Dia 1

Fundação Marques da Silva
A Fundação Marques da Silva, neste esforço conjunto de contenção da pandemia, suspendeu temporariamente as visitas aos espaços expositivos. A Loja online mantém-se aberta e pronta a fazer chegar os livros nela disponíveis até si. A Fundação Marques da Silva, instituída pela Universidade do Porto a partir do legado dos herdeiros de José Marques da Silva, um dos mais notáveis arquitetos portuenses, tem como missão o estudo e a divulgação da cultura e património arquitetónicos. Ao longo dos últimos anos, através da recolha de acervos de outros arquitetos, tem vindo a reunir um abrangente património documental de enorme relevância para o conhecimento e caracterização da arquitetura desenvolvida em Portugal entre finais do século XIX e as primeiras décadas do século XXI. Nomes de importantes figuras da arquitetura nacional, como Fernando Távora, José Carlos Loureiro, Alcino Soutinho, Octávio Lixa Filgueiras, Alfredo Matos Ferreira, José Porto, Raúl Hestnes Ferreira, Fernando Lanhas ou Bartolomeu Costa Cabral, encontram-se aqui representados. Visitas sujeitas a marcação prévia.
Parque das Virtudes
O acesso ao Parque das Virtudes estará condicionado durante o período em que vigorar a situação de contingência, para desencorajar a aglomeração de pessoas naquele local. A Câmara Municipal do Porto procedeu à colocação de um gradeamento temporário no jardim, afixando também as recomendações sanitárias que os visitantes do local devem respeitar: equacionar o uso de máscara ou viseira; sempre que necessário, higienizar as mãos com uma solução desinfetante cutânea; manter o distanciamento físico de dois metros; cumprir com as medidas de etiqueta respiratória; evitar períodos de permanência e uma concentração excessiva. De forma a melhorar controlar a aglomeraçao de pessoas no local, o Parque das Virtudes verá condicionado o seu período de utilização, que passa a ser das 8 às 20 horas. Os ajuntamentos estão limitados a 10 pessoas, e é proibido o consumo de bebidas alcoólicas na via pública. O Parque Municipal das Virtudes localiza-se no que antigamente era a Companhia Hortícola Portuense. Desenhado por José Marques Loureiro (1830-1898), foi comprado em 1965 pela Câmara Municipal do Porto e em 1998 foram efetuadas obras de recuperação. Uma das particularidades deste jardim é o facto de ser vertical, ou seja, desenvolve-se em socalcos encosta abaixo, pelo que de quase toda a parte se tem uma vista ímpar sobre a Alfândega, o Rio Douro e Vila Nova de Gaia. 1 outubro a 30 março: 09h00-18h00 1 abril a 30 setembro: 09h00-19h00
Jardins do Palácio de Cristal
Os Jardins Românticos do Palácio de Cristal, ocupam uma área de 8 hectares no centro do Porto e foram projetados no século XIX pelo arquiteto paisagista alemão Émille David, no contexto da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal. Atualmente conservam-se ainda do projeto original, o Jardim Émille David na entrada principal, a Avenida das Tílias, o bosque e a conceção das varandas sobre o Douro. Podemos ainda contemplar as magníficas panorâmicas sobre o rio e sobre a cidade, que miradouros em posições estratégicas nos oferecem. De referir que estes jardins tirando partido do património botânico e da dinâmica lúdico-cultural, acolhe um Centro de Educação Ambiental. Flora: Tulipeiro da Virginia (Liriodendron tulipifera), Acer (Acer negundo), Tília (Cordata, Platyphyllos e Tomentosa), Camelia sp., Magnólia (Magnolia grandiflora), Metrosideros, Palmeira (Washingtonia Robusta), Araucaria (Araucaria Heterophylla) Infraestruturas Disponíveis: WC públicos; Cafetaria/Restaurantes; Campos desportivos (Futebol e Basquetebol); Parque Infantil; Biblioteca e Centro de Educação Ambiental (CEA) e Museu Romântico. 1 outubro a 30 março: 08h00-19h00 1 abril a 30 setembro: 08h00-21h00
Casa Tait
A Casa Tait, também conhecida como Quinta do Meio e reabilitada em 2017, está situada numa extensa área verde ajardinada. Antiga casa de residência, conserva aspetos da vida da comunidade britânica abastada, que habitou o bairro ocidental da cidade durante o final do século XIX. Protegida por altos muros e acessível através de uma estreita viela, ou pelos jardins do Palácio de Cristal, a estação 3 do Museu da Cidade abre janelas sobre os jardins, uma pequena mata e uma panorâmica no sentido da barra do rio Douro. Depois de ter sido residência de várias famílias inglesas, a casa foi adquirida em 1900 por William Chester Tait, a quem se deve o seu nome atual. William Tait, negociante ligado ao vinho do Porto, era também estudioso da fauna e da flora, escreveu The Birds of Portugal (1924), tendo, na época, uma excecional coleção de ovos de pássaros. Consta que terá introduzido em Portugal algumas espécies vegetais, como também registam as trocas de correspondência com o naturalista Charles Darwin. A sucessora Muriel Tait vendeu a propriedade ao município portuense, com o intuito de a transformar num "espaço verde público". A Casa Tait amplia hoje a sua vocação original de espaço verde de refúgio à vida citadina para espaço de trabalho e encontro, entre as atividades que compõem a programação do Museu da Cidade. É ainda lugar privilegiado para residências artísticas, na relação com o espaço Entre Quintas. Esta estação é o centro de produção e transmissão do MdC, mais conhecido como Gabinete Atmosférico, canal de relação com os públicos onde se fazem os registos de vídeo e os streamings.
Extensão do Romantismo
A Extensão do Romantismo está instalada na Quinta da Macieirinha, ou também conhecida como Quinta do Sacramento, antiga casa de campo do século XVIII que pertenceu à família Pinto Basto. O edifício abriu como núcleo museológico em 1972, com o intuito de mostrar o ambiente de casa burguesa de Oitocentos, período característico no Porto. Atualmente, a estação 4 do Museu da Cidade, centra a sua narrativa no rei do Piemonte e da Sardenha, Carlos Alberto, que aí exilado, veio a passar os seus últimos dias. Em memória do ex-rei, foram reconstituídas algumas dependências da casa, como a capela, o quarto de dormir e a sala de estar, a partir de aguarelas e litografias da época. Durante a realização da feira do livro, a entrada no Museu Extensão do Romantismo é gratuita.

Custo

4 €
Casa Marta Ortigão Sampaio
A estação do Museu da Cidade, evoca o ambiente que rodeou a vida desta família da burguesia portuense, apresentando coleções de pintura, jóias, uma biblioteca especializada em livros de arte, peças de mobiliário de influência francesa, inglesa e indo-portuguesa e outras peças de arte decorativas. O espólio é constituído pela transferência do recheio, ou parte deste, da moradia que o casal ocupava em S. Mamede de Infesta – Matosinhos. Curioso é o facto da casa na Rua de Nossa Senhora de Fátima nunca ter sido efetivamente habitada, o que indicia a secreta intenção desta construção, destinada a ser legada à cidade. Na Casa Marta Ortigão Sampaio encontram-se obras do naturalismo português de Silva Porto, Carlos Reis, Malhoa, Roque Gameiro, entre outros, e um importante acervo de pinturas, desenhos e fotografias de Aurélia de Souza, uma das mais singulares artistas portuguesas do seu tempo. A importante coleção de jóias, uma das maiores de uso pessoal, apresenta perto de três centenas de peças de finais do século XVII ao século XX. Ladeando a casa, no jardim encontram-se pedras trabalhadas que pertenceram ao convento de S. Bento de Avé-Maria, um pequeno lago e flora de interesse, tais como espécies de magnólias [magnolia grandiflora], um Cedro do Atlas [Cedrus atlantica].

Custo

4 €
Cemitério de Agramonte
Cemitério com numerosos monumentos de grande valor com destaque para a sua capela cuja construção decorreu entre 1870 e 1874, com projecto do Eng. Gustavo Adolfo Gonçalves e Sousa. A capela-mor foi posteriormente alargada em 1906, sob a direcção de Marques da Silva, sendo então realizadas as pinturas de inspiração bizantina, da autoria de Silvestro Silvestri. De realçar diversos mausoléus que possuem esculturas de Soares dos Reis, António Teixeira Lopes e Alves Pinto. Nas secções municipais encontram-se sepultadas várias personagens das artes portuenses como o pintor António Carneiro, a violoncelista Guillermina Suggia, o fotógrafo Emílio Biel ou Tomás Soller. 1 e 2 de novembro: 08h30-18h00
Jardim Botânico
Criado em 1951, o Jardim Botânico do Porto é um espaço com elevado interesse ecológico, estético e referencial. Organiza-se em três patamares: i) o dos jardins formais, compartimentados por altas sebes de camélias centenárias, com destaque para os bosquetes, o Jardim do Xisto, o Jardim do Peixe, o Roseiral e o Jardim dos Jotas; ii) o do Jardim dos Catos e estufas iii) a cotas mais baixas, o do arboreto, presa e lago grande. Evidenciam-se também as coleções de catos e suculentas, de azáleas e rododendros, e de plantas autóctones e gimnospérmicas. Com a Galeria da Biodiversidade, que também acolhe, integra o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto.
Casa das Artes
Nos jardins do Palacete do Visconde de Vilar d’Allen, da autoria do arquitecto José Marques da Silva, datado de 1927, com frente para a Rua Rúben A, encontra-se a Casa das Artes, projecto de Eduardo Souto de Moura, concluído em 1991. Este equipamento cultural é constituído por uma sala de exposições ladeada de duas salas para concertos e conferências, e, no piso enterrado, uma área de serviços. O projecto sobressai pela sua discrição, simplicidade e integração no espaço envolvente.
Parque de Serralves
Já pode visitar o novo Charco do Parque de Serralves! Este novo habitat foi concebido com o objetivo de promover a biodiversidade num local de excelência para a sobrevivência de fauna e flora. O novo charco permitirá criar um laboratório vivo. O Parque de Serralves, da primeira metade do século XX, foi o primeiro jardim privado nacional construído com base num projeto de arquitetura paisagística. Concluído em 1940, o jardim adequa-se ao perfil neoclássico da arte dos jardins franceses, ligeiramente modernizado, afastando-se do conceito tradicional de jardins vigente no Porto. Quer pelas características históricas e artísticas, quer pela dimensão (18 hectares), diversidade paisagística e estado de conservação, o Parque de Serralves é um lugar único no panorama nacional e internacional. Inclui paisagens muito diversificadas, desde os declinados socalcos aos frondosos bosques, da geometria labiríntica de uns jardins aos terrenos agrícolas, do roseiral ao lago romântico. Composto por vestígios de um jardim do século XIX, pela Quinta do Mata-Sete, pela Casa de Serralves, pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e pelo Treetop Walk, cujos jardins foram concebidos de modo a fundirem-se harmoniosamente com a paisagem envolvente e a estrutura edificada. Edifício classificado como monumento de interesse público.

Custo

12 €
Parque da Cidade
O Parque da Cidade é o maior parque urbano do país, com uma superfície de 83 hectares que se estendem até ao Oceano Atlântico, uma particularidade rara a nível mundial. Foi projetado pelo arquiteto paisagista Sidónio Pardal, tendo sido inaugurado em 1993 (1ª fase) e finalizado em 2002. A presença da pedra assume uma característica preponderante deste parque, onde a construção de muros de suporte de terras, estadias e pavimentos criam uma ideia rural e campestre. Em 2000, foi selecionado pela Ordem dos Engenheiros, como uma das “100 obras mais notáveis construídas no século XX em Portugal”. Entre outros equipamentos, acolhe ainda o Centro de Educação Ambiental. Flora: Pinheiro manso (Pinus pinea), Pinheiro bravo (Pinus pinaster), Plátanos (Platanus spp.), Choupos (Populus spp.), Carvalhos (Quercus spp.), Amieiros (Alnus glutinosa), Salgueiros (Salix alba) e Vidoeiro (Betula alba) Infraestruturas Disponíveis: WC públicos; Cafetaria/Restaurantes; Aparcamento de Bicicleta; Campos desportivos, vólei em areia; Ciclovia partilhada 1 de outubro a 30 de março: 07h00-22h00 1 de abril a 30 de setembro: 07h00-24h00

Dia 2

Quinta de Bonjóia
A Quinta de Bonjóia, com cerca de 40.000 m² e uma casa do séc. XVIII (de traça atribuída ao arquiteto Nicolau Nasoni), rodeada de jardins e mata, proporciona aos seus visitantes um vasto conjunto de equipamentos, onde se pode organizar e/ou realizar festas, jantares, conferências, reuniões, atividades promocionais, aulas de formação, concertos, provas desportivas, desportos radicais e muitas outras atividades. Os espaços incluem um restaurante/formação equipado com cozinha industrial e um bar; um moderno centro de formação; ringue desportivo com balneários; salas para conferências e/ou reuniões e a Casa da Brincad'Eira, especialmente pensada para crianças e jovens. Nesta quinta tem a sua sede a Fundação Porto Social, instituição de direito privado sem fins lucrativos, cuja missão é a de “promover a inclusão e a coesão social” no concelho do Porto. Edifício classificado como monumento de interesse público.
Parque de S. Roque
O agora denominado Parque de São Roque, com mais de 4 hectares, foi adquirido à família Calém pela Câmara Municipal do Porto em 1979, tendo sido aberto ao público nesse mesmo ano e revitalizado no início de 1990. Os jardins ostentam elementos muito em voga no século passado tais como minaretes, sebes, repuxos, fogaréus, etc. Um conjunto de peças esculturais foi então instalado pela Câmara Municipal do Porto e aí reconstruída uma capela até então existente no Largo Actor Dias, assim como o labirinto de Buxus sempervirens. Mantém a característica de jardim romântico. Desde o ano letivo de 2002/2003 acolhe também um Centro de Educação Ambiental. 1 outubro a 30 março: 09h00-18h00 1 abril a 30 setembro: 09h00-19h00
Jardim Marques de Oliveira
Conhecido como Jardim de S. Lázaro, foi inaugurado em 1834, sendo o primeiro jardim público da cidade. Típico jardim romântico, cheio de fontes e estátuas, frondosas árvores e canteiros, além de um pequeno coreto. Apesar de bastante modificado desde a origem, é hoje o único jardim da cidade ainda envolvido por um gradeamento com quatro portões. Está instalada neste jardim uma fonte de mármore oriunda da sacristia do extinto Convento de São Domingos. Destaca-se o conjunto de 12 Magnolia grandiflora classificadas, em redor do lago, com grande valor ornamental. Próximo da Biblioteca Municipal do Porto e da Faculdade de Belas Artes, o Jardim Marques de Oliveira é um dos jardins públicos mais frequentados da cidade.
Cemitério do Prado do Repouso
Inaugurado em 1839, como o primeiro cemitério público do Porto, é considerado um verdadeiro "museu da morte". A arte funerária portuense é muito própria e as suas principais características são a predominância do neogótico, a utilização do granito e a monumentalidade, sobretudo dos jazigos-capela. Dos numerosos monumentos de valor histórico e artístico destacam-se, por exemplo, a capela do cemitério (o que resta da inacabada Igreja de S. Vítor); o ossário das freiras do antigo Convento de S. Bento da Avé-Maria e um cruzeiro antigo proveniente do mesmo; a cruz do próprio cemitério, com um Cristo em ferro, assim como notáveis jazigos e mausoléus de personalidades de diversas áreas. 1 e 2 de novembro: 08h30-18h00
Parque de Nova Sintra
Este parque foi noutros tempos propriedade da família Reid, de origem britânica, tendo sido adquirida pela Câmara Municipal do Porto em 1932. O jardim mantém muitas características de origem: grande diversidade botânica, denso arvoredo, mata frondosa, numerosas alamedas e veredas. O palacete da quinta é hoje ocupado pela empresa Águas do Porto e respectivas infra-estruturas, e o espaço verde da quinta, transformado em parque, alberga as antigas fontes e chafarizes do Porto, deslocados na altura da progressiva canalização da água na cidade.
Quinta de Villar D´Allen
Imóvel de Interesse Publico, Villar d'Allen é uma sobrevivente das quintas de recreio que nos séc. XVIII e XIX rodeavam a cidade do Porto. Adquirida por João Allen, negociante inglês em 1839 à família Simões. Possui um edifício de arquitectura eclética, típica do romantismo do séc. XIX. Villar d’Allen mantém o jardim “à francesa” criado pelos Simões 1780, o “parterre gardenesque" desenhado por João Allen em 1839”, os jardins românticos, criados em 1860 por Alfredo Allen, com o lagos, regatos e cascatas artificiais, e uma variedade de plantas exóticas. Em pontos marcantes, esculturas de Nicolau Nasoni. Possui um viveiro de plantas ornamentais de exterior. Para além das visitas guiadas, Villar d’Allen organiza eventos familiares, culturais ou empresariais.

Dia 3

Viveiro Municipal
O Viveiro Municipal situa-se na antiga Quinta das Areias, no lugar de Azevedo, em Campanhã. Foi uma antiga quinta com capela que remonta ao século XVIII, com uma área de aproximadamente 67000 m2, tendo sido adquirida pela Câmara Municipal do Porto em 1937. O Viveiro Municipal tem-se vindo a modernizar de forma a fornecer, através de produção própria, um variado número de espécies de plantas usadas na execução de novas áreas ajardinadas e na renovação das já existentes, pretendendo-se constituir um Centro de Multiplicação de Plantas e apoio a acções de cariz ambiental. Visitas só por marcação (grupo mínimo de 10 visitantes)
  • 20.0 €
  • VisitPorto.


    Last updated 2021-01-12

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O Porto é um dos destinos turísticos mais antigos da Europa e a riqueza do seu património artístico, o Vinho do Porto, os vastos espaços dedicados ao lazer e a sua vida cultural são apenas alguns dos motivos que convidam a visitar a cidade.

Informação Prática

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