Dia 1

Casa da Câmara
A origem da Casa da Câmara remete para o séc. XV, tendo sido erguida encostada à muralha primitiva da cidade. Considerada como primeira sede do poder autárquico ou municipal, era designada por Torre da Relação e as obras da sua manutenção foram financiadas pela Imposição do Vinho. A designação popular de Casa dos 24 deve-se ao facto de aí se reunirem os 24 representantes dos vários mesteres (ofícios) da cidade do Porto. Sofreu um violento incêndio em 1875, permanecendo em ruínas até o ano 2000, altura em que todo o edifício foi reconstruído segundo o projecto do arquitecto Fernando Távora. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.
A Sé encontra-se encerrada, de forma a prevenir o surto do Covid-19. Construção do século XII/XIII, em estilo românico, foi sendo alvo de ampliações e renovações ao longo dos tempos até à sua alteração final, numa reconstituição idealizada da catedral medieval, já no século XX. Destaca-se: do século XIV, de estilo gótico, o claustro e a Capela de São João Evangelista; a ampliação da capela-mor, a Capela do Santíssimo Sacramento e seu altar de prata, do século XVII, ao estilo maneirista; do barroco, século XVIII, os frescos da capela-mor e a sacristia, da autoria de Nicolau Nasoni, bem como os azulejos do claustro, de Vital Rifarto; já do século XIX, a escultura de Teixeira Lopes (pai) na Capela Batismal. Igreja: Abr-Out Seg-Dom: 09:00-18:30 Nov-Mar Seg-Dom: 09:00-17:30 Claustros: Abr-Out Seg-Dom 09:00-18:00 Nov-Mar Seg-Dom 09:00-17:00 Encerra: Natal, Domingo de Páscoa

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3 €
Miradouro – Terreiro da Sé
O Terreiro da Sé que é enquadrado pelos edifícios da Catedral, Casa do Cabido, Paço Episcopal e Casa da Câmara é o resultado das obras de requalificação de 1940 e que consistiram na demolição de vários quarteirões de origem medieval para dar lugar a um amplo recinto que recebeu em 1945, por iniciativa da Câmara do Porto, um pelourinho. Deste local é possível avistar toda a zona do Barredo, o Rio Douro e a cidade de Gaia.

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0 €
Capela dos Alfaiates ou da Nossa Senhora de Agosto
Construída em 1554, a capela abriga uma imagem de barro de Nª Srª de Agosto na fachada exterior. Projectada e executada por Manuel Luís, marca a transição do tardo-gótico para o maneirismo de inspiração flamenga. Ao centro do retábulo da capela-mor a imagem calcária de Nª Srª de Agosto. À direita do Altar-Mor, imagem em madeira de S. Bom Homen (séc. XVII), padroeiro dos Alfaiates. Em 1935, devido às obras de demolição programadas para a abertura do Terreiro da Sé, foi expropriada pela Câmara, e reedificada em 1953 na sua actual implantação. Monumento Nacional desde 1927.

Custo

0 €
Teatro Nacional São João
No quadro do esforço nacional de contenção do novo coronavírus, o Teatro Nacional São João, decidiu suspender todas as suas atividades e espetáculos até ao dia 6 de abril. O Teatro Nacional São João lamenta profundamente esta situação, certo de que o esforço coletivo da comunidade permitirá ultrapassar o desafio que esta pandemia constitui, na expectativa de um retorno à normalidade com a brevidade possível. Edificado em 1910 sobre as ruínas do Real Teatro que ardeu em 1908, é um edifício clássico, com ornatos alegóricos à dor, bondade, ódio e amor. A fachada principal inspira-se na renovação do estilo Luís XVI, que caracterizou os primeiros anos do século XX, nomeadamente em França. Da autoria de Marques da Silva, é um imóvel de interesse público. Tem como principais objectivos a criação e apresentação de espectáculos de teatro de vários géneros e a promoção do contacto regular dos públicos com as obras referenciais, clássicas e contemporâneas, do repertório dramático nacional e universal. Para além do Teatro Nacional São João, edifício-sede, integram esta estrutura o Teatro Carlos Alberto e o Mosteiro de São Bento da Vitória. Visitas guiadas TNSJ (PT/EN/ES/FR) ter-sáb 12:30. Visitas guiadas MSBV/Igreja (PT/EN/ES/FR) seg-sáb 10:30 e 12:30. Escolas: seg-sex, com marcação.
Igreja de Santo Ildefonso
Edificada entre 1709 e 1739. A fachada está revestida com azulejos de Jorge Colaço representando cenas da vida de Santo Ildefonso e alegorias da Eucaristia. No interior pode ver-se um retábulo em talha barroca e rococó da primeira metade do século XVIII, com o risco de Nicolau Nasoni.

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Ourivesaria Reis & Filhos
Em 1880 foi fundada por António Alves dos Reis a ourivesaria Reis & Filhos. Esta loja que se encontra ainda aberta como espaço comercial, construída na esquina da Rua de Santa Catarina com a Rua 31 de Janeiro, ostenta na fachada principal duas deventures (frentes de loja) em ferro fundido que se inscrevem no movimento Arte Nova, como se comprova pelos elementos decorativos que adornam a fachada, em particular o busto feminino do remate superior da moldura de ferro. Estas deventures foram colocadas no edifício em 1905 e foram fabricadas na fundição portuense Companhia Aliança.
Ourivesaria Cunha
Localizada a meio da Rua 31 de Janeiro, foi mandada construir em 1914, por iniciativa de Alfredo Pinto da Cunha, fundador da primeira ourivesaria Cunha na Rua do Loureiro. Ostenta fachada com deventures (frentes de loja) em ferro fundido e pedra de lioz. Os vãos das montras de recorte arredondado conferem originalidade ao edifício, são decorados com frisos e grinaldas de flores em ferro. O ferro aplicado neste edifício foi executado na fábrica portuense Companhia Aliança. A fachada recebe um grupo escultórico “Grupo de Amores” da autoria do escultor José de Oliveira Ferreira. A autoria do projeto da ourivesaria está atribuída a Francisco de Oliveira Ferreira, irmão do escultor. Este estabelecimento que ainda mantém a sua função original é marcadamente influenciado pelo movimento Arte Nova.
Casa Vicent
Foi originalmente uma ourivesaria, passando posteriormente para a propriedade de um comerciante espanhol que colocou o seu nome na fachada principal. A construção terá iniciado em 1914, data em que se documenta o fornecimento do ferro da frente de loja (deventure) por parte da empresa de fundição portuense Companhia Aliança. Notoriamente inspirados pelo movimento Arte Nova são o interior e a fachada da loja. Nesta, amplas molduras curvilíneas de ferro fundido cobrem todo o alçado principal. Estas molduras de ferro, inicialmente douradas, recebem uma decoração de concheados, grinaldas e folhas, elementos decorativos alinhados com o vocabulário Arte Nova. No remate, uma cartela tem inscrito o nome da loja - Vicent. Atualmente o estabelecimento é um pronto-a-vestir.
Estação de São Bento
Foi edificada no princípio do séc. XX no preciso local onde existiu o Convento de S. Bento de Avé-Maria, com cobertura de vidro e ferro fundido, da autoria do arquitecto Marques da Silva. O átrio está revestido com vinte mil azulejos historiados, do pintor Jorge Colaço, que ilustram a evolução dos transportes e cenas da história e vida portuguesas.
Livraria Lello
Um templo às Letras e às Artes da cidade e do mundo. Desde 1906, a Livraria Lello partilha intacta a beleza da literatura que só os bons livros podem guardar por décadas sucessivas. A livraria preserva também a beleza que a faz ser um ícone arquitetónico e patrimonial da cidade sobejamente reconhecido internacionalmente. Uma das mais antigas livrarias portuguesas, a Livraria Lello é um local emblemático da cidade do Porto, de visita obrigatória a quem por cá passa, tendo sido nomeada como uma das mais belas livrarias do mundo pela imprensa mundial (aclamada pela revista Time, a CNN, a Lonely Planet, The Guardian, entre muitos outros). A mágica escadaria, o emblemático vitral, as estantes a toda a altura e os bancos de madeira revestidos a couro contam muitas histórias dos grandes nomes que por lá passaram. O interior da Livraria Lello mantem-se fiel ao original, sendo um espaço que guarda a memória do passado, mas que soube sempre se adaptar ao presente. A Livraria Lello é um local de Saber e do Livro. Nasceu para ser livraria e assim se manteve, fiel à identidade que criou há mais de 100 anos. O crescente fluxo turístico na cidade não a afastou da sua verdadeira identidade: uma livraria que faz dos turistas leitores, uma embaixadora da cultura e identidade portuguesa. A livraria adaptou-se a uma nova realidade, abraçou o turismo e é hoje uma das casas que mais livros vende enquanto loja de rua. Encerrado: 1 de Jan, Domingo de Páscoa, 1 de Mai, 24 de Jun e 25 de Dez

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5 €
Igreja dos Clérigos
Obra barroca, da autoria de Nicolau Nasoni, construída na primeira metade do século XVIII, entre 1732 e 1749. A igreja, de invulgar planta oval, tem o seu interior decorado por talha dourada em estilo joanino. Destaca-se o retábulo da capela-mor, em estilo rococó, composto por mármores de quatro cores. Nasoni soube conjugar genialmente o granito, a mármore e a talha dourada, tornando a Igreja dos Clérigos, e todo o conjunto arquitetónico, num dos mais belos templos de feição barroca, e uma referência na história da cidade do Porto. Atualmente continuam a ser realizadas cerimónias religiosas, assim como eventos culturais, como por exemplo concertos de órgão, orquestras e coros.
Edifício da ex-Cadeia e Tribunal da Relação do Porto
Edifício granítico, datado de 1582, reedificado em estilo neoclássico no ano de 1767 segundo o projecto do arquitecto Eugénio dos Santos, por iniciativa de João de Almada e Melo e com financiamento da Companhia Geral da Agrigultura das Vinhas do Alto Douro. Desenvolve-se numa sucessão geométrica de janelas - 103 no total dos pisos. Tem planta poligonal com quatro fachadas, duas delas resguardando as duas funções do edifício: a fachada nobre, na Rua de S. Bento da Vitória, dá entrada para o sector do Tribunal de Relação. A outra entrada, aberta para a Cordoaria, foi construída para a passagem directa dos presos e é, hoje, a entrada principal do edifício. Aqui cumpriram pena nomes como Camilo Castelo Branco, um dos mais famosos escritores Portugueses, preso por adultério, e o célebre Zé do Telhado, preso por roubo. Entre 1999 e 2002 o edifício sofreu trabalhos de restauro, coordenados por Eduardo Souto de Moura e Humberto Vieira, de modo a adequar-se às actuais funções de Centro Português de Fotografia. Este possui um centro de exposições e são possíveis visitas guiadas ao edifício. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.

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0 €
Escadas da Vitória
Situadas na zona da Vitória, junto à igreja com o mesmo nome, foram até há bem pouco tempo conhecidas como Escadas da Esnoga, fazendo referência direta à sinagoga da Judiaria do Olival (Judiaria Nova). Esta judiaria foi instituída no tempo de D. João I (séc. XIV), estava localizada na Rua de S. Miguel no local onde hoje existe o edifício com o n.º 9. As escadas davam acesso direto ao templo judaico, a partir do Largo de São Domingos.

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0 €
Mercado Ferreira Borges
Construído em 1885 por ordem da Câmara para substituir o velho Mercado da Ribeira. Foi efémera a sua utilização como mercado, tendo sido utilizado para fins diversos. Importante obra da arquitetura do ferro no Porto, foi restaurado e adaptado para servir como espaço de animação cultural, onde está presentemente instalado o Hard Club.
Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P.
O edifício onde se encontra instalado o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto foi construído em estilo neoclássico, 1843, para instalação do Banco Comercial do Porto e adquirido em 1933 pelo IVDP. O espaço de promoção do IVDP é composto por uma loja de venda de vinhos, sala de provas e um circuito de visita destinado a dar a conhecer o processo de certificação dos vinhos do Porto e do Douro. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.

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0 €
Palácio da Bolsa
Monumento Nacional, o Palácio da Bolsa, propriedade e sede da Associação Comercial do Porto, foi projetado por Joaquim da Costa Lima em estilo neoclássico, em 1842. Situado no Centro Histórico da cidade, é um dos monumentos mais visitados, nele se destacando o famoso Salão Árabe. Centro Cultural e de Conferências, o Palácio da Bolsa é um espaço com condições únicas para a realização de eventos, e iniciativas que tenham a excelência por atributo. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho. Acessível a pessoas com mobilidade reduzida por entrada lateral. Abril a Outubro: 9h-18h30 Novembro a Março: 9h-12h30 / 14h-17h30 Encerrado: 19 de fevereiro a 1 de março / 24 e 25 de dezembro / 1 de janeiro

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11 €
Igreja Conventual de S. Francisco de Assis
Principal templo em estilo gótico existente na cidade, cuja construção se iniciou no século XIV. É uma das mais importantes obras do Barroco, pelo seu interior em talha dourada, dos séculos XVII e XVIII. Foi a exuberância de dourado que levou o Conde de Raczinsky, a descrevê-la como a «igreja de oiro». E, deslumbrado acrescenta: «A talha desta igreja é de uma riqueza e de uma beleza que ultrapassa tudo quanto vi em Portugal e em todo o mundo». De destacar a Árvore de Jessé, bem como o Cemitério Catacumbal. É Monumento Nacional desde 1910 e Património Cultural da Humanidade - UNESCO desde 1996. Nov-Fev 09h00-18h00 Mar, Abr, Out 09h00-19h00 Mai-Set 09h00-20h00 Encerrado: 25 dez

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7.5 €
Torre do Barredo
O edifício nº 5 da Rua de Baixo representa o mais antigo exemplar da arquitectura civil do período medieval sobrevivente no quarteirão do Barredo, devendo a sua construção remontar ao séc. XIII.
Casa do Infante
A Casa do Infante, assim designada por aí ter nascido Henrique o Navegador, é um complexo de edifícios que foram sendo construídos para albergar os serviços da Coroa no Porto. A sua história remonta a 1325, quando o rei D. Afonso IV mandou construir o “Almazem” régio, contra a vontade do Bispo, então senhor do Burgo. O edifício foi objeto de um processo de reabilitação e musealização e hoje oferece um conjunto de valências diversificadas: Museu; Arquivo Histórico Municipal; Biblioteca de Assuntos Portuenses; Sala Memória; Sala de exposições e Auditório. O Museu integra o Centro Interpretativo “O Infante D. Henrique e os Novos Mundos”, onde se dá a conhecer o Infante D. Henrique percorrendo diacronicamente a sua iconografia até à contemporaneidade e revisitando os principais marcos dos Descobrimentos Portugueses, com destaque para o papel da cidade e das gentes do Porto; a ocupação Romana, constituída pelos vestígios das construções romanas dos séculos IV-V ; a Alfândega Régia, criada por D. Afonso IV em 1325; e a Casa da Moeda, que iniciou o seu funcionamento em 1369.

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2.2 €
Praça da Ribeira
Considerada uma das mais antigas praças, mencionada já em 1389, é de origem medieval. Zona de intenso comércio, com tendas de venda e lota do peixe, não passou despercebida a João de Almada e Melo que, no séc. XVIII, a reformulou. As obras realizadas neste século pela Junta das Obras Públicas, sob influência de John Whitehead, foram financiadas pelas rendas do vinho. Do plano original apenas foram concretizadas as frentes norte, com a monumental Fonte da Praça da Ribeira e a poente. A sul, a muralha acabou por ser derrubada em 1821 e a nascente, as construções medievais sobrevivem até hoje. Intervenções arqueológicas na década de 1980 puseram a descoberto, no centro da praça, um chafariz do séc. XVII. Reconstruído no seu local de origem, este foi coroado por uma peça escultórica da autoria de José Rodrigues, conhecida vulgarmente por "Cubo da Ribeira". A 24 de Junho de 2000 foi inaugurada, no nicho da Fonte da Praça da Ribeira, uma estátua de São João Baptista, da autoria do escultor João Cutileiro. Local de visita indispensável, dispondo de muitos espaços de animação nocturna. Ponto integrante da Rota Urbana do Vinho.
Ponte Luiz I
Projectada pelo Eng.º Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel, inaugurada em 1886, é constituída por dois tabuleiros em ferro sobrepostos. Tem 395 metros de comprimento e 8 de largura, sendo o seu arco ainda hoje considerado o maior arco do mundo em ferro forjado. Actualmente o tabuleiro superior é ocupado por uma das linhas do Metro do Grande Porto, ligando a zona da Catedral no Porto, ao Jardim do Morro e à Avenida da Républica em Vila Nova de Gaia.

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  • VisitPorto


    Actualizado por última vez 2020-08-21

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O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa e a riqueza do seu património artístico, o Vinho do Porto, os vastos espaços dedicados ao lazer e a sua vida cultural são apenas alguns dos motivos que convidam a visitar a cidade.

Informação Prática

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