviar um email para desporto@agoraporto.pt, com o nome, idade (deve ter mais de seis anos e menos de 60 anos) e o dia em que pretendem realizar a aula de skate.

Kokoro

03/10/2020

7 €

1. Magoado, Melindrado, Pesaroso, Triste, Plangente, Sensível, Meio Podre, Combalido; 2. Função psicofisiológica que consiste em experimentar certa espécie de sensação; 3. Significação, Aceção, Interpretação, Ideia, Atenção, Pensamento, Mira, Intento, Propósito, Fim, Aspeto, Ponto de Vista, Direção, Orientação de um deslocamento; 4. Designativa de atenção, Cautela, Voluptuosidade, Sensualidade; 5. Sistemas recetores unitários correspondentes às diferenças modalidades sensoriais (para o senso comum, os olhos, os ouvidos, etc.) Ana Isabel Castro nasceu em 1994. É licenciada pela Escola Superior de Dança e frequentou o FAICC da Companhia Instável. Como volseira ERASMUS no MUk em Viena, trabalhou com os coreórafos Esther Balfe, Saju Hari e Georg Blaschke. Ao longo do seu percurso tem vindo a colaborar como intérprete com Compagnie 7273, Circolando, Companhia Instáveis, KALE Companhia de Dança e Joclécio Azevedo. Em 2019 apresentou a sua primeira criação Marengo através dos PALCOS INSTÁVEIS no Festival DDD 2019, Porto. Deeogo Oliveira, 27 anos, nascido no Porto, mantém a sua paixão pela dança desde os 9 anos de idade. No seu percurso destaca que é membro integrante do grupo de dança irbana Momentum Crew, a conclusão da Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica (FAICC), com a Companhia Instável, e o seu mais recente solo ninguém, com criação e interpretação autónoma a convite da Erva Daninha e do Teatro Municipal do Porto. Cocriador e intérprete de SOLO, com o encenador Manuel Tur.

Mary Ocher

03/10/2020

Com um trabalho apaixonao, descomprometido e cru, Mary Ocher tem vindo a afirmar-se pela singularidade com que percorre a folk tradicinal e o garage dos anos 60, as vozes etéreas e os sintetizadores abstratos, a pop-experimental e os ritmos africanos e sul-americanos. Assente numa postura provocatória, a música desta compositora, intérprete, poeta e artista visual, insurge-se contra a corrente social, lidando com temas como a autoridade, a identidade e o conflito. Com quatro álbuns e uma antologia de gravações caseiras, dois ep's e duas coletâneas de remisturas, Mary Ocher conta com um leque de colaborações que incluem nomes como o guru do rock psicadélico King Khan e Joachim Irmler dos Faust. Local do evento: Associação de Moradores da Bouça. Rua dos Burgães, nº345

Feira dos Passarinhos

Até 28/12/2020

Venda de aves e outros animais, enquanto animais de companhia, assim como gaiolas, comedouros, bebedouros, poleiros, alimentação e demais artigos necessários para o alojamento, manutenção e criação das espécies de animais.

Feira de Numismática e Filatelia

Até 28/12/2020

Local de encontro de vários colecionadores, esta feira tem como objeto a venda e troca de moedas, postais, selos e outros objetos colecionáveis afins. Realiza-se debaixo das arcadas dos prédios que rodeiam a praça.

Mercado da Alegria 

Até 27/12/2020

O Mercado da Alegria regressa para mais um dia de muita animação e de boas compras, das 10 às 19 horas, entre as sombras frescas do frondoso Jardim do Passeio Alegre. Porque não recebe só emprestado o nome do recinto que o acolhe, o evento prima pela simpatia dos vendedores, aliado à qualidade dos produtos comercializados, sejam eles de cariz artesanal, peças de joalharia e bijuteria, acessórios de moda, peças de decoração, ou produtos da terra e regionais. Tudo com respeito pelas medidas preventivas para a COVID-19, como não poderia deixar de ser. Com uma localização privilegiada na antecâmara das praias do Porto, o Mercado da Alegria recebe a brisa do mar, sendo um ótimo refúgio nas horas de maior calor. O Mercado da Alegria reúne o trabalho de dezenas de artesãos e vendedores locais, com uma vasta gama de produtos apresentados. O Mercado da Alegria está sempre dependente de condições climáticas favoráveis, uma vez que decorre ao ar livre. 

Domingos em Forma

Até 28/12/2020

A partir de outubro, o programa municipal Domingos em Forma regressa ao seu formato clássico, com uma sessão de aquecimento no Pavilhão do Lagarteiro seguida de uma caminhada pelos percursos do Parque Oriental da Cidade do Porto, entre as 10 e as 11 horas. Devido às restrições sanitárias, as atividades limitam-se nesta fase a 20 participantes, divididos em dois grupos de 10. Os interessados em participar devem enviar um email com nome, idade e domingo pretendido para desporto@agoraporto.pt e aguardar confirmação. Desaconselha-se a participação a grávidas e a pessoas com mais de 60 anos ou com doenças crónicas.

Tenshô

04/10/2020

Tenshô é o nome do teatro de sombras criado pela artista plástica Beniko Tanaka com inspiração no livro Do Japão para o Alentejo de Tiago Salgueiro. Através da manipulação ao vivo de marionetas japonesas, a peça traz ao público um relato animado daquele que foi um verdadeiro choque de culturas. Após longas viagens, os primeiros portugueses a chegar ao Japão desembarcam em plena época dos Samurais, seguindo-se uma epopeia épica, que trouxe até à Europa os primeiros representantes do Japão em 1584 e os primeiros cristãos japoneses a Lisboa. Numa viagem que tinha como objetivo um encontro com o Papa, em Roma, os jovens nipónicos acabariam por passar em Portugal, onde aprenderam a falar português, a tocar instrumentos musicais, dançaram com nobres e começaram a comunicar de forma ocidentalizada. É esta jornada repleta de emoções e aventuras que dá origem ao espetáculo de Tanaka. Local do evento: Auditório Grupo Musical de Miragaia, Rua da Arménia

Pablo Lapidusas Convida Maria João

04/10/2020

7.5 €

O pianista argentino-brasileiro Pablo Lapidusas mostra que o clássico trio de piano, contrabaixo e bateria continua a ser uma fonte inesgotável de recursos criativos. As suas composições são sofisticadas, a sua técnica imaculada e a comunicação quase telepática com o baixista cubano Leo Espinosa e o baterista brasileiro Marcelo Araújo é surpreendente. os dois discos editados, Live in Johannesburg (2015) e Bora (2018), são reveladores da energia contagiante deste trio. Neste concerto de abertura do Outono en Jazz, PLINT junta-se à mais reconhecida e versátil cantora de jazz portuguesa, Maria João.

Dia Mundial da Arquitectura

05/10/2020

15 €

Todos os dias são bons para conhecer o Coração do Porto, mas este é ainda mais inspirador para descobrir como o Museu e o Estádio do Dragão são equipamentos de referência incontornável na cidade e onde a arquitetura reflete o mesmo espírito vencedor do clube. A efeméride também vai ser assinalada com quatro visitas temáticas excecionais, especialmente preparadas para explicar como o FC Porto desafia a imaginação dos criativos e pontua, arquitetonicamente, a história da Invicta. Distinguido pela inovação e criatividade, o Museu FC Porto é pioneiro como membro afiliado da UNTWO (Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas) e quebra as barreiras do clássico pela configuração e soluções expositivas arrojadas e tecnológicas. O Estádio do Dragão tem a assinatura de prestígio do arquiteto Manuel Salgado e acumula importantes prémios nacionais e internacionais de arquitetura e gestão ambiental, desde a inauguração, em 2003. As visitas ao Museu e ao Estádio estão disponíveis em diferentes idiomas através da Museu & Tour APP, com conteúdos que proporcionam uma experiência ainda mais exclusiva. Os quatro Tour FC Porto temáticos deste dia estão sujeitos a lotação máxima aplicada a todas as visitas ao Estádio do Dragão e no âmbito das recomendações das autoridades de saúde; as visitas ao Estádio do Dragão têm horários pré-determinados.

Samuel Úria

07/10/2020

18 €

Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Úria lepara os palcos o blues do Delta do Dão. D lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole. É desta forma que há já perto de uma década todos os textos associados a Samuel Úria começam. E este não será exceção. Será caso para parafrasear Camané e roubar-lhe o título do seu disco ao vivo - "como sempre, como dantes". Aliás, apresentar a esta distância estes concertos para o Porto e Lisboa apenas com a ideia sugestiva de que serão os "concertos de apresentação de novo disco", sem que haja um título ou mais do que uma canção conhecida - "Fica Aquém" foi divulgado no final de Novembro - não é mais do que uma questão de confiança. De confiança mútua, diríamos. Mas existirão reticências quando falamos de Samuel Úria? É que referimo-nos a quem ao longo ods últimos anos nos tem trazido canções inquestionávies, canções que nos emocionaram, que nos excitaram, que nos puseram a dançar, canções que criaram um espaço próprio que, sem demérito para outros, apenas poderá ser ocupado por Samuel Úria, tão só porque foi território lírico e musical inexistente, desbravado e conquistado pelo mais talentoso cantautor deste século - "Vem de novo", "Fusão", "Carga de Ombros", "É preciso que eu diminua", "Lenço Enxuto", "Espalha Brasas", "Teimoso", "Não arrastes o meu caixão" ou "Babarella e Barba Rala" são disso exemplo, entre outras. E merecerá quem nos confiou tudo isto alguma desconfiança? Ou, pelo contrário, terá condições de nos exigir o mesmo em troca? Nós acreditamos que sim, que merece todas as expectativas que a frase "concertos de apresentação do novo disco" cria. "Fica Aquém", a tal canção recentemente revelada, reforça ainda mais esse espírito. Não faltem!

Hugo Canoilas

Até 21/02/2021

12 €

Especificamente concebida para a sua Galeria Contemporânea, a primeira exposição de Hugo Canoilas (Lisboa, 1977) no Museu de Serralves confirma e expande algumas das preocupações que melhor definem a prática deste artista: a especulação sobre as relações entre arte e realidade (eventos políticos e sociais), a interrogação sobre as características e limites da pintura, e a ênfase conferida ao trabalho colaborativo. Com formação em pintura, Canoilas tem vindo a examinar o lugar deste meio artístico, a forma como ele é percecionado quer por visitantes de museus quer por transeuntes (o artista é conhecido por intevenções no espaço público que nunca são anunciadas como obras de arte). No caso desta exposição em Serralves, Canoilas prescinde do lugar onde mais naturalmente esperamos ver pinturas - as paredes da galeria -, e decide intervir no chão, no rodapé e no teto da Galeria Contemporânea - espaços negligenciados por quase todas as exposições de pintura. No chão apresentam-se três peças em vidro colorido que representam medusas. Realizadas na Marinha Grande, estas águas-vivas - possíveis símbolos do aquecimento climático, mas também das ideias de informe e de metamorfose na origem de vários trabalhos de Hugo Canoilas - devem poder ser pisadas pelos visitantes da exposição. O protagonismo conferido ao solo é confirmado pelo rodapé-pintura (em forma de caixa de luz, com uma pintura em linho no exterior esticada como uma tela, delimitando o espaço da exposição) em que o artista dá visibilidade a um elemento arquitetónico tão comum quanto despercebido. Já no teto da sala, Hugo Canoilas criará uma pintura gestual que, à imagem das suas mais recentes pinturas abstratas, parte de imagens da flora e fauna do fundo do mar. Saliente-se que a pintura também funciona como uma caixa de luz que cria uma aura na sala, afetando a perceção das medusas. As medusas sáo animais fascinantes, que ao longo dos seus invulgares ciclos de vida passam por várias metamorfoses, reproduzem células de formas inusitadas. A sua observação, que testemunha variações dramáticas de configuração, desafia todas as conceções de estabilidade, todas as ideias sobre a relação entre as partes e integralidade. Exatamente como esta exposição de Hugo Canoilas, composta de três elementos distintos - Chão, rodapé e teto - que se afetam mutuamente (em cooperação, simbiose competição, predação e parasitismo) e que é exemplar de uma prática artística que não se cristaliza numa forma, mas que constantemente se interroga nos seus limites, funções e pressupostos.

A Arte do Falso

Até 23/12/2020

Mais de 200 quadros falsificados, apreendidos nos últimos 15 anos pela Diretoria do Norte da Polícia Judiciária (PJ), estão em exposição na Alfândega do Porto. "A Arte do Falso" reúne não só obras contrafeitas de nomes como Picasso, Júlio Pomar, Cesariny, Malangatana, Amadeo Souza Cardoso, como também objetos insólitos, que revelam a genialidade dos criminosos. Entre falsificações de notas, guarda-chuvas que se transformam em armas, a quadros expostos em leilões de galerias de arte que tinham passado pelo crivo de especialistas, a exibição reserva muitas surpresas, entre elas uma máquina que teria o dom de curar as pessoas ao simples acender de umas luzes. As obras falsas expostas ao público foram sendo localizadas pelos inspetores da PJ, principalmente nas áreas urbanas de Lisboa e Porto, em galerias de arte, leilões, feiras, exposições e antiquários. Na mostra existe ainda um espaço dedicado aos mais novos, onde podem colher impressões digitais e compará-las em diferentes superfícies.

Divertimentos Sinfónicos

09/10/2020

7.5 €

É um desafio muito apreciado pelos compositores: partir de um género do outro tempo e fazer dele música nova, que nos deixa a flutuar entre diferentes eras. A Serenata de Richard Strauss vai muito além de imitar as serenatas mozartianas, sendo marcada pela originalidade - não por acaso, foi um passo de gigante em direção a uma carreira internacional de sucesso do compositor então com 17 anos. Também o Divertimento de Bartók foi inspirado no carácter lúdico e flexível deste género clássico e apresenta-o renovado e modernizado. Já o concerto para solista e orquestra encontra em Vaughan Williams uma abordagem bem diferente dos modelos continentais, fazendo transparecer os traços da canção popular inglesa,a identidade nacional que o compositor tanto prezava. A melancolia da peça convida a uma audição atenta que irá revelar, sob a sua aparente leveza, música profunda e uma escrita exigente para o solista.

Talvez ela Pudesse Dançar Primeiro e Pensar Depois + Olympia

09/10/2020

Vera Mantero, nome central da Nova Dança Portuguesa, estreia-se no Cultura em Expansão com dois dos solos que marcam uma carreira com mais de três décadas. Criado em 1991, Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois assinala o encontro da criadora e intérprete com a sua identidade de movimento, presença em cena e escolha de elementos de criação e atuação. Já Olympia, performance sobre o uso do corpo pela cultura do poder, está para além da dança, mostrando-se também como a história da rebeldia dos corpos e a denúncia da relação mercantil da arte com o dinheiro. Em ambos, a bailarina e coreógrafa afirma a interdisciplinaridade do seu trabalho, roubo, desconstruindo e usando o que necessita para que a sua dança seja total.

Mercado do Vilar: Oportunidades de Sonhar

10/10/2020

O Espaço t, no próximo dia 10 de Outubro, volta a abrir as portas da sua sede, com novos produtos e parceiros, em mais uma edição do “Mercado do Vilar: Oportunidades de Sonhar” transformando-a, assim, num verdadeiro mercado de produtos de excelência. Este Mercado que conta já com um público habitual, volta a disponibilizar para venda um conjunto muito variado de produtos que algumas das mais importantes empresas oferecem ao Espaço t. O Mercado do Vilar, iniciado em 2014, procura oferecer oportunidades de compra únicas, garantindo ainda ótimos preços e a possibilidade de poder contribuir para o reequilíbrio financeiro desta instituição que acredita na felicidade de todos/as sem exceção! Marcas presentes: MODA: Lemon Jelly, Wock, Gladz, Burel Factory, Cotton Brothers, Zippy; CUIDADO PESSOAL: Portuguese Mask, Corine de Farme VINHOS & GOURMET: Symington, Super Bock, Aveleda, Quinta do Monte D'Oiro, Herdade Mouchão, Martini, Compotas e Chutneys, Minerva, Bfruit, lactogal, Queijos Santiago, Minho Fumeiro, Aromáticas Vivas, Salmarim, Ovos CAC CASA E DECORAÇÃO: Grilo Factory, Herdmar Não perca! Lotação limitada. O Espaço t assegura que todas as medidas de segurança e higiene para a realização do Mercado são cumpridas. Uso obrigatório de máscara.

O cheiro dos velhos

Até 11/10/2020

9 €

Um funcionário público molha os pés numa praia calma, tranquila e deserta, quando é surpreendido por uma velha mendiga cadavérica, desdentada e com cheiro a álcool, que se apodera dos seus sapatos. À respeitosa cordialidade com que procura recuperar os mesmos, a velha retribui com indecifrável postura, que progride da obstinação rabugenta à sádica malvadez. À perplexidade do homem, ante o que atribui à crueldade gratuita de uma desconhecida, opõe-se a determinação da velha em força uma "confissão sincera" de uma ofensa anterior. Numa era orientada para a teatralidade, onde o jogo de fantasias mediáticas e as cores histriónicas embaçam as fronteiras entre "verdade" e "mentira", estará a razão de um dos lados, no meio ou em lugar nenhum?

Bach & Telemann

10/10/2020

7.5 €

O aguardado regresso de Rachel Podger à direção da Orquestra Barroca. A aclamada violinista e maestrina é fundadora e Directora Artística do Brecon Baroque Festival e tem uma carreira artística de altíssimo nível, com dois prémios Gramophones, um Diapason d'Or de l'Année e um prémio da BBC Music Magazine, entre muitos outros. O programa parte da relação próxima entre três compositores incontornáveis do século XVIII: J.S. Bach e Telemann, dois mestres do Barroco, e ainda Carl Philip Emanuel Bach, afilhado de Telemann e uma figura essencial na transição do estilo Galante para o Classicismo. De destacar a célebre Suite nº 2 de Bach, com uma escrita extremamente virtuosística para flauta que, neste concerto, será executada pelo violino de Rachel Podger.

Transfiguration

10/10/2020

12 €

A peça Transfiguration [Transfiguração] é a história do desejo não cumprido do escultor de incutir vida na sua criação. Num gesto de desespero, penetra no barro que usa como material para lhe dar vida. Esculpe barro na própria cabeça, enterrando-se no material, erradicando a sua identidade e tornando-se numa obra de arte viva, algures marionetista numa marioneta. Mas é então que o material o cega e é forçado a olhar para dentro, para as profundezas do seu ser. Numa performance fascinante, expressiva e total, Sagazan muda de identidade em palco. Perfura, apaga e desvenda as camadas do seu rosto numa busca frenética e desinibida. Pintar-se e esculpir-se torna-se numa forma de ritual situada entre a dança e o transe, cujo motor criativo é a improvisão, o aleatório e o acaso. - Olivier de Sagazan

Miramar

10/10/2020

MIRAMAR é o nome do projeto que une Peixe e Frankie Chavez em torno do trabalho e paixão comum pela guitarra. Ao vivo, apresentam-se com imagens manipuladas em tempo real, num concerto-filme que nasce da inspiração mútua que ambos os universos (música e imagem) proporcionam. Com uma carreira de mais de duas décadas, Peixe conta hoje com uma longa e rica viagem, feita de colaborações e com passagem pelos Pluto, Zeling, apra além dos míticos Ornatos Violeta. Já Frankie Chavez, inspirado pelo folk, blues e o mais clássico rock, tem-se afirmado como um dos mais estimulantes músicos da sua geração. Juntos, em MIRAMAR, dão corpo a uma música que é rica, mas não excessiva, que é coerente, mas não repetitiva, levando mais longe o som das cordas, com ou sem eletricidade, mas sempre como se os dois fossem um só.

Bad translation

10/10/2020

A ideia que serve como base a este espetáculo é a tradução do digital para o analógico. O digital "artesanal", trazido para a vida real através do cartão, do plástico e do tecido, numa tentativa desesperada de torná-lo tangível. Como expoente máximo do digital no nosso dia-a-dia, foi escolhido um computador Macintosh para ser convertido manualmente no palco, ativando todos os utilizadores e mecanismos do computador quando ligado. Os cinco artistas em palco tornam-se operadores de sistemas de computadores e o palco transforma-se num grande computador analógico. Assim, o ambiente de trabalho do computador é um cenário de cinema, os documentos são pastas de cartão e as luzes desta cenografia são o brilho que emana da tela do computador. Descodificamos o digital através da ativação do computador em palco, apresentando o resultado numa grande tela defronte dos espectadores. - Cris Blanco

Gato Das Botas - O Musical

Até 18/10/2020

10 €

Continuando a explorar a magia e o fantástico dos contos infantis de Charles Perrault, Francisco Santos e a Vivonstage propõem para o início de 2020 o musical O GATO DAS BOTAS. O musical O GATO DAS BOTAS, acompanha as aventuras de um estranho Gato que saiu por herança a um jovem camponês. Sem saber o que fazer com ele mas denotando humanidade e carinho pelos animais o jovem irá ser surpreendido pela capacidade de improvisação do Gato que é portador de umas botas fantásticas. O Gato, com grande imaginação e muito corajoso irá tentar, através de um plano mirabolante, que o seu Dono venha a casar com a bela princesa. Mas, há sempre alguém a contrariar os seus planos, neste caso o odioso conselheiro do Rei que pretende tomar conta do trono. Será que o Gato das Botas sairá triunfante?

Orquestra Jazz de Matosinhos

11/10/2020

7.5 €

A Orquestra Jazz de Matosinhos homenageia Miles Davis, o grande camaleão do jazz. Quando se juntou a Gil Evans, o tempo áureo das big bands já tinha passado, mas o arranjador canadiano trouxe uma proposta arrojada: a gravação de um disco em forma de suite com uma orquestra de jazz alargada a uma instrumentação pouco comu (incluindo trompas, clarinetes, flautas e muito mais). O disco chamou-se Miles Ahead, e a ele seguiram-se outros dois a coroar esta parceria frutuosa: Porgy and Bess e Sketches of Spain. A história do jazz já não se esreveria sem estes capítulos que, segundo Miles, procuravam trazer de volta a melodia para o centro da improvisação. A OJM propõe a resconstituição das sonoridades únicas destes discos, um desafio à altura de poucos agrupamentos.

Cateto

11/10/2020

5 €

Foi aos 16 anos que João Garcia escreveu as primeiras músicas para o projecto Keep Your Shoes Off, revelando ao país o seu talento criativo. Hoje com 23, o multi-instrumentista leiriense responde artisticamente por Cateto, nome com o apresentou, já em 2018, o EP Mixtape, num registo indie-rock denunciador de influências como Radiohead, Ben Howard ou Linda Martini. É, sobretudo, esse repertório que João Garcia traz à Casa da Música, mas deixa a promessa de desvendar novos temas.

Queer Porto 6

Até 17/10/2020

3.5 €

A 6ª edição do Queer Porto - Festival Internacional de Cinema Queer está de volta ao Teatro Rivoli, apresentando uma variada e seleta programação do que de melhor se faz no panorama mundial deste género cinematográfico. Destaque na programação para o documentário vencedor do Teddy Award na mais recente Berlinale, Si c'était de l'amour, do realizador austríaco Patric Chiha, a partir da peça Crowd, da coreógrafa Gisèle Vienne, que propõe um mergulho sensorial no universo da criação autoral e, em concerto, da dança, onde se convida o espectador a refletir sobre a transposição de identidades e a fantasiar com diferentes níveis utópicos do desejo. O Festival amplia a sua parceria com a Casa Comum da Reitoria da Universidade do Porto, onde terá lugar um programa especial e uma série de conferências à volta da temática do cruising, tema transversal À edição deste ano. O cruising enquanto instrumento de leitura da cultura queer e dos seus objetos culturais, as políticas de desejo inerentes a esta prática, a relação do cruising com os espaços arquitetónicos e urbanisticos. a programação completa-se com as habituais secções competitivas e programas fora de competição.

Trompas Lusas - 10º Aniversário

13/10/2020

5 €

Desde a sua estreia em 2010, o quarteto Trompas Lusas tem-se revelado um dos agrupamentos mais dinâmicos no panorama da música de câmara em Portugal. O programa deste recital inclui abordagens de estilos bastante contrastantes e várias surpresas. Entre estas destaca-se uma obra de Kerry Turner inspirada numa experiência quase alucinogénica num Casbá labiríntico de Marrocos, música de Eurico Carrapatoso que junta o quarteto de trompas a um solista, e Zeca de Vitór de Faria, escrita especialmente para as Trompas Lusas.

7½ - VAMPYR - Cinema na Casa das Artes

15/10/2020

3.5 €

A propósito do 75º aniversário do Cineclube é apresentada uma programação especial que se estenderá por 8 meses com a exibição de 9 filmes, um por mês (com exceção do primeiro mês com duas exibições) e arrancará no mês das comemorações do aniversário. 7½ (Sete e meio), nome dado a esta programação, tem como premissa a escolha de um filme por década desde a criação (1945) do Clube Português de Cinematografia - cineclube do Porto. São mais de setenta anos de cinema que o Cineclube do Porto tem vindo a acompanhar. Da película à era digital - a história dos filmes do Cineclube do Porto é também a história do cinema. Como preâmbulo desta programação exibir-se-à o filme Dreyer, VAMPYR de 1932. A programação pretende discutir e refletir com a ajuda de convidados especiais sobre a importância de cada filme apresentado não só na história do cinema mas o impacto que tiveram na altura da sua estreia. "O filme que mais ecoa em mim", declarou Jean-Marie Straub. VAMPYR realizador por Carl Th. Dreyer é um dos filmes mais insólitos da história do cinema, um filme de terror banhado em luz. Vampyr conta a história de um estudante obcecado com o sobrenatural que visita uma velha pousada nos arredores de Paris e encontra provas da existência de vampiros.

R. H. Quaytman

Até 21/02/2021

12 €

R. H. Quaytman emprega técnicas de reprodução mecânica e tradições da arte conceptual para criar séries fechadas de obras divididas em capítulos. As partes subsequentes são numeradas para marcar a passagem do tempo e o gradual completar da vida e do projeto artístico. A artista trata todas as exposições e pinturas apresentadas como um empreendimento criativo. R. H. Quaytman aborda a pintura como se fosse poesia: ao ler um poema, repara-se em palavras específicas, apercebemo-nos de que cada palavra ganha uma ressonância. As pinturas de Quaytman, organizadas em capítulos estruturados como um livro, têm uma gramática, uma sintaxe e um vocabulário. Enquanto o trabalho é delimitado por uma estrutura rígida a nível material - surgem apenas em painéis chanfrados de contraplacado em oito tamanhos predeterminados resultantes da proporção áurea -, o conteúdo de final aberto cria permutações que resultam num arquivo sem fim. A prática de Quaytman envolve três modos estilísticos distintos: serigrafias baseadas em fotografias, padrões óticos, como moiré e tramas cintilantes, e pequenos trabalhos a óleo pintados à mão. O trabalho de Quaytman, apresentado pela primeira vez em Portugal, aponta para as novas possibilidades da pintura de hoje, o que é uma pintura, um ícone? Quais são os meios da pintura numa cultura saturada pela estimulação visual, da fotografia à floresta digital dos signos? A pintura aina é um meio relevante para partilhar a nossa história? A exposição é coorganizada pelo Muzeum Sztuki in Lódz, Polónia, e pela Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Comissariada por Jaroslaw Suchan.

Lilliput

Até 18/10/2020

Ao início era “eu e muitos”, depois passou a ser “muitos e eu” e finalmente passou a ser apenas “muitos”. Não é que eu me perdesse, esquecesse, diluísse ou evaporasse, não! Foi só que eu me coloquei no meu lugar real. Este, muito, muito lentamente, foi a coisa mais importante de entender. Sim, somos muitos!!! Muitos e pequenos!! Somos muitos, pequenos e jovens!! Lilliput é uma viagem através do ser humano. De uns humanos muito pequeninos. Tão pequeninos que nós, em comparação com aqueles seres que preenchem todo o chão do palco, somos gigantes. Gigantes! Imaginem o tamanho de alguém que pensa que nós somos gigantes! Com muito cuidado, conseguimos vê-os e ouvi-los através de câmaras e amplificações sonoras e… se calhar estes seres pequeninos falam de nós! Pensando bem, nós também somos muitos, pequeninos e jovens… — Ainhoa Vidal

Fado À Mesa

Até 13/11/2020

39.5 €

Mensalmente, o Restaurante Casa da Música torna-se uma verdadeira Casa de Fados, em que o fado é “servido à mesa” por intérpretes de eleição, honrando a nossa melhor tradição, mas também a contemporaneidade da canção portuguesa por excelência.

Motorama

16/10/2020

15 €

Os Motorama são agora um trio depois de uma série alterações no line-up que já incluiu um total de cinco elementos. O novo formato que inclui os membros da formação original Vlad Parshin e Maxim Polivanov - e que se mantém desde a edição do mais recente disco de estúdio Many Nights - será aquele que poderemos esperar ver no regresso dos russo a Portugal em 2020. Desde o seu primeiro EP, Horse (2008), os Motorama têm construído a sua própria melodia envolvente com as texturas apaixonadas do post-punk, mas foi a partir de Alps (2010) que a banda alcançou renome internacional com temas como "Wind In Her Hair", "Empty Bed" ou "One Moment" a tornarem-se hits de carreira. Seguiu-se Calendar (2012) e, mais tarde, Poverty (2015) e Dialogues (2016) discos que os trouxeram inúmeras vezes a Portugal. Agora num novo período espera-nos ovir Many Nights. A primeira parte ficará a cargo dos Ploho. Sónia Felizardo

Desconcerto

Até 19/10/2020

15 €

O que acontece quando três amigos, como César Mourão, Miguel Araújo e António Zambujo, decidem ir juntos de férias para o Algarve? Conversa puxa conversa, guitarra puxa guitarra, improviso gera improviso. Sendo fãs há muito uns dos outros, quando deram por ela, estavam a criar e a improvisar canções em conjunto, sem qualquer outra intenção que não fosse divertirem-se. E assim foi. As boas memórias desses dias levaram-nos a querer partilhar com o público esses momentos de cumplicidade. Decidiram então convidar Luísa Sobral, ela própria uma improvisadora muito peculiar, de quem são devotados fãs e amigos, para se juntar a eles. O resultado? Um magnífico Desconcerto de música e bom humor, criado a la minute, absolutamente improvisado, absolutamente imperdível, que os surpreenderá a eles, tanto quanto ao público, e que é capaz de ser ainda melhor do que ir de férias com eles.

Coleção de Amantes

16/10/2020

Coleção de Amentes é o espetáculo de apresentação de uma das muitas coleções da artista e colecionadora de coisas raras Raquel André. Depois de espectadores, colecionadores e artistas, esta nova coleção contava, até junho de 2019, com 237 amantes, de todas as nacionalidades, géneros e idades, que, em diferentes partes do mundo, aceitaram encontrar-se com a artista em apartamentos desconhecidos para ambos e construir uma intimidade ficcionada e capturada pela memória e por fotografias. Na era do e-mail, Facebook, Instagram, Tinder e Grinder, Colecção de Amantes é uma reflexão sobre a intimidade explorada de um para um, onde tudo é real, mas também ficcionado. Colecionadora obcecada, Raquel André traz agora ao palco do Auditório do Grupo Musical de Miragaia os encontros guardados nesta sua coelção tão peculiar, efémera e infinita. Local do evento: Auditório Grupo Musical de Miragaia

Feira de Vandoma

Até 27/12/2020

Uma das feiras mais emblemáticas da cidade, destina-se exclusivamente à venda de objetos usados, designadamente roupas, louças, mobiliário e artigos decorativos, discos, livros, aparelhos elétricos e/ou eletrónicos, utensílios domésticos e de trabalho (ferramentas). Localização: Avenida 25 de abril

Urban Market - Meet Designers & Makers

Até 18/10/2020

O centro histórico do Porto é preenchido uma vez mais com animação, sabores e convívio. Durante o fim de semana a Mesh Up traz ao Mercado Ferreira Borges um Urban Market muito outonal com muita segurança. Castanhas e um bom copo de vinho. Esta pode ser uma das variadas sugestões de mais um Urban Market. No mês de outubro, a já conhecida iniciativa da Mesh Up volta a encher de animação e criatividade o mainfloor do Hard Club, mesmo no coração da cidade do Porto. Das 11h às 19h é possível petiscar, ouvir uma boa música e ainda comprar alguns artigos da estação, tudo isto num ambiente acolhedor. O Urban Market é um evento que dá oportunidade aos comerciantes de apresentarem os seus produtos, muitos deles diferentes e criativos, sem descurar o cariz cultural e turístico da iniciativa. Assim, a edição outonal acontece, com duas edições, nos dias 17 e 18 de outubro. Para quem quiser ir espreitar o Hard Club durante o fim de semana, é importante saber com o que contar. No sábado - 17 de Outubro – das 15h às 16h – o Hard Club integra o Circuito. Junta-te à fila para que o circuito não morra. O Circuito é a principal rede nacional para a valorização, proteção e desenvolvimento das salas e clubes com programação própria de música ao vivo. Atualmente, o Circuito é constituído por 27 salas de todo o país. Este sábado, junta-te à fila para que o circuito não morra. #aovivooumorto Assim, quem quiser dar as boas vindas à estação de forma diferente e juntar-se à fila, poderá fazê-lo no centro da cidade.

50 Anos de fotografia - 1970-2020 de Alfredo Cunha

Até 02/05/2021

Este Alfredo Cunha de quem se fala é o homem com a sua câmara e o seu olhar. Qualquer bom fotojornalista intui, antes de o saber claramente, que uma imagem, que deve encerrar todo um conteúdo e uma sedução, é, sempre foi, um momento decisivo. Antes de ser definido por Cartier-Bresson, já existia na mente de quem fotografa o acontecimento, o rosto e o movimento. Na longa carreira de 50 anos de Alfredo Cunha, muita coisa mudou: o país que fotografa; o equipamento que usa — já longe da primeiríssima Petri FT, da Leica M3, que começou a usar em 1973, e das Leicas que se seguiram e a que se manteve sempre fiel; o suporte — do analógico, maioritariamente preto e branco, ao digital, que pratica desde 2003. A imagem fotojornalística responde à exigência de concordância com o texto, também se liga ao onde, quando, como e porquê. Porém, quando o fotógrafo já definiu o seu estilo — e é esse o caso de Alfredo Cunha —, a sedução da imagem sobrepõe-se à sedução da notícia. Em todas elas se torna difícil associar a imagem a um estilo pois Alfredo Cunha ultrapassa a corrente do momento e o tema. E é neste sentido que podemos dizer, com Barthes, que as suas fotografias resultam sem código, dependem da transmissão do seu para nosso afeto. Teresa Siza (texto adaptado)

Grande Messiaen

17/10/2020

7.5 €

Escrito para comemorar o bicentenário dos Estados Unidos da América, esta obra resulta de uma viagem de Olivier Messiaen ao Utah. Impressionado pelos enormes desfiladeiros que marcam a paisagem daquela região, usou-os como ponto de partida para uma elevação da música, que parte destas formações geológicas em direção às estrelas, passando por numerosos cantos de pássaros. Apesar da monumentalidade da obra, a orquestra que lhe dá corpo é curiosamente reduzida a 43 instrumentos, com um naipe de percussão preponderante que ajuda a criar imagens sonoras extraordinárias. Uma obra muito exigente para qualquer dos instrumentistas envolvidos, entre os quais se conta o prestigiado pianista Paulo Álvares, um aclamado especialista em repertório dos séculos XX e XXI. Na direção estará Sylvain Cambreling, um maestro que já foi premiado com o MIDEM Contemporary Music Award pelas suas gravações de obras orquestrais de Massiaen.

O Quarto Mandamento - Cinema na Casa das Artes

17/10/2020

3.5 €

O sefundo filme de Welles foi mutilado pelo estúdio, que contratou um outro realizador para acrescentar um happy end. História de uma poderosa família e da sua decadência, em que a casa (com o seu pórtico, as suas escadas, a cozinha, os salões) é um elemento central. Para muitos, apesar da "ausência do last cut" como da última palavra de Welles na montagem, THE MAGNIFICENT AMBERSONS é uma obra de um poder tão ímpar como CITIZEN KANE. É o filme do famoso pós genérico em que o cineasta e narrador, a voz do filme, apresenta em off os atores concluindo com "And my name is Orson Welles". Texto da Cinemateca Portuguesa

Fibra

Até 18/10/2020

9 €

FIBRA tem como génese as potencialidades plásticas do figurino, assumindo-o como o protagonista e como ponto de partida para a criação cénica. A epiderme roupa-corpo surge como suporte para explorar a ambiguidade e a beleza das emoções humanas, associada à ideia de deformidade e metamorfose. A partir das limitações e adaptações entre a peça vestível e um corpo, encontram-se pretextos para pensar o belo e o feio numa relação simbiótica que tem como inquietação inerente uma comunicação sensorial mais ativa entre a matéria, o artista e o espectador. Ao vestir o invólucro têxtil, o intérprete entra em isolamento com o exterior. Os cheiros, os sons e o toque ficam aguçados e, ao mesmo tempo, concentrados, sendo dominados. O que é visível assume uma dança de inúmeras identidades. - Filipe Moreira & Lola Sousa

O que já não é e o que nunca foi

Até 18/10/2020

10 €

Este trabalho organiza-se a partir de rituais de pesquisa em torno do tempo, da sua ocupação, suspensão e condensação. Reunidos numa lógica de acumulação, em cena encontram-se objetos reaproveitados, tecnologia low-fi, dispositivos de amplificação e gravações recolhidas aleatoriamente durante o processo. A partir deste ambiente os intérpretes produzem um mosaico de ações, configurando espaços físicos e mentais que provocam os efeitos da lentidão, da velocidade, da repetição, da continuidade, da descontinuidade, da medicação ou mesmo do esquecimento do tempo. O tecido coreográfico e sonoro produzido é atravessado também por fragmentos de memórias partilhadas, submetidas a processos de transformação e de desgaste.

Lena D'Água

17/10/2020

De regresso à gravação de originais em nome próprio, a oncontornável Lena d'Água apresenta o seu mais recente disco, Desalmadamente. Considerada a primeira mulher portuguesa a integrar uma banda de rock, Lena d'Água lançou-se nos Beatnicks, ainda nos anos 70, seguindo-se a fundação dos Salada de Frutas, a passagem pelos Atlântica, a interpretação de canções infantis e o sucesso a solo ainda nos anos 80. Trinta anos depois, Desalmadamente marca um regresso voltado para o futuro, com canções de Pedro da Silva Martins e arranjos e produção da responsabilidade dos músicos que ao vivo acompanham a artista. Num concerto que será uma "grande festa", a cantora percorrerá os novos temas, sem esquecer as canções mais emblemáticas do seu vasto percurso. Local do evento: Associação de Moradores do Bairro Social da Pasteleira

Seven Songs for Malcolm X

17/10/2020

12 €

Neste último capítulo do ciclo exploram-se as complexas relações entre as práticas e recursos audiovisuais do cinema e as dinâmicas próprias da produção e interpretação musicais, em particular, da música negra norte-americana. Nela exploram-se e dão-se a ver estratégias de intermedialidade artística que importem os avanços da cultura negra nas áreas da música, da dança e da oratória para o território audiovisual. Segundo Arthur Jafa, o epíteto da produção artística negra (e da cultura negra como um todo) dá-se nas manifestações musicais (do jazz ao hip-hop), onde estas são a forma dominante. Como tal, a promoção de um avanço estético do cinema especificamente negro só terá a ganhar com a identificação e compreensão das variáveis que marcam essa singularidade e popularidade. Os filmes que compõem as duas sessões desta última parte do ciclo The Dark Matter of Black Cinema abordam o universo da música – em particular do jazz - tanto a nível temático como ao nível formal, através do envolvimento de músicos na prática do cinema, como realizadores, técnicos ou atores. A primeira sessão é dedicada a um realizador do movimento L. A. Rebellion que muito marcou a relação de Jafa com o cinema, Larry Clark, e aquele que foi considerado “o único filme jazzístico da História do Cinema”, Passing Through (antecedido pela provocação revoltosa do músico-realizador Ed Bland). Já a segunda sessão é feita sob a égide da reivindicação, com a montagem onírica de Dawn Suggs, a fotografia de rua (e de denúncia) de Khalik Allah e a lauda ao pai da revolução negra, Malcolm X, “o homem mais zangado da América”. Esta segunda parte é, portanto, caracterizada por objetos de natureza exploratória que procuram abrir caminho às possibilidades do cinema como arte de síntese de toda uma cultura, experimentando diferentes aproximações ao ritmo da montagem, à cadência da captação e projeção das imagens e dos sons e à velocidade dos fotogramas (do maior frenesi à imagem estática).

Feira da Pasteleira

Até 31/12/2020

Venda de diversos produtos, nomeadamente produtos alimentares, roupa, calçado e têxteis lar. Legalizada e relocalizada em 2019. Localização: Rua Bartolomeu Velho

Banda Sinfónica Portuguesa

18/10/2020

7.5 €

Foi para uma banda de jazz que George Gershwin escreveu a famosíssima Rhapsody in Blue, em 1924 - a orquestra liderada por Pauç Whiteman. A perfeição da obra dá-he a flexibilidade de se adaptar aos mais diversos arranjos, do piano solo à grande orquestra, misturando elementos do jazz e da música clássica. A Banda Sinfónica Portuguesa convida o jovem e premiado pianista português Vasco Dantas Rocha para se apresentar como solista nesta obra-chave da música norte-americana. Escrita após uma viagem aos Estados Unidos da América, La Creátion du monde de Darius Milhaud evoca também as influências do jazz, linguagem que o compositor conheceu enquanto passeava pelas ruas do bairro de Harlem, em Nova Iorque. A partitura Kleine Dreigrosschenmusik, de Kurt Weill, encerra o concerto com momentos essenciais da recolucionária peça de teatro musical A Ópera dos Três Vinténs, escrita com o dramaturgo alemão Bertolt Brecht.

Cratera 6899

18/10/2020

7 €

Nascido do encontro entre Gwendoline Robin, o astrónomo Yaël Naze e o oceanógrafo Bruno Delille, Crater 6899 [Cratera 6899] mé uma brecha que nos conduz às origens do mundo, quando cometas colidiram com a Terra e libertaram grandes quantidades de água. Com ligação à astronomia (que analisa o céu, as galáxias, e observa os confins do universo) e à geologia (que remexe a terra, as pedras, a disposição de rochas e estruturas), a performance de Gwendoline Robin é um acontecimento que mudou a história do nosso planeta. Uma paisagem de material em suspenso, evocando desertos terrestres e espaços celestiais. Nada é fixo, tudo está sujeito a manipulação mudança de estado, transformação relacionada com o tempo e os gestos. Jogando com o infinitamente pequeno e o temendamente vasto, o infinitamente perto e o tremendamente distante. A instalação transforma-se gradualmente e torna-se numa paisagem nova a contemplar.

Campanhã é a Minha Casa

Até 18/10/2020

Campanhã é a Minha Casa é um projeto colaborativo que pretende aproximar a freguesia de Campanhã ao grande ecrã. Sem sala de cinema ou registo de presença num filme emblemárico da história do Cinema Português, o projeto transforma três espaços menos convencionais em verdadeiras salas de estar, gigantes mas acolhedoreas, onde serão apresentadas três sessões de cinema especiais. Campanhã é a Minha Casa é um convite a uma construção coletiva, onde todos estão convidados a entrar e também a participar. Para isso, os moradores da freguesia serão também desafiados a partilharem as suas coleções de folmes e registos de família, retratos de intimidade e da vida real, que servirão de base à realização de três curtas metragens, por parte dos realizadores Cláudia Varejão, Edgar Pera e Sónia Amen, que serão apresentadas no início de cada sessão. Locais onde vão decorrer as sessões: Monte do Forte; Bairro S. Vicente Paulo e Quartel da Bela Vista

Coreto Porta Jazz

18/10/2020

7.5 €

O Coreto é especialmente vocacionado para a apresentação de música original e regressa, esta noite, às composições do seu fundador, o saxofonista João Pedro Brandão. O grupo reúne um conjunto de figuras que têm deixado a sua marca na paisagem do jazz nacional e soma já quatro álbuns editados perante o reconhecimento da crítica internacional. Neste concerto, vagueia-se entre música escrita e improvisada, procurando espaços para cada um dos solistas de modo a realçar as suas vozes individuais e as suas afinidades. Segundo o prestigiado compositor Ohad Talmor, o Coreto traz-nos "música cheia de surpresas, cores e ideias, maravilhosamente servida por solistas inspirados".

Torneio Internacional de Ténis em Cadeira de Rodas

19/10/2020

A cidade do Porto recebe mais uma edição do ITF Future Series Wheelchair Internacional Tournament, competição que vai reunir alguns dos principais nomes da hierarquia mundial na modalidade. O torneio, que será uma vez mais disputado nos courts do Clube de Ténis do Porto, terá como figuras de destaque o austríaco Nicolas Langmann, atual 34º do ranking mundial, o brasileiro Gustavo Carneiro, 37º da lista, e o holandês Carlos Anker, 38º. Estão igualmente confirmados os experientes tenistas italianos Luca Arca e Silviu Culea, bem como o grego Stefanos Diamantis ou o francês Nicolas Charrier. A representação nacional será feita pelos principais jogadores a atuar em Portugal, casos de Jean Paul Melo, 131º da tabela mundial, e ainda de Carlos Leitão, atual 136ª, e João Couceiro, 272º. Dados as circunstâncias relacionadas com a pandemia, e uma vez que o quadro é apenas composto por 16 jogadores, os lusos Francisco Aguiar e José Sousa ficam, para já, como suplentes, podendo ser chamados caso algum dos tenistas inscritos não consiga viajar para o nosso país.

Remix Vintage

20/10/2020

7.5 €

São 20 anos dedicados a mostrar o que de melhor se faz na música dos nossos dias e as grande composições do século XX. O Remix Ensemble apresentou já cerca de uma centena de obras em estreia mundial, mas não ficou por aqui: fez as malas e tocou por toda a Europa, afirmando-se como um dos principais ensembles de música contemporânea. No concerto em que assinala o seu aniversário, o Remix Ensemble conta com o apoio do Coro Casa da Música para apresentar, uma vez mais, música nunca antes ouvida: o Requim de Francesco Filidei. A primeira parte do programa inclui música revolucionária nunca antes tocada em Portugal, ligada ao movimento espectralista que floresceu a apartir dos anos 70 e deu primazia à beleza das sonoridades e ao culto do timbre. Depois de Magnus Lindberg, um dos compositores contemporâneos mais tocados pelas principais orquestras mundiais, ouve-se L’Origine du Monde de Dufourt, um concerto que revela pouco interesse por virtuosismos flamejantes do solista, fazendo antes do ensemble uma caixa-de-ressonância do piano. Esta é também uma oportunidade para nos entregarmos ao incrível talento de Pierre-Laurent Aimard, um regresso à Sala Suggia muito aguardado.

Guintche

Até 22/10/2020

7 €

Esta peça deriva de uma pessoa que eu desenhei como lembrança de um concerto. Dei-lhe o nome de Guintche e, entretanto, cresceu, ganhou uma vida própria, ganhou autonomia, rebelou-se. Guintche é uma palavra da língua crioula cabo-verdiana: é o nome de um pássaro, o nome de uma prostituta, mas também pode representar uma atitude, a de alguém que salta de um evento para o outro, sem coerência nas suas escolhas. Através da sua estrutura contraintuitiva, Guintche responde à escultura em cerca - derrete, solidifica, muda de forma... No entanto, mantém sempre a mesma natureza, ou seja, permanece feita da mesma cerca. - Marlene Monteiro Freitas

Eduardo Branco

21/10/2020

5 €

Compositor, letrista, cantor, produtor e guitarrista, Eduardo Branco é um talento em destaque na nova geração de músicos portugueses. A pós experiências de banda com algum sucesso, há pouco mais de dois anos gravou um EP em nome próprio, Ilusão, que venderia mais de mil cópias e cujo concerto de apresentação esgotou o Auditório IPDJ, na cidade de Coimbra, projetando o músico para uma digressão por salas de Lisboa e Leiria. Chega à Casa da Música com um álbum, 97, já disponível em todas as plataformas digitais.

"Playing w/ Stupidity"

22/10/2020

"Playing w/ Stupidity" é resultado de uma colaboração entre os artistas Cardoz (João Cardoso) e Narso (Bernardo Fernandes) e procura retratar a dependência que temos do mundo online, surgindo num momento em que o tema da desinformação e da propaganda política tem vindo a adquirir maior relevância na sociedade. Nesse sentido, o duo pretende que a sua arte, que se desdobra em esculturas e quadros, seja um veículo de consciencialização para o controlo subtil a que todos acabamos por estar sujeitos através dos aparelhos eletrónicos que nos acompanham no dia-a-dia e nos leve a questionar se existe realmente livre arbítrio por detrás das nossas ações. A exposição estará patente em Lisboa, na Rua do Beato n.º 30, de 1 a 18 de outubro, e no Porto, no Hard Club, de 22 de outubro a 8 de novembro.

Salvador Sobral Quinteto

22/10/2020

7.5 €

Salvador Sobral apresenta-se com uma nova formação, em quinteto, que o acompanhará em estúdio na gravação do próximo registo de originais, com edição marcada para o início do próximo ano. O músico entretanto continua na estrada em Portugal e no estrangeiro com os temas de Paris, Lisboa e Excuse me enquanto levanta o véu sobre algumas das canções que vão integrar o novo disco.

Sessão Especial de Aniversário - O Gabinete do Dr. Caligari

22/10/2020

3.5 €

Um dos filmes mais vistos ao longo dos 75 anos do Cineclube do Porto, O Gabinete do Dr. Caligari que este ano celebra 100 anos de existência é um filme precursor do expressionismo alemão que tem deslumbrado, ao longo de anos, várias gerações de amantes do cinema e que, também por isso, escolhemos trazer para as nossas comemorações. Depois de un cine-concerto com Filho da Mãe, em Abril de 2017, no Cinema Passos Manuel, o Cineclube do Porto regressa a Dr. Caligari com Haarvöl. Um projeto coletivo com três membros permanentes (Fernando José Pereira, João Faria e Rui Manuel Vieira) e com colaborações várias como o compositor galego Xoán-Xil López ou o compositor e guitarrista franco / mexicano Bertrand Chavarria-Aldrete e ativo no campo da música eletrónica experimental desde 2012. A música de Haarvöl é conceptualmente desenvolvida na exploração das proriedades dos sons, a fim de alcançar ambientes cinemáticos e de imagem. Os sons não estão restritos às suas origens mediais: tanto fontes digitais quanto analógicas mediais: tanto fontes digitais quanto analógicas são usadas e misturadas em composiºões complexas com atenção especial aos detalhes. O filme decorre no manicómio de DR. Caligari que com os seus poderes hipnóticos comanda os seus doentes a seu bel-prazer. Um retrato desvirtuado e delirante que pretende refletir sobre uma Alemanha destroçada pela primeira Grande Guerra. Um dos maiores acontecimentos cinematográficos da História. Foi com "O Gabinete do Dr. Caligari" que o expressionismo alemão nasceu. Os seus cenários deformados, são um marco na história da sétima arte e pretenderam refletir o olhar louco de Caligari sobre o mundo real.

Manoel de Oliveira Fotógrafo

Até 18/04/2021

12 €

As mais de cem fotografias que se apresentam na exposição Manoel de Oliveira Fotógrafo são uma das grandes surpresas que o arquivo pessoal do realizador, integralmente depositado em Serralves, reservava. Produzidas entre os finais de 1930 e meados dos anos 1950, estas imagens, guardadas durante várias décads e na sua maioria inéditas, revelam uma faceta desconhecida de Oliveira e abrem novas perspectivas sobre a evolução da sua obra. A passagem de Manoel de Oliveira pela imagem estática é uma etapa determinante do seu percurso como cineasta. Em diálogo tanto com o pictorialismo como com o construtivismo e com as experiências da Bauhaus, as suas fotografias estão a meio caminho entre a exploração dos valores clássicos da composição e o espírito modernista que animou toda a primeira fase da sua produção cinematográfica. Investida, quase sempre, de propósitos artísticos, a fotografia é para o realizador um instrumento de pesquisa formal e de experimentação, uma obra de modalidade para interrogar, muitas vezes um relação direta com os filmes, a construção de uma linguagem visual própria. As imagens que agora dão a conhecer acrescentam, certamente, um novo capítulo à história da fotografia portuguesa dos anos 1940. Mas elas constituem, também, um precioso instrumento para enquadrar o modo como Manoel de Oliveira passa a assegurar, durante um período de dez anos, a direção de fotografia dos seus próprios filmes, bem como para contextualizar, numa perspetiva mais ampla, o rigor de composição que, de uma maneira geral, caracterizam todos os seus filmes. Olhando para estas imagens, não interessará muito saber onde começa o fotógrafo e onde acaba o cineasta, nem definir, com precisão, até que ponto o primeiro poderá ter tomado por vezes, o lugar do segundo. Importará, sim, questionar o modo como esta convivência estre dois modos de ver e de pensar se corporiza na obra de Manel de Oliveira. Curadoria de António Preto, Diretor da Casa do Cinema Manoel de Oliveira. Todas as fotografias expostas pertencem ao Acervo de Manoel de Oliveira, Casa do Cinema Manoel de Oliveira - Fundação de Serralves, Porto.

Violino Virtuoso

23/10/2020

7.5 €

Para interpretar o Concerto para violino de Mendelssohn, a Casa da Música recebe uma estrela em ascensão: Diana Tishchenko, jovem violinista uqe já conquistou importantes prémios internacionais, como o Concurso Internacional Long-Thibaud-Crespin de Paris, e tem tocado com as principais orquestras europeias.

Lorenzaccio

Até 14/11/2020

O Teatro do Bolhão está a levantar um ambicioso tríptico: depois da vida do Grande D. Quixote de la Mancha e do Gordo Sancho Pança, de António José da Silva (O Judeu), e antes de O Mercador de Veneza, de Shakespeare, o centro faz-se com Lorenzaccio, de Alfred de Musset (1834), numa encenação de Rogério de Carvalho. A partir de relatos da história de Florença do século XVI envolvendo o derrube do ducado tirano de Alessandro de Médeci, assassinado pelo primo Lorenzo - depreciativamente chamado "Lorenzaccio" porque frustra os ideais de mudança-, Musset ergue tanto um drama pessoal en torno desta figura, assombrada por uma inquietação hamletiana, como uma crítica a uma sociedade em decadência. Obra crucial do drama romântico francês, tida como irrepresentável ou encenada em versões amputadas, sempre foi um desafio para a companhia, que agora a estreia em Portugal, inspirando-se na sua liberdade formal para lhe corromper as formas dramáticas e os géneros. Espetáculo sobre uma comunidade humana impotente face ao esboroamento do poder e à sua capacidade de dissimulação, Lorenzaccio aspira a ser também um retrato do nosso tempo.

Visita ao Museu com Joel Cleto

24/10/2020

15 €

Nesta visita especial à exposição permanente do Museu, o caminho pelo passado percorre 127 anos de herança azul e branca, com o historiador Joel Cleto a partilhar conhecimento e a revelar curiosidades desportivas, sociais e culturais, sempre no âmbito da relação do FC Porto com a Invicta (e vice-versa). Distinguido em 2019 com o Prémio Informação Turística pela Associação Portuguesa de Museologia (APOM), Rota do Dragão é um projeto inovador que o Museu FC Porto e o historiador Joel Cleto desenvolvem desde 2014, mantendo princípios de qualidade e de evolução na descoberta, compreensão e partilha da história dentro do Museu ou na cidade, mas sempre no coração do Porto e com um caráter surpreendente associado a cada visita. A participação é limitada e aconselha-se inscrição prévia.

Quem Mora no Chapéu do Meu Avô? com Rui Ramos

24/10/2020

5 €

Rui Ramos sobe ao palco do auditório do Museu FC Porto e vai atrás dos segredos da magia numa aventura cheia de peripécias e muito divertida. Sob a batuta engenhosa, performativa e do anfitrião, Quem Mora no Chapéu do Meu Avô combina contos e arte mágica num espetáculo dirigido a crianças, mas para participar em família, porque no universo fabuloso das Histórias para Dragõezinhos, até os adultos se divertem a valer!

Louis Lortie

24/10/2020

7.5 €

O franco-canadiano Louis Lortie é considerado um dos pianistas mais versáteis do mundo, explorando um repertório que percorre várias épocas. Na sua estreia na Casa da Música, apresenta um recital inteiramente dedicado às famosas transcrições do virtuose húngaro Liszt. Utilizadas com o intuito de divulgar a literatura de outros compositores mas também como uma forma de demonstrar os recursos virtuosos dos intérpretes, as transcrições de Liszt tiveram um grande impacto no catálogo pianístico. Entre cerca de 400 partituras, as nove sinfonias de Beethoven destacam-se por se encontrarem entre as "peças mais exigentes algumas vez escritas". O programa inclui ainda a transcrição do comovente ciclo de canções An die ferne Geliebte, precursor dos grandes ciclos de Schubert e Schumann.

O Auto da Floripes - Cinema na Casa das Artes

24/10/2020

3.5 €

O Projeto de restauro do filme da secção Experimental do Cineclube do Porto, Auto da Floripes , realizado em 1958-1962, no Lugar das Neves, convergência de três freguesias pertencentes ao concelho de Viana do Castelo: Barroselas, Mujães e Vila de Punhe, onde se representa anualmente no 5 de Agosto o Auto da Floripes, iniciou-se em 2019, numa parceria entre o Cineclube do Porto e a Cinemateca Portuguesa com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo. Este projeto tem em vista a valorização do Auto da Floripes através do filme homónimo consistindo no restauro, digitalização e edição em DVD, da película existente, protegendo-a e tornando-a acessível através da sua digitalização. O DVD, parte das edições da Cinemateca Portuguesa, contará com extras com entrevistas a Alexandre Alves Costa, Luís Ferreira Alves e Jorge Constante Pereira, assim como textos originais, escritos no âmbito do projeto de restauro de Catarina Alves Costa, José Alberto Pinto, Paulo Raposo e Tiago Batista. Gravado no verão de 1959 no Lugar das Neves, Viana do Castelo, e estreado em maio de 1963 no Cinema Trindade, no Porto, o filme da Secção de Cinema Experimental do Cineclube do Porto O Auto da Floripes é um registo ímpar do cinema português. A partir de uma ideia original de Henrique Alves Costa, o filme, além de um documento visual e antropológico da tradição da representação do teatro popular O Auto da Floripes, realizado ainda hoje no Lugar das Neves e com repercussões em São Tomé e Príncipe e no Brasil, apresenta uma visão sobre o que desejava ser o cinema português. O Auto da Floripes é um exemplo rico da vontade de fazer e da importância dos Cineclubes em Portugal no encontro de uma geração com o seu cinema. Manoel de Oliveira diz “São amadores? São, sim senhor. Mas são-no no melhor sentido” e António Rodrigues afirma “uma verdadeira descoberta, um objecto cinematográfico sólido, ousado e repleto de ideias, realizado por pessoas que tinham talento e sabiam o que faziam.”

Jaguar

24/10/2020

9 €

Jaguar é o nome dado a alguns cavalos, uma peça de dança e um teatro de marionetas. Em Jaguar somos marionetas e, enquanto tal, manuseados e acionados. Confiar-nos-emos a outrem e às suas mãos: Mandinga d'Soncent, Wölfli, Blaue Reiter, entre outros que, apesar de radicalmente diferentes, não serão mais do que uma extensão de nós próprios. Jaguar é um excerto, uma cena de caça ou uma cena de caça assombrada - Marlene Monteiro Freitas

Madrepérola

24/10/2020

12 €

Após anos intensos de concertos, com repertório dos discos anteriores, Capicua faz um reset e começa nova tour, com novo disco, nova formação e novo cenário. Madrepérola vem para renovar o repertório, mas sobretudo o espírito do espetáculo da rapper. A ideia é tocar o disco na íntegra, falando de cada tema cuidadosamente, como quem faz uma visita guiada a uma casa nova. Sendo um álbum de canções, com muitas vozes convidadas e muito mais dançável, exige que no palco se concretize essa energia. Assim, além dos músicos que habitualmente a acompanham (D-One, Virtus, Luís Montenegro e Sérgio Alves), Capicua passará a estar ladeada de duas vozes cantadas (Inês Pereira e Joana Raquel), para fazer jus à musicalidade dos novos temas e abrir novas possibilidades de descoberta do antigo repertório, com a reinvenção de velhos temas. Visualmente, o espetáculo ganha nova identidade, com muita luz, texturas e brilho, numa alusão à iridescência da madrepérola e à policromia dos encantos subaquáticos. É sem dúvida uma nova etapa que começa, plena de energia vital e poesia convertida em música.

Viagem À Escócia

25/10/2020

7.5 €

Durante uma viagem à Escócia, em 1829, Mendelssohn visitou o palácio de Holyrood, onde a rainha Mary viveu e foi coroada. Viu as escadas que os seus assassinos subiram, viu o altar em ruínas, coberto de hera e a céu aberto, no centro de uma paisagem idílica. Aí afirmou ter encontrado o início da Sinfonia Escocesa, que viria a terminar 12 anos mais tarde. As marcas da viagem estendem-se por todos os andamentos da obra e poderão ser desvendadas neste concerto comentado por Gabriela Canavilhas e ilustrado por exemplos apresentados pela orquestra. No pódio estará o maestro escocês Douglas Boyd, director artístico do festival Garsington Opera.

Treetop Walk

25/10/2020

12 €

O Programa regular para o público geral contempla visitas orientadas ao Treetop Walk, com a duração de 1h, que terão como objetivo dar a conhecer, através de uma experiência singular orientada por educadores do Serviço Educativo de Serralves, a biodiversidade do Parque. Estas poderão ser orientadas em português, francês e inglês. É obrigatória a inscrição até às 17h da véspera do evento, para o email: m.tavares@serralves.pt.

Daniel Bernardes e Drumming Grupo de Percussão

25/10/2020

7.5 €

“A Liturgia dos Pássaros” é uma homenagem a Olivier Messiaen, numa abordagem jazzística e moderna. Embora não se conheça particular interesse do compositor e organista francês pelo jazz, há um ponto em comum que Daniel Bernardes pretende explorar com este projeto: o culto da improvisação. O pianista parte da linguagem harmónica de Messiaen e torna-a um caminho possível para o jazz contemporâneo. Esboçando nova música e com crescente entusiasmo, rapidamente surgiu a ideia de juntar um trio de piano jazz a um ensemble de percussão. A parceria tomou forma com o Drumming GP, o mais importante ensemble nacional do género.

Festa do Cinema Francês

Até 04/11/2020

3.5 €

De 26 de outubro a 4 de novembro, venha descobrir as pérolas do cinema francês! Antestreias, encontros com realizadores e produtores, filmes para o público geral e sessões dedicadas ao público mais jovem. A Festa do Cinema Francês convida a viajar através da sempre moderna, viva e diversificada produção cinematográfica francesa. Entre o drama e o burlesco, a intervenção social e as obras poéticas, o comercial e o experimental, o desafio é percorrer os seus múltiplos caminhos, feitos de surpresa e emoção.

IV Encontro Nacional de Literaturismo

27/10/2020

A verdade é que tudo continua ligado... Cá estamos nós a insistir mais uma vez, com isto do Literaturismo... Pois é, e a razão é simples: achamos que Literatura, Património, Turismo e Gastronomia andam todos ligados. E se não estão, deveriam estar... Como entendemos que deve ser assim, vimos pela quarta vez declamar que ainda há bastante caminho para andar, há viagens que têm que ser feitas e descobertas, autores que ganham em ser lidos e relidos, saberes que têm de comunicar uns com os outros, e sabores que só estão à espera que lhes demos oportunidades para se revelarem--- - José Valle de Figueiredo

Quarteto de Cordas de Matosinhos

27/10/2020

5 €

A formação mais apreciada da história da música de câmara é, sem dúvida, o quarteto de cordas. A sua capital: Viena de Áustria. Por lá passaram compositores como Haydn, Mozart e Beethoven, este último tido como o grande revolucionário do género. O Quarteto de Cordas de Matosinhos apresenta o derradeiro quarteto de Beethoven, escrito cinco meses antes da sua morte. Já numa França a preparar-se para outras revoluções que viriam com a aurora do século XX, Debussy procurou escrever um quarteto na melhor tradição do género. As suas inovações harmónicas, contudo, deram um rasgo de modernidade a esta obra escrita a par do Prelúdio à sesta de um fauno, marcando a sua passagem para a maturidade e dando os primeiros ares do chamado Impressionismo musical.

Benjamim "Vias de Extinção"

28/10/2020

12 €

Benjamim regressa aos discos com Vias de Extinção. O sucessor de Auto Rádio e 1986 (em parceria com o britânico Barnaby Keen) é um trabalho de profunda descoberta interior e o fechar de um ciclo que acabou por coincidir com a pandemia que nos confinou. O músico teve o apoio decisivo da sua banda em todas as fases de gravação, sendo que algumas canções chegaram a ser testadas ao vivo antes de entrarem em estúdio. Além de António Vasconcelos Dias (teclados e coros), João Correia (bateria), Nuno Lucas (baixo) e Vera Vera-Cruz (teclados e coros), o novo álbum juntou o clã Isabel, Joana e Margarida Campelo nos coros e ainda Manuel Pinheiro nas congas e percussões.

Manel Cruz - Tour Nedó

Até 29/10/2020

14 €

Tour Nedó é o novo espetáculo de Manel Cruz e da sua banda. Um pretexto para se fazer e reinventar música, tendo como ponto de partida o recente "Vida Nova" mas também o repertório mais antigo, passando por inéditos e outros temas que nunca vão existir. Depois de Ornatos Violeta, Pluto, Foge Foge Bandido e Supernada chegou "Vida Nova", o há muito desejado álbum de estreia de Manel Cruz. A expectativa era grande e foi superada desde o primeiro momento. Ao longo de 12 músicas, Manel Cruz dá-se a conhecer mais um bocadinho e é muito o que ainda tem para revelar. As canções e poemas que não deixam ninguém indiferente, destacam-se individualmente e como um todo. "Ainda Não Acabei", "Beija-Flor", "Cães e Ossos" e "O Navio Dela" são singles. Em palco, a solo ou com António Serginho (percurssão, piano, xilofone), Eduardo Silva (baixo, voz) e Nico Tricot (piano), músicos com quem toca há mais de 10 anos e, nesta formação, há mais de seis anos, Manel Cruz mostra-se um homem novo.

Mal - Embriaguez Divina

Até 30/10/2020

12 €

O Mal foi por muito tempo personificado pelo Diabo, também conhecido como Anticristo, Satanás, Leviatã, Lúcifer, mas também simbolizado pela Bruxa, Mago, Mulher, Animal, Híbrido, Mutante e assim por diante. Encontraremos a sua referência na Bíblia, no discurso moral, ético, político, judiciário, e ainda, no centro de criações literárias e artísticas. A seu tempo, tanto a natureza do Mal como a sua personificação, o Diabo, alargar-se-iam às ideias de injustiça social, violência, doença, entre outras. Para Georges Bataille, a atividade humana é geralmente o desejo de alcançar o ponto mais distante do domínio fúnebre (o padre, o sujo, o impuro), conjurando o Mal. O nosso Mal passar-se-á numa tribuna, onde um coro, numa tonalidade prenunciadora de melancolia, é assaltado por visões. Ao mesmo tempo que observa, é vigiado. - Marlene Monteiro Freitas.

@c

29/10/2020

7 €

“Porque é que, ao olhar para nada, nunca vemos nada?” Pedro Tudela e Miguel Carvalhais colaboram como projeto @c desde 2000, tendo produzido mais de duas dezenas de edições discográficas, quase duas centenas de espetáculos e várias instalações sonoras. Para marcar os vinte anos do projeto, Tudela e Carvalhais colaboram com André Rangel no novo espetáculo “Não-Nada”, especialmente criado para o Understage do Rivoli. “Não-nada” é uma performance para som multi-canal e luz que explora o palco, não-palco e sub-palco do Rivoli. É um espectáculo que destila duas décadas de experimentação sonora radical, de um percurso militante e inquieto, de um permanente trabalho em curso.

Halloween: Casas Misteriosas e de Fantasia

31/10/2020

5 €

As doçuras e as travessuras do Halloween alimentam a imaginação e a criatividade numa oficina pedagógica para toda a família, na Terra do Dragão. Monstrinhos, fantasmas e esqueletos cheios de traquinices fazem parte da fantasia das casas misteriosas e mágicas que vão ser construídas nesta atividade. O evento, pedagógico e divertido, tem a marca de referência do Serviço Educativo do Museu FC Porto. Necessária inscrição rpévio até às 12h da 5º feira anterior à atividade. Evento sujeito a regras de lotação máxima, no âmbito do cumprimento de recomendações das autoridades de saúde.

Beethoven com Brio

31/10/2020

7.5 €

A Sétima de Beethoven não deixa ninguém indiferente. Richard Wagner caracterizou-a como "apoteose da dança", referindo-se à vivacidade rítmica contagiante que a percorre. Já no nosso século, Jörg Widmann apontou à Sétima, como à Oitava, uma "fúria e insistência rítmica" que procurou espelhar na peça Con Brio, baseada em ideias dos andamentos rápidos dessas sinfonias e partindo da mesma instrumentação. Do pupilo e braço direito de Beethoven, Ferdinand Ries, chega-nos a abertura inspirada no drama de Schiller sobre a corte espanhola, Don Carlos, que tornaria Ries num dos primeiros compositores a escrever esta forma para ser executada especificamente numa sala de concertos.

Santa Casa - Portugal ao Vivo

Até 19/12/2020

10 €

Este ciclo de espetáculos justifica-se, sobretudo, pela vontade de promover o reencontro entre o público e artistas, numa altura em que o meio artístico e todas as atividades que gravitam em torno deste meio passam por momentos difíceis, sendo este o objetivo central do projeto. O cartaz será 100 por cento português, prometendo trazer ao palco do Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota o melhor da música e da comédia nacional. Xutos & Pontapés, Mariza, Rui Veloso, Amor Electro, Aurea, Jorge Palma, Diogo Piçarra, Carminho, Dino Santiago, Mafalda Veiga, Paulo Gonzo, Camané e Mário Laginha, Plutonio, Richie Campbell, Fernando Rocha, Moonspell, Anjos e David Carreira são alguns dos artistas confirmados. De modo a garantir a segurança de todos, cada espetáculo é pensado com base no cumprimento rigoroso das normas impostas pela Direção Geral de Saúde (DGS). O uso de máscaras é obrigatório, num espaço delimitado para o efeito, onde todos os lugares estarão identificados, cumprindo o distanciamento obrigatório entre os espectadores que não façam parte do mesmo agregado. Para evitar qualquer tipo de congestionamento entre pessoas, todas as entradas e saídas terão circuitos próprios com a devida sinalização.